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escalpelada
A adolescente Heloísa Heliodoro, de 17 anos, ainda não consegue se olhar no espelho por ter sido escalpelada após o cabelo ficar preso no motor de um kart, no Distrito Federal. O acidente foi no domingo (10), em uma pista de corridas de kart na região do Paranoá (DF). Heloísa acompanhava o namorado na celebração do aniversário dele, em que o rapaz realizaria o sonho de dirigir um kart.
Segundo o que contou a mãe Elizabeth Maria Ribeiro ao g1, a menina passou por uma cirurgia e se recupera bem, mas ainda chora ao lembrar do que aconteceu. “Ela não consegue se ver ainda e chora ao lembrar de tudo. Mas estamos confiantes que ela sairá bem daqui, independente das perdas, temos ela viva”, disse a mãe.
Os responsáveis pelo Brasília Kart disseram à reportagem que Heloísa usava os equipamentos de segurança e que a empresa está dando "todo apoio à família". Elizabeth confirmou que os donos do kart enviam mensagens para saber se a adolescente está bem. Fora isso, também foram ao hospital quando tudo aconteceu, mas não ajudaram com nenhum custo.
Ainda de acordo com o g1, apesar de ser de Valparaíso de Goiás, Heloísa está internada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), em Brasília, pela proximidade de onde o acidente aconteceu. Na quinta-feira (14), ela passou por uma cirurgia no crânio, após os advogados da família conseguirem uma liminar com uma ação na Justiça. No momento, ela segue se recuperando na unidade médica.
O namorado de Heloísa, Breno Aires, disse pelas redes sociais que ela se recupera bem, mas ainda sente dores e enjoos, e por isso pediu orações.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.