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erivelton silva pereira de queiroz
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, negou o pedido de habeas corpus feito pela defesa do Erivelton Silva Pereira de Queiroz, policial militar baiano acusado de homicídio qualificado. O PM é réu em uma ação penal, na qual é apontado como autor da morte de um homem devido a uma ocorrência de som alto.
O caso aconteceu em setembro de 2016, na Vila ACM, bairro Prodecor, na cidade de Mundo Novo. Na noite anterior ao crime, conforme o processo, ele estava de serviço e teria ido atender a uma ocorrência de som alto no local conhecido como oral de Mundo Novo, chegando lá a guarnição da PM pediu a um homem chamado Aroldo Guimarães que desligasse o som, mas a solicitação não teria sido atendida e daí iniciou-se uma discussão. Aroldo conseguiu fugir do local.
De acordo com os autos, no dia seguinte – quando teria sido cometido o homícidio – Erivelton retornou ao local a bordo de um veículo com placa policial de sua propriedade. Lá, se deparou com um homem e perguntou se ele era Aroldo, o rapaz afirmou ser o irmão de Aroldo. Erivelton Queiroz não teria acreditado na resposta e sacou um revólver, atirando contra Nielson Souza Guimarães. Os tiros atingiram a cabeça, pescoço, ombro e mão da vítima que morreu no local.
Erivelton Queiroz também é suspeito de homicídio em um caso registrado como auto de resistência que resultou na morte de um suposto traficante, identificado como Marcos Vinícius, em 15 de agosto de 2018. Ele foi preso em fevereiro de 2019, por estar supostamente interferindo nas investigações.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.