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equipe de circo
As três pessoas que morreram no acidente registrado nesta quinta-feira (18) em um trecho da BR-110 de Catu, no Agreste baiano, atuavam em um circo. As vítimas viajavam em uma caminhonete que colidiu com uma carreta enquanto seguiam para Alagoinhas, na mesma região, onde realizariam uma vistoria técnica para receber a estrutura da companhia nas próximas semanas.
Segundo o g1, as vítimas foram identificadas como Rosevan Candial, natural de Mogi das Cruzes (SP), integrante da equipe técnica; Victor Gabriel Silva Rocha, natural de Araioses (MA), também técnico da companhia; e Michel Disney Kikuchi, natural de Minas Gerais, artista do elenco do circo. Michel Kikuchi tinha 48 anos e atuava como equilibrista e piloto do globo da morte. Ele deixa esposa e uma filha.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu por volta das 8h, no km 372 da BR-110. Os três profissionais estavam na caminhonete e morreram ainda no local da colisão. No impacto, as vítimas ficaram presas às ferragens do veículo e foram retiradas por equipes do Corpo de Bombeiros. Além das três vítimas que morreram, outras duas pessoas viajavam na caminhonete. Elas não sofreram ferimentos.
Em nota, o Circo Portugal Internacional lamentou a morte dos colaboradores e informou que presta apoio e assistência aos familiares das vítimas. Segundo a direção da companhia, o deslocamento da equipe fazia parte do processo de transferência da estrutura do circo entre Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), e Alagoinhas.
O motorista da carreta e um ajudante sofreram ferimentos leves. Ambos foram socorridos e encaminhados ao Hospital Municipal de Catu. As circunstâncias que provocaram a colisão ainda devem ser apuradas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.