Artigos
O novo marco na relação Fisco-Contribuinte
Multimídia
Jerônimo garante que chapa não está definida apesar de fala de Wagner
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
equipamentos de transito
Três localidades de Salvador lideram os números de interseções viárias vandalizadas no decorrer de 2025. Um levantamento disponibilizado pela Superintendência de Trânsito (Transalvador) ao Bahia Notícias mostrou que o bairro do Cabula, a região do Centro Histórico, a Avenida Antônio Carlos Magalhães (ACM) e a Avenida Mário Leal Ferreira (Bonocô) apareceram mais vezes com ocorrências do tipo.
O relatório apresenta as ocorrências por meses e localizações específicas, abrangendo importantes avenidas, largos e cruzamentos urbanos. Segundo o estudo, uma alta incidência de danos foi constatada em áreas movimentadas, como a Avenida Silveira Martins, principal via do Cabula, e a Avenida ACM, considerada um dos centros empresariais.
A avenida do Cabula aparece com destaque, com nove notificações, sendo a via mais citada. Ela apresentou ocorrências em diversos trechos, como nas proximidades do bairro do Resgate, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), da Rua Thomaz Gonzaga, em Pernambués, e de estabelecimentos como o Atacadão e a Drogaria Drogasil.
A região do Centro Histórico de Salvador somou 6 intersecções vandalizadas. A região contemplou a Avenida Joana Angélica (2), Politeama de Cima, J.J. Seabra e o Campo Grande (2) pontos próximos ao TCA e (2) ao Viaduto Menininho do Gantois.
Já a Avenida ACM registra cinco interseções, incluindo pontos na Rótula do Abacaxi, proximidades do Lar Shopping, da Igreja Mundial do Poder de Deus e do Assaí Atacadista. Já a Avenida Mário Leal Ferreira (Bonocô) aparece sendo citada em dois trechos próximos ao Sam’s Club, na entrada da Avenida Ogunjá e no acesso à Rua Rodolfo Pimentel.
Na Avenida Barros Reis foram feitas duas intersecções, sendo uma no acesso à via exclusiva na Baixa de Quintas e a outra no cruzamento com a concessionária Fiori. Na região da orla, mais precisamente no bairro de Itapuã, foram vistos casos do tipo na Avenida Dorival Caymmi com duas intersecções. As situações ocorreram nas proximidades da Escola Master Magister.
Houveram casos também no Largo do Aquidabã, sendo a 24ª intersecção registrada no ano, ocorrendo no mês de agosto e no Largo do Tanque, sendo a ocorrência de número 25. O episódio refere-se ao cruzamento do Largo do Tanque com o Viaduto dos Motoristas, registrado no mês de setembro.
Existe ainda um registro de vandalismo na Avenida Octávio Mangabeira no ano de 2025. A ocorrência foi registrada no mês de setembro, especificamente na intersecção da Avenida Octávio Mangabeira com a Avenida Jorge Amado.
MESES COM MAIS OCORRÊNCIAS
Outras informações do relatório indicaram ainda os meses com mais registros de vandalismo em equipamentos de trânsito na cidade. Dezembro foi o mês com o maior número de ocorrências, registrando 6 intersecções vandalizadas. Na lista, foi mostrado ainda que março obteve 5 intersecções, seguido por janeiro com 4 intersecções. Fevereiro, abril, setembro, outubro e novembro somaram 3 intersecções cada.
Já maio, junho, julho e agosto alcançaram 2 intersecções cada. Como dezembro concentrou o maior volume de incidentes (aproximadamente 15% do total do ano), ele é, estatisticamente, o mês com maior probabilidade de ter gerado o maior impacto financeiro.
Os pontos específicos em que os casos ocorreram no último mês de dezembro foram:
-
Rua Silveira Martins, próximo ao Atacadão (registrado duas vezes no período).
-
Rua Silveira Martins, na saída da Rua Nossa Senhora do Resgate.
-
Avenida Antônio Carlos Magalhães, próximo ao Assaí Atacadista.
-
Rua Silveira Martins, no cruzamento com a Rua Thomaz Gonzaga.
-
Rua Silveira Martins, próximo à Farmácia Drogasil.
Desta forma, cinco das seis ocorrências desse mês aconteceram no bairro do Cabula.
PREJUÍZOS FINANCEIROS
A Transalvador disponibilizou ainda ao BN os números relacionados a prejuízos financeiros por conta de ações de vândalos. Houve uma queda nos valores financeiros, entre 2022 e 2025.
Em 2022, o prejuízo foi de R$ 1.627.419,76, seguido por R$ 1.260.458,29 em 2023 e R$ 1.392.184,80 no ano retrasado. Já em 2025, a quantia ficou em R$ 1.160.011,83.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Cuba não está passando fome porque não sabe produzir, porque não sabe construir sua energia. Cuba está passando fome porque não querem que Cuba tenha o que todo mundo deveria ter direito".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que a crise alimentar em Cuba não é resultado de incapacidade produtiva, mas consequência de decisões políticas que, segundo ele, impedem a ilha de ter acesso ao que deveria ser um direito básico.