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Um empresário de Ilhéus, no Litoral Sul, virou em um processo que o acusa de atear fogo e matar um homem em situação de rua. O crime, ocorrido no dia 25 de janeiro deste ano, é atribuído a Orlando Teixeira do Carmo (ver mais aqui). Segundo a TV Santa Cruz, a denúncia feita pelo Ministério Público do Estado (MP-BA) foi acatada pelo juiz da Vara do Júri e Execuções Penais de Ilhéus, Gustavo Henrique Almeida Lyra.
O acusado tem dez dias para apresentar a defesa. Na decisão, o juiz afirmou que "o inquérito contém depoimentos que indicam autoria e laudos técnicos que delineiam a possibilidade de ocorrência material da conduta descrita na peça acusatória".
Interrogado no dia 1° de junho, o empresário negou a acusação. Disse que estava em casa quando homicídio foi praticado. No dia do crime, câmeras de segurança registraram quando o empresário chega de carro com um galão em um espaço abandonado de uma antiga concessionária. Em seguida, as imagens mostram a vítima com o corpo em chamas saindo correndo do galpão.
A vítima, identificada como Rodrigo Souza Santana, foi socorrida para o Hospital Regional Costa do Cacau, em Ilhéus. Depois precisou ser transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador. No entanto, ele foi a óbito no dia 2 de fevereiro.
O MP-BA denuncia o empresário por homicídio qualificado, por motivo fútil, com requintes de crueldade. A suspeita é que a vítima teria roubado uma peça de um caminhão do estabelecimento comercial do acusado.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.