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empresaria morta
O corpo da empresária Flávia Barros, de 38 anos, chegou a Paulo Afonso, no Norte baiano, na madrugada desta segunda-feira (23) e começou a ser velado em um ginásio do município. Barros foi encontrada morta com marcas de tiros neste domingo (22) em um hotel localizado em Aracaju (SE).

Flávia Barros tinha 38 anos / Foto: Reprodução / PA4
O acusado é o diretor do presídio de Paulo Afonso, Tiago Sóstenes Miranda de Matos, de 37 anos, que tentou tirar a própria vida em seguida.
Segundo o PA4, parceiro do Bahia Notícias, após o velório, o corpo deve ser encaminhado ao município de Canindé de São Francisco, em Sergipe, onde será realizado o sepultamento. Flávia Barros residia em Paulo Afonso e atuava como empresária no setor de soluções financeiras, com foco na quitação de dívidas.

Diretor de presídio segue internado / Foto: Reprodução / PA4
Paralelo à atividade profissional, ela cursava o quarto período de Direito no Centro Universitário UniRios, instituição que manifestou pesar pela morte. Nas redes sociais, a empresária compartilhava registros de viagens, atividades físicas e momentos com amigos e familiares.
Em publicação feita no dia 15 de março, data em que completou 38 anos, escreveu mensagem de agradecimento pela vida. De acordo com informações da Polícia Militar de Sergipe, a principal linha de investigação aponta que o homem teria cometido o feminicídio e, em seguida, atentado contra a própria vida. Ele permanece internado em estado grave no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse).
Tiago Sóstenes é policial penal, bacharel em Direito e ocupa o cargo de diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso. Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap) informou que o servidor não responde a processo administrativo e tinha histórico funcional considerado regular.
A secretaria também declarou que acompanha o caso por meio da Corregedoria, repudiou qualquer forma de violência contra a mulher e informou o envio de representantes a Aracaju para monitorar o andamento da ocorrência. Antes do crime, o casal havia viajado à capital sergipana e participou de um show na noite do sábado (21).
Registros publicados nas redes sociais indicam que a empresária compartilhou imagens poucas horas antes do ocorrido. A investigação está sob responsabilidade da Polícia Civil de Sergipe.
Um homem foi condenado a 18 anos de prisão pela morte de uma empresária em Barra do Choça, no Sudoeste baiano. O julgamento ocorreu nesta quinta-feira (22) em Vitória da Conquista, na mesma região. Segundo o Blog do Anderson, parceiro do Bahia Notícias, o réu, Everton Bruno dos Santos Miranda, de 41 anos, é apontado como autor da morte de Givanete de Souza Nogueira, de 52 anos.
A empresária foi encontrada morta na zona rural de Barra do Choça, com marcas de estrangulamento. O crime ocorreu em janeiro de 2021. Ainda segundo informações, a motivação do homicídio foi uma dívida de R$ 15 mil que Everton tinha com a vítima. Ambos tinham lojas na Galeria Joaquim Correia.
Desde 2021, Everton segue preso no Conjunto Penal de Vitória da Conquista. A sentença foi aplicada pela juíza Janine Soares de Matos Ferraz.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flora Gil
"Foi um descanso pra ela".
Disse a empresária Flora Gil, madrasta de Preta Gil, ao comentar sobre sobre a artista nesta segunda-feira (20), data em que marca 1 ano da morte da cantora em decorrência de complicações do câncer.