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empresaria do ramo de moda
Influenciadora do interior baiano é investigada por estelionato, lavagem de dinheiro e rifas ilegais
Uma influenciadora digital e empresária do ramo de moda foi alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos na manhã desta terça-feira (28) em Vitória da Conquista, no Sudoeste. Segundo a Polícia Civil, a acusada, que não teve o nome revelado, é suspeita de envolvimento em crimes de estelionato, lavagem de dinheiro, jogos de azar e propaganda enganosa.

Foto: Reprodução / Polícia Civil
Conforme as investigações, a mulher, de 46 anos, é suspeita de promover rifas ilegais e jogos virtuais, além de ocultar valores obtidos de forma ilícita por meio de uma loja de roupas e acessórios. As buscas foram realizadas em um condomínio residencial no bairro Alto da Boa Vista e em uma loja localizada em uma galeria comercial na Avenida Lauro de Freitas, ambos os endereços pertencentes à investigada.
Durante a operação, foram apreendidos quatro aparelhos celulares, dois computadores e um tablet. A Polícia Civil informou que a influenciadora mantinha perfis com mais de 100 mil seguidores, usados para divulgar rifas e jogos de azar na modalidade digital. Os valores arrecadados nessas atividades eram supostamente lavados por meio do comércio de moda administrado por ela.
A Justiça determinou ainda o bloqueio de contas bancárias, aplicações financeiras e bens da suspeita. O material apreendido será encaminhado para perícia, que deve ajudar na identificação das vítimas e na quantificação dos valores envolvidos.
A operação foi conduzida pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Vitória da Conquista, unidade vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic). As ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara Criminal do município.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.