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embolia
O velório da influenciadora digital e ex-assistente de palco Luana Andrade, está sendo velado nesta quarta-feira (8), em São Paulo.
A cerimônia acontece no Cemitério Valle Dos Reis, no Jardim das Oliveiras, em Taboão da Serra, na região metropolitana da cidade paulista, no mesmo local que será cremado a partir das 11h.
O falecimento da blogueira gerou uma mobilização nas redes sociais, além de criar um alerta aos internautas sobre os procedimentos estéticos. Luana morreu após complicações de uma lipoaspiração. No procedimento, a influenciadora teve uma intercorrência respiratória seguida de parada cardíaca.
"Ela internou para fazer uma lipo. Estava tudo bem, [era] com um dos profissionais mais conceituados do mercado, e aí aconteceu essa fatalidade. Ela veio a ter a parada cardíaca no meio do procedimento. Ela teve a primeira e reanimaram. Teve a segunda, ficou tudo bem. Teve a terceira, ficou tudo bem. E teve a quarta, que foi na madrugada. Ela estava fazendo a lipo e aconteceu a fatalidade de ter as quatro paradas", contou um amigo da blogueira ao site iG.
A cirurgia chegou a ser interrompida para a realização de exames, que constataram um quadro de trombose maciça. De acordo com a clínica que atendeu a jovem, a causa da morte foi embolia pulmonar maciça.
Lu Andrade se tornou conhecida na web após participar do Power Couple Brasil 6 (Record), em 2022, com o noivo, João Hadad. O casal já estava há dois anos juntos e na web, João lamentou a perda: “Estou dilacerado e vivendo o meu maior pesadelo. Uma parte de mim foi embora. É com imenso pesar e, muita dor no coração, que eu me despeço da minha Luana, da minha princesa, da minha linda... Foram dois anos ao seu lado e eu não tenho palavras para expressar o quanto eu fui feliz”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.