Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
embaixada do brasil
A Embaixada de Israel em Brasília e o Consulado-Geral israelense em São Paulo foram fechados para o público nesta sexta-feira (13), sem data para a reabertura. O fechamento das representações ocorre após Israel atacar o Irã na madrugada desta sexta-feira (13), e não há informações oficiais sobre a suspensão dos serviços. As informações são da Agência Brasil.
Em outros países, como na Alemanha, embaixadas israelenses também foram fechadas. Após o ataque desta sexta, Israel alega que o país persa estaria construindo bombas atômicas com potencial de serem usadas contra os israelenses. O Irã nega o desenvolvimento de armas nucleares e sustenta que usa tecnologia atômica apenas para fins pacíficos, como a produção de energia.
O chefe supremo da República do Irã, o Aiatolá Ali Khamenei, prometeu responder aos ataques de Israel que vitimaram altos comandantes militares e cientistas do país, e também danificarem instalações nucleares e fábricas de mísseis.
Em nota à imprensa, o governo brasileiro condenou a ofensiva aérea israelense contra o Irã no que chamou de “clara violação à soberania desse país e ao direito internacional”. O Ministério das Relações Exteriores disse ainda que acompanha a situação com forte preocupação.
Já a Embaixada do Brasil em Tel Aviv emitiu um alerta consular com orientações à comunidade brasileira em Israel, baseada nas diretrizes do Comando de Segurança Interna (Home Front Command). São elas:
O aplicativo desenvolvido e mantido pelas Forças de Defesa de Israel fornece, em tempo real, alertas, instruções e informações para salvar vidas. Os avisos podem ser personalizados, de acordo com a localização e áreas de interesse do usuário, como a própria casa e de parentes, escola dos filhos e local de trabalho.
Escalado para a programação do Festival de Cine de Brasil 2019, em Montevideo, no Uruguai, o longa-metragem "Chico: Artista Brasileiro", sobre Chico Buarque, foi censurado pela Embaixada Brasileira, que é uma das patrocinadoras do evento. A informação é da coluna de Ancelmo Gois.
Dirigido por Miguel Faria Junior, o filme vetado pelo Itamaraty estrearia em outubro no país vizinho e narra os últimos 50 anos da trajetória do músico brasileiro e desafeto do presidente Jair Bolsonaro (PSL).
Por meio de carta, a JBM Producciones, responsável pelo festival, explicou o ocorrido ao diretor do filme:
“Quero informar como vão as coisas a caminho da estreia, finalmente, de ‘Chico’ no Uruguai. Junto a nossa associada ENEC, que além de distribuidores são exibidores, tínhamos planejado estrear o filme no Festival de Cine de Brasil 2019, que acontece em outubro, e, entre outros, é patrocinado pela Embaixada do Brasil em Montevideo.
Esta manhã recebi com surpresa uma mensagem do exibidor dizendo que lhe ligaram da embaixada para ‘pedir’ que NÃO seja exibido o filme de Chico neste festival. Se é lógico devido à situação política no Brasil, no Uruguai é muito grave que se censure a exibição de um filme, sendo que neste caso a JMB Filmes do Uruguai é distribuidora e esse ato afeta nossos interesses.
Acrescento mais abaixo cópia da mensagem oficial de ENEC (sócios-proprietários da sala ALFA/BETA) me comunicando e um arquigo anexo de áudio de chamada de uma senhora, supomos que do Brasil, que avisa à sala da decisão da embaixada do Brasil no Uruguai.”
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.