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elyne assis
A médica Elyne Assis, assassinada em um bar no interior do Acre, trabalhou no Samu de Alagoinhas, no Agreste baiano, e também atuou no município vzinho de Araçás. Minutos antes de morrer, ela acionou o botão do pânico após perceber que estava sendo seguida pelo ex-namorado.
Segundo o Alagonews, parceiro do Bahia Notícias, natural do Acre, Elyne viveu por um período na região de Alagoinhas e depois se mudou para o Rio de Janeiro. Há cerca de dois anos e meio, retornou ao estado natal, onde moravam seus familiares.
Conforme informações do g1 nesta terça-feira (3), a médica percebeu que o ex-companheiro havia passado repetidas vezes pela rua onde fica o bar em que estava. Diante da situação, acionou o botão do pânico e comunicou o ocorrido à central de monitoramento.
Testemunhas relataram à Polícia Militar que a central chegou a telefonar para Elyne, mas nenhuma equipe foi enviada ao estabelecimento. Ainda conforme os relatos, viaturas passaram duas vezes em frente ao local, mas os policiais não teriam sido acionados para atender à ocorrência.
O caso também envolve um histórico de denúncias contra o ex-namorado. Ainda segundo informações, o Ministério Público havia solicitado duas vezes a prisão do homem antes do assassinato.
SAMU DE ALAGOINHAS
Após a confirmação do crime, a equipe do Samu de Alagoinhas divulgou uma nota de pesar pela morte da médica. O serviço destacou a dedicação de Elyne durante o período em que integrou a equipe e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.