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“Não invente moda, menino!”. A frase, ouvida tantas vezes na infância dos baianos Hisan Silva e Pedro Batalha, hoje soa quase irônica. À frente da Dendezeiro, os dois transformaram o que antes era advertência em profissão, discurso e identidade. O caminho percorrido pela marca virou destaque na Elle Brasil.
No volume 22 da revista, publicado no fim de dezembro, a dupla conversa com o editor de moda Gabriel Monteiro sobre crescimento, amadurecimento e pertencimento.
A marca, que a cada ano se consolida no cenário da moda brasileira, colheu bons frutos em 2025. Entre os destaques, inaugurou a primeira loja física no Rio Vermelho, em Salvador, e assinou um dos desfiles mais comentados da SPFW N60, em outubro.
O momento também foi marcado por parcerias com marcas como Instagram, Zerezes, Kenner e Havaianas, além do patrocínio da Ashe.Bahia, produtora ligada à atriz Viola Davis. “Demorou para termos autoestima suficiente para dizer que fazemos moda. Mas 2025 foi importante porque começamos a colher frutos”, afirmou Hisan à Elle.
Criada em 2018, a Dendezeiro entende moda como linguagem e plataforma de comunidade. O próprio nome carrega essa intenção. “Quando estivermos no Japão, vão pesquisar e descobrir que há dendê na Bahia e que somos daqui”, disse Pedro Batalha na entrevista.
A matéria completa está disponível na edição impressa da Elle Brasil e no site da revista.
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Aniversariante desta quinta-feira (18), Russo Passapusso, cantor e vocalista do grupo BaianaSystem, foi destaque no Volume 5 da revista Elle Brasil. Indicado ao Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de Rock ou Alternativo em Português por “O Mundo Dá Voltas”, o BaianaSystem foi classificado pela revista como uma das bandas mais influentes da música brasileira atual.
A entrevista tem foco na trajetória artística do cantor, rememorando seu tempo como MC do Ministereo Público, coletivo formado em 2005, com foco em música jamaicana e que reproduz a ideia dos sound systems da ilha caribenha em festas de rua em Salvador.
“A voz de @russopassapusso, 42 anos, ecoa por ela, mas não só. Também ecoa no discurso antiviolência que leva para multidões durante o Carnaval e toda semana no programa Papo de Segunda, no canal GNT, onde são debatidos os assuntos do momento”, cita a reportagem da Elle Men. Na entrevista com Ramiro Zwetsch, o baiano explicou sobre a reativação do projeto durante a Virada Cultural de São Paulo deste ano: “Precisava retomar a conexão Bahia-Jamaica, que me moldou como cantor do BaianaSystem”.
Segundo a revista, esse momento coincide com um período em que Russo tem dedicado mais tempo a si mesmo. “Quando comecei a fazer o Papo de Segunda (em 2024), um programa de opinião ao vivo, percebi que precisava falar com alguém, me escutar. Essa vulnerabilidade me levou à terapia, à autocompreensão”, contou ele.
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O cantor baiano Caetano Veloso estampa a capa da revista Elle Brasil, edição de setembro, que chega às bancas ainda nesta semana. O registro foi feito pela fotógrafa Cecília Duarte no alto de uma das falésias de Bonifácio, um vilarejo no sul da Córsega, na França.
Em entrevista à Elle, o cantor revelou detalhes do novo álbum. “A canção que dá título ao álbum diz tudo: Meu Coco. Ou seja, é tudo o que passa na minha cabeça. É uma mirada atual sobre temas recorrentes em meu trabalho: nomes, fantasias que esboçam uma decifração do Brasil, homenagens a meus amores”, explica.
O Balé Folclórico da Bahia foi destaque em uma matéria da revista Elle Brasil. Se recuperando uma crise financeira em decorrência da pandemia da Covid-19, o grupo foi elencada como um exemplo de resistência e renascimento. Ela é a mais antiga companhia folclórica do país.
O processo de recuperação começou, aponta a publicação, com a live de aniversário de Caetano Veloso, em agosto deste ano. O cantor utilizou do espaço para pedir doações para uma “vaquinha” do Balé Folclórico da Bahia, que passa por dificuldades (reveja aqui). “Se vocês contribuírem, será o meu presente de aniversário”, afirmou Caetano. “Esse balé é uma coisa linda”.
Em três dias, a ação, que só tinha conseguido arrecadar R$ 25 mil, saltou para R$ 160 mil. A maior parte dos que contribuíam mandava um recado-padrão no site das doações (mais de 2 mil mensagens foram registradas): “Caetano mandou, a gente atende!”
O Balé tinha feito um empréstimo de 113 mil reais para pagar os salários de fevereiro a abril de bailarinos e funcionários (com 40 integrantes e 32 anos de existência, nunca teve um patrocinador) e estava com as apresentações, sua única fonte de renda, suspensas por causa da pandemia (relembre aqui).
“Caetano fez o maior gesto de solidariedade. Mostra que a gente tem capacidade de ser feliz, de entender o outro ser humano. Muitas vezes, não é de dinheiro que se trata. O mundo precisa disso, de afeto, as pessoas andam enlouquecidas. Ou é isso ou é Mad Max”, emociona-se Walson Botelho, o Vavá, diretor do Balé Folclórico da Bahia, ao comentar o fato para a Elle.
A situação reflete o momento em que a cultura brasileira se encontra. Mesmo inserida dentro de um ambiente econômico com mais de 4,3 milhões de trbalhadores e 150 mil empresas em plano funcionamento no ano passado, apresenta um processo de sucateamento e destruição de suas estruturas e seu legado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.