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O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), colocou o eleitorado baiano no centro de sua estratégia de viabilização política nesta terça-feira (9), durante a 20ª edição da Bahia Farm Show, realizada no município de Luís Eduardo Magalhães, no oeste do estado. Diante de uma plateia de apoiadores e produtores rurais, o parlamentar enfatizou a importância geopolítica do estado para o cenário nacional.
"A Bahia é a solução do Brasil. Vamos libertar a Bahia e o Brasil", afirma o parlamentar ao Bahia Notícias, sinalizando que o comitê do PL enxerga o território baiano como decisivo para equilibrar as forças eleitorais e construir uma maioria conservadora no Nordeste para o próximo pleito.
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Para sustentar o projeto de "libertação" mencionado em seu palanque, Flávio Bolsonaro subiu o tom na área de segurança pública. O senador recorreu à tese de que o controle territorial de facções criminosas precisa ser combatido com rigor institucional e prometeu medidas duras contra a criminalidade.
"Juntos, vamos libertar o povo brasileiro desse poder paralelo, desses narcotraficantes. Porque nós não deixaremos mais eles soltos [como estão]. Nós vamos reduzir a maioridade penal. A gente vai aprovar a castração química para estuprador", exclama o candidato.
O senador também assumiu o compromisso de combater o domínio de organizações criminosas na Bahia. "Vamos libertar cada baiano que hoje mora em uma área dominada por esses narcoterroristas", assegura.
Aproveitando o palco da maior feira de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste, o pré-candidato direcionou fortes críticas ao governo do presidente Lula (PT). Flávio acusou a atual gestão federal de hostilizar o setor produtivo e prometeu segurança jurídica no campo, com foco no combate às invasões de propriedades privadas.
"Vocês carregam esse Brasil nas costas. E não merecem ter um presidente que trata o agro como se fossem fascistas, como se fossem bandidos. Isso tem dia e hora para acabar", dispara.
Ele acrescentou que, sob uma eventual liderança sua, as invasões de terra serão extintas e o país voltará a ter ordem.
Ao concluir seu pronunciamento, o pré-candidato fez um chamamento à união do eleitorado presente na feira: "Eu quero convidar cada um de vocês para se unirem a nós nessa caminhada".
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Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.