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Vitória petista nas urnas no âmbito estadual e federal, isso ainda no primeiro turno. Foi assim que o deputado federal Valmir Assunção (PT) projetou o resultado da eleição geral agendada para outubro de 2026. Em entrevista ao Bahia Notícias, o deputado do PT ainda defendeu o senador Jaques Wagner (PT), investigado pela PF na 9ª fase da Operação Compliance Zero.
Presente nos festejos de 2 de Julho, o deputado federal comentou sobre as recentes entregas na Bahia, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparecendo ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na entrega do Teatro Castro Alves e no evento de início das construções da Ponte Salvador-Itaparica, além da inauguração de uma maternidade na cidade de Alagoinhas, gerida por Gustavo Carmo (PSD).
Para o político, estes projetos devem ser decisivos para uma vitória rápida da gestão governista na Bahia e no Brasil. "Por toda essa entrega, devemos ganhar ainda no primeiro turno", afirmou Valmir.
Perguntado sobre o peso do Caso Master para a chapa governista, Valmir Assunção acusou o centrão de criar narrativas que situam Jaques Wagner no caso e que a PF deveria redirecionar suas investigações para políticos do centrão. "Fizeram de tudo para colocar Wagner no centro disso, mas quem o conhece sabe que ele jamais faria isso", afirmou o deputado. "Jaques Wagner é patrimônio da Bahia e devemos zelar por ele", completou Assunção.
Também citado em relatório da PF durante fases anteriores, ACM Neto (União) foi mencionado por Valmir como um dos políticos que deveria estar na mira das investigações. Segundo Assunção, o ex-prefeito da capital baiana estaria tão envolvido quanto a família Bolsonaro na fraude bilionária do Banco Master.
O deputado ainda argumentou que Wagner não se opôs à CPI proposta para investigar a fundo o escândalo do Master. "Ele não tinha problema algum, muito menos envolvimento com o caso", sugeriu Valmir.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
José Múcio Monteiro
"Precisamos ver onde podemos ajudar mais. A simpatia que o meu presidente tem pela Venezuela é absoluta. A partir de agora, Brasil e Venezuela são um só país".
Disse o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro após reunião nesta terça-feira com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, em Caracas. O encontro está marcado para as 14h, horário de Brasília. Pela manhã, Múcio já havia se reunido com o ministro da Defesa venezuelano, Gustavo González López, com quem conversou sobre a ajuda que o Brasil vem enviando ao país após os terremotos da semana passada.