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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu pagar US$ 5 mil, o equivalente a cerca de R$ 25,5 mil, a cada adulto do país caso o Partido Republicano mantenha a maioria de representantes na Câmara dos Deputados e no Senado nas eleições de novembro.
A declaração foi dada nesta quarta-feira (9) durante uma convenção dos republicanos em Dallas, no Texas, a primeira da história realizada para os "midterms", as eleições de meio de mandato.
Trump: So if the Republicans win, you get $5000. pic.twitter.com/4ZC0DPFztp
— Acyn (@Acyn) September 10, 2026
Segundo informações do g1, em seu discurso, Trump chamou o benefício de "dividendo." "Se os republicanos vencerem a Câmara dos Representantes e o Senado dos Estados Unidos, ambos... por causa da nossa enorme força e sucesso econômico, vou conceder um dividendo de US$ 5 mil a cada cidadão adulto dos Estados Unidos da América", declarou.
Em novembro, os cidadãos dos EUA vão às urnas para as chamadas eleições de meio de mandato, que renovam todos os 435 assentos da Câmara dos Representantes e parte das vagas do Senado.
Como os EUA têm cerca de 270 milhões de cidadãos adultos atualmente, o montante que Trump prometeu custaria aos cofres do país cerca de US$ 1,3 trilhões (R$ 6,6 trilhões). O presidente norte-americano não detalhou como a proposta seria financiada nem quem teria direito ao pagamento.
Também não informou quando o benefício seria implementado, caso os republicanos vençam as eleições. Trump, no entanto, acrescentou que o dinheiro teria uma condição: precisaria ser gasto dentro dos Estados Unidos.
"A única condição é que o dividendo que estamos concedendo seja gasto nos Estados Unidos da América", disse.
O ex-presidente dos Estados Unidos e atual candidato à Casa Branca, Donald Trump, realizou, neste domingo (3), um discurso na cidade de Lititz na Pensilvânia, repleto de falas polêmicas. A principal delas foi uma afirmação de que não deveria ter deixado a Casa branca após a derrota, até hoje não admitida por ele, nas eleições de 2020.
Em seu discurso de quase 90 minutos, Trump fez críticas a imprensa norte-americana, bem como ao atual presidente Joe Biden, que o derrotou no pleito de 2020. No entanto, o assunto que mais tomou tempo na fala do candidato foi a questão da imprensa norte-americana.
O ataque aos profissionais da mídia começou quando o ex-presidente observou haver lacunas nas vidraças a prova de balas que estavam ao seu redor. Membros da imprensa que o acompanhavam no evento tinham, no entanto, uma linha de visão através das lacunas.
“Para me pegar, alguém teria que atirar nos ‘fake news’, e eu não me importo muito com isso”, afirmou Trump, reforçando a sua indisposição com membros da imprensa, uma das marcas mais fortes de seu governo, que durou de 2017 até 2021.
Em julho deste ano, o ex-presidente foi alvo de um atentado durante um comício, na cidade de Butler, também na Pensilvânia, no ataque, o candidato foi atingido com um tiro de fuzil na orelha, e um homem que assistia o comício acabou morrendo. O atirador, Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, foi morto pelo Serviço Secreto.
Além disso, Trump lançou dúvidas sobre a integridade do processo eleitoral e ressuscitou queixas sobre ter sido processado após tentar anular sua derrota no pleito de 2020. Ademais, o ex-presidente criticou o seu sucessor, Joe Biden, chamando-o de “grosseiramente incompetente”.
Para o atual presidente dos EUA, Joe Biden, está “claro” que Donald Trump seria o candidato do Partido Republicano em 2024, depois que o ex-presidente venceu as primárias republicanas do estado. O democrata venceu as primárias do partido em New Hampshire. Trump também venceu as primárias do estado pela sua legenda.
“Agora está claro que Donald Trump será o candidato republicano. E a minha mensagem ao país é que o que está em jogo não poderia ser maior. Nossa democracia. As nossas liberdades pessoais – desde o direito de escolha ao direito de voto. A nossa economia — que registrou a recuperação mais forte do mundo desde a Cvid. Todos estão em jogo”, disse Biden em comunicado. As informações são da CNN.
Biden agradeceu aos seus apoiadores de New Hampshire que participaram no esforço popular por escrito em seu nome – com o qual a sua campanha visivelmente não coordenou – chamando-o de “uma demonstração histórica de compromisso com o nosso processo democrático”.
O presidente estendeu um convite aos independentes e republicanos “que partilham o nosso compromisso com os valores fundamentais da nossa nação – a nossa democracia, as nossas liberdades pessoais, uma economia que dá a todos uma oportunidade justa – para se juntarem a nós como americanos”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.