Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
eleicao presidencia
Presente em evento da Liga Showbol, Romário, que é dono e jogador de um dos times participantes do campeonato da modalidade, comentou sobre a atual gestão da CBF, liderada por Ednaldo Rodrigues, o ex-centroavante da Seleção Brasileira enalteceu o trabalho do presidente da entidade.
“O que eu espero da CBF é que ela faça o papel dela. O atual presidente (Ednaldo Rodrigues) faz um trabalho bem melhor do que os outros. Conseguiu tirar os ‘ratos’, os ladrões, lá de dentro da CBF. Eu desejo boa sorte para ele, boa sorte para a CBF, até porque vem aí uma Copa do Mundo. A CBF é a instituição mais importante do Brasil neste momento quando se fala em esporte, porque temos uma Copa do Mundo bem próxima”, declarou.
Senador do Rio de Janeiro pelo Partido Liberal, Romário afirmou que Ednaldo fez o que está previsto no estatuto, além de ressaltar que o mandatário não tem concorrentes na eleição da presidência da Confederação Brasileira de Futebol por todos os possíveis adversários entenderem que dificilmente venceriam o atual gestor.
“Tudo tem política, e segundo o estatuto da CBF, permite ao presidente antecipar uma eleição e foi o que ele (Ednaldo) fez. Ele não está cometendo nenhum crime, não tem nada fora do estatuto. Em relação a ele não ter adversário, isso é porque, infelizmente, os concorrentes entenderam que não iriam ganhar. O Ronaldo, que eu tenho certeza que teria capacidade de disputar, entendeu que hoje não é o momento dele”, completou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.