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Cacá Leão admite que “namoro” com Sidninho era antigo e revela surpresa com o desembarque dele no PP
Em entrevista ao podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (8), o ex-deputado federal Cacá Leão (PP), atual presidente municipal da legenda e secretário de Governo da Prefeitura de Salvador, comentou a chegada de vereadores de mandato na sigla, a exemplo de Sidninho, que saiu do PSDB.
Segundo Leão, a chegada do vereador causou certa resistência nos quadros do PP devido ao fato dele estar exercendo o segundo mandato na Câmara Municipal de Salvador e de ser 1ª suplente de deputado federal. “A gente recebeu no sábado o vereador Sidninho. Engraçado que é um namoro antigo, na eleição de 2022, quando a gente fez exatamente a migração [saída da base do governo] e a gente conversou com algumas pessoas, uma dessas pessoas foi o vereador Sidninho. Eu conversei muito com ele na época, ele era candidato a deputado federal, inclusive uma campanha estruturada no interior da Bahia e ali naquele momento ele fez a opção, por achar que seria mais fácil disputar a eleição pelo Podemos, e se ele tivesse migrado para o Progressistas ele seria deputado federal hoje”, contextualizou.
Ainda de acordo com o cacique do PP, o que fez com que o vereador tomasse a decisão de desembarcar no ninho pepista nos 45 minutos do segundo tempo, já que a sua filiação se deu no último dia permitido pela janela partidária, foi a capilaridade da legenda. Ele ainda revelou a surpresa dos demais pré-candidatos que, durante a reunião, teriam expressado preocupação com o “tamanho” do concorrente: “Logo ele, ele é grande. Não teria um menorzinho para colocar aqui não?”, contou.
Confira a entrevista:
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Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.