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O grupo do atual prefeito de Simões Filho, Dinha Tolentino (MDB), tem debatido de forma mais intensa as eleições de 2024. Com isso, dois nomes têm ganhado mais destaque: a secretária de Governo, Simone Costa, e o vice-prefeito Sid Serra (PSDB).
Sem ter "ingerência" direta no processo, Dinha tem deixado que ambos consigam se viabilizar. Apesar disso, Simone possui ligeira vantagem para ser o nome, já que é considerada o braço direito do prefeito desde o primeiro mandato. Fontes próximas a Dinha garantem que ela é a que tem maior potencial eleitoral, tanto por ter conquistado apoio político das lideranças quanto por conduzir diversos projetos e obras na cidade.
A decisão do partido também deve movimentar os bastidores da cidade, já que, com o movimento estadual do MDB em migrar para a base governista na Bahia, Dinha, que é ligado ao grupo de ACM Neto (União), permaneceu na legenda. Segundo fontes da gestão municipal, diversos convites foram feitos pelo deputado federal e presidente estadual do União Brasil, Paulo Azi, para que a chegada ao partido ocorresse, mas sem sucesso.
O afunilamento para o partido também tem ocorrido, já que informações de bastidores, obtidas pelo Bahia Notícias com políticos ligados ao União Brasil dão conta que, caso Simone seja o nome escolhido, ela dispute o pleito ou pelo próprio MDB ou pelo União Brasil. A defesa na cidade é pela filiação da atual secretária ao União, "ampliando" o poder da legenda na região metropolitana.
Mesmo assim, o atual vice, nome tradicionalmente escolhido para sucessão nas prefeituras, ainda não desistiu de ser o nome do grupo. Filiado ao PSDB, o arranjo para a escolha dele teria que ser mais amplo, inserindo outro partido no diálogo pela sucessão.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.