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eleicao em simoes filho
O grupo do atual prefeito de Simões Filho, Dinha Tolentino (MDB), tem debatido de forma mais intensa as eleições de 2024. Com isso, dois nomes têm ganhado mais destaque: a secretária de Governo, Simone Costa, e o vice-prefeito Sid Serra (PSDB).
Sem ter "ingerência" direta no processo, Dinha tem deixado que ambos consigam se viabilizar. Apesar disso, Simone possui ligeira vantagem para ser o nome, já que é considerada o braço direito do prefeito desde o primeiro mandato. Fontes próximas a Dinha garantem que ela é a que tem maior potencial eleitoral, tanto por ter conquistado apoio político das lideranças quanto por conduzir diversos projetos e obras na cidade.
A decisão do partido também deve movimentar os bastidores da cidade, já que, com o movimento estadual do MDB em migrar para a base governista na Bahia, Dinha, que é ligado ao grupo de ACM Neto (União), permaneceu na legenda. Segundo fontes da gestão municipal, diversos convites foram feitos pelo deputado federal e presidente estadual do União Brasil, Paulo Azi, para que a chegada ao partido ocorresse, mas sem sucesso.
O afunilamento para o partido também tem ocorrido, já que informações de bastidores, obtidas pelo Bahia Notícias com políticos ligados ao União Brasil dão conta que, caso Simone seja o nome escolhido, ela dispute o pleito ou pelo próprio MDB ou pelo União Brasil. A defesa na cidade é pela filiação da atual secretária ao União, "ampliando" o poder da legenda na região metropolitana.
Mesmo assim, o atual vice, nome tradicionalmente escolhido para sucessão nas prefeituras, ainda não desistiu de ser o nome do grupo. Filiado ao PSDB, o arranjo para a escolha dele teria que ser mais amplo, inserindo outro partido no diálogo pela sucessão.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.