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eduardo girao
A equipe responsável pela campanha do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), confirmou a escolha do senador Eduardo Girão (Novo) para compor a chapa presidencial como pré-candidato a vice-presidente. A definição ocorreu após tratativas entre a dupla e lideranças do diretório nacional da legenda.
Com o alinhamento, Girão deixará a disputa pelo governo do Ceará, projeto que havia sido oficializado no começo do mês de julho. A composição consolida uma chapa inteiramente formada por filiados do Novo.
De acordo com o g1, outros nomes chegaram a ser ponderados antes do acerto com o parlamentar cearense. O ex-deputado Tiago Mitraud (Novo) integrou a lista de opções, mas acabou indicado para disputar o governo mineiro na vaga de vice de Mateus Simões (PSD).
Já o empresário Geraldo Rufino (Podemos), tido como alternativa pública por Zema, preferiu concorrer ao Senado pelo estado de São Paulo.
QUEM É O SENADOR?
Luís Eduardo Grangeiro Girão nasceu em Fortaleza em 1972. Ingressou no cenário empresarial antes da política, atuando nos segmentos de transporte de valores, segurança privada, hotelaria e produção audiovisual. Foi o criador da Associação Estação da Luz, em 2004, voltada a causas sociais.
Também esteve à frente da presidência do Fortaleza Esporte Clube no ano de 2017. Estreou na disputa por cargos eletivos no pleito de 2018, quando obteve mais de 1,3 milhão de votos e conquistou uma vaga no Senado pelo Ceará, superando o então presidente da Casa, Eunício Oliveira (MDB). O mandato teve início em fevereiro de 2019 e se estende até janeiro de 2027.
Nas eleições municipais de 2024, disputou a Prefeitura de Fortaleza, terminando o pleito na quinta colocação ao registrar aproximadamente 14,8 mil votos (1,06% do eleitorado válido).
Já para o pleito estadual de 2026, havia estruturado sua postulação com o respaldo público de Michelle Bolsonaro, a despeito de o diretório do PL no Ceará ter formalizado aliança com Ciro Gomes (PSDB).
Ao longo do mandato no Senado, duas propostas apresentadas por Girão foram convertidas em legislação nacional: a instituição do Dia Nacional do Espiritismo, celebrado em 18 de abril, e a lei sancionada em julho de 2026, que veda a produção e a comercialização de produtos alimentícios obtidos por alimentação forçada de animais.
O senador também é autor de matérias voltadas ao estabelecimento de teto para gastos públicos com propaganda e à exigência de critérios estritos de eficiência na aplicação do Orçamento. Uma emenda de sua autoria foi anexada ao texto aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que prevê a extinção da reeleição, a unificação das eleições e a fixação de mandatos de cinco anos.
Na atuação parlamentar, Girão subscreveu o requerimento para estender o escopo da CPI da Covid a estados e municípios e coletou adesões para a abertura de investigação sobre o Banco Master.
O senador Eduardo Girão (Novo-CE), acompanhado de um grupo numeroso de deputados e senadores, anunciou em entrevista coletiva, nesta quarta-feira (14), que até o dia 9 de setembro deve ser protocolado "o maior pedido de impeachment que esse país já viu". Girão afirmou na entrevista que já foi iniciada a coleta de assinaturas para um requerimento de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
"O Senado precisa cumprir o seu dever constitucional de ter a prerrogativa de investigar o Supremo Tribunal Federal" disse o senador Girão, que é candidato a prefeito de Fortaleza.
Parlamentares que também se pronunciaram na entrevista falaram sobre a reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo que afirma que um auxiliar de Alexandre de Moraes no STF teria pedido, de forma não oficial, a produção de relatórios de investigação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esses pedidos seriam utilizados, de acordo com a reportagem da Folha, para embasar decisões de Moraes no chamado inquérito das fake news, instaurado para apurar ataques a ministros e autoridades.
De acordo com o senador Girão, não serão buscadas assinaturas apenas de parlamentares, mas também de juristas, desembargadores, ex-ministros do Judiciário, e membros da sociedade civil. As assinaturas serão coletadas por diversos deputados e senadores até o próximo dia 7 de setembro. Para esse dia, está programada uma manifestação na Avenida Paulista, onde será pedido o impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), não se pronunciou sobre eventuais pedidos de impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Pacheco driblou a imprensa na tarde desta quarta, ao entrar no Plenário por uma porta lateral. Os jornalistas aguardavam Pacheco na entrada principal do Plenário.
O Senado Federal debateu, nesta segunda-feira (17), a proibição do Conselho Federal de Medicina (CFM) a assistolia fetal para interrupção de gravidez em casos de estupro, como previsto em lei.
A sessão foi aberta com uma performance de uma contadora de histórias que reproduziu as falas de um feto durante o aborto. Nyedja Gennari interpretou um texto dramático fazendo referência à técnica de assistolia fetal, usada na interrupção da gravidez nos casos de aborto previsto em lei, para interromper os batimentos cardíacos do feto, antes da retirada.
?? Debate no senado sobre assistolia fetal é marcado por teatro com 'falas de um feto' durante um aborto
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 17, 2024
Confira ??https://t.co/9wN9v6QvxJ pic.twitter.com/f7mSFTS9F7
“Não! Não acredito! Essa injeção, essa agulha! Quero continuar vivo. Vai doer muito. Por Deus, eu imploro!”. A história interpretada com detalhes do procedimento abortivo foi aplaudida pelos conservadores no Senado, de acordo com o Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias. “Essa história, embora trágica, dolorosa, é um chamado para reflexão, para que todos compreendam a seriedade e as consequências do aborto.”
O debate ocorreu no plenário da Casa da Legislativa. O senador Eduardo Girão (Novo-CE), autor do requerimento, solicitou a participação de representantes do CFM, Ministério da Saúde e organizações da sociedade civil envolvidas no assunto.
O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu, no fim de maio deste ano, o julgamento sobre a legalidade da resolução do CFM contra assistolia fetal. O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, derrubou a proibição do Conselho de Medicina.
Tramita no Senado projeto que permite ao preso que está sendo monitorado com tornozeleira eletrônica sair do perímetro de circulação para fim, exclusivo, de comparecimento a culto religioso. O Projeto de Lei (PL) 5.832/2023, apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), em dezembro de 2023, chama a atenção para a importância da prática religiosa na reinserção social dos presos.
Segundo o texto, a pessoa monitorada eletronicamente que desejar praticar sua religião fora da área geográfica que lhe for determinada deverá comunicar previamente o trajeto ao servidor responsável pela monitoração, ou sofrerá as penas previstas na Lei de Execução Penal (Lei 7.210, de 1984). As informações são da Agência Senado.
Eduardo Girão justifica sua proposição elogiando a tornozeleira eletrônica, que contribui para desafogar o sistema penitenciário e estimular a ressocialização dos detentos. Ele ressalva, porém, que “o homem é um ser ético e possui necessidades espirituais” cujo exercício deve ser garantido pelo Estado.
“A Carta Magna dispõe (…) o direito fundamental à prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva. A LEP (…) é outro diploma que incentiva e regula a inclusão do apenado em alguma religião, por entender a importância de seu papel na recuperação do indivíduo que se encontra privado da sua liberdade. Muitas vezes, porém, a depender da fé do detento, os lugares de culto se encontram afastados da área geográfica de circulação permitida”, argumenta o senador.
A proposição está na Comissão de Direitos Humanos (CDH), de onde seguirá para a Comissão de Segurança Pública (CSP). A decisão da CSP será terminativa: se aprovado na comissão e não houver recurso de Plenário, o texto seguirá diretamente para a Câmara dos Deputados.
O senador Eduardo Girão (Novo) foi até a Nova York entregar, nesta sexta-feira (21), junto a um grupo de parlamentares, uma denúncia sobre o que classifica de “violação de direitos” dos presos em decorrência dos atos golpistas de 8 de janeiro.
Segundo Girão, o destinatário do documento é o embaixador Sérgio França Danese, chefe do escritório do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU). No entanto, segundo o O Globo, grupo de parlamentares errou o procedimento e o endereço.
Neste caso, o destinatário seria o Comitê de Direitos Humanos da ONU, ou seja, deveriam ter apresentado o documento em Genebra, na Suíça, onde acontecem as sessões do comitê, segundo advogados e membros do Itamaraty ouvidos pela coluna.
O texto foi assinado por 52 congressistas e tem cerca de 50 páginas.
Convidado pelo Senado Federal para apresentar as prioridades da pasta que comanda, o ministro dos Direitos Humanos, Sílvio Almeida, foi surpreendido por um protesto do senador Eduardo Girão (Novo), na manhã desta quinta-feira (27), quando o parlamentar tentou entregá-lo um feto.
"Aproveitar aqui, já que a gente entrou na questão da dignidade humana, e vou materializar a entrega desta criança com 11 semanas de gestação", disse o cearense, se dirigindo até a mesa em que Almeida estava com um pequeno recipiente nas mãos.
Incomodado com a situação, o ministro afirmou que não iria receber o volume. "Eu não quero receber isso por um motivo muito simples: vou ser pai agora e sei muito bem o que significa isso, é uma performance e repudio profundamente", indignou-se.
"Com todo respeito, isso é uma exploração inaceitável de um problema muito sério no país. Em nome da minha filha que vai nascer, me recuso a receber", completou logo em seguida, batendo na mesa.
Após a manifestação do chefe do Ministério dos Direitos Humanos, os demais presentes aplaudiram-no de pé e o senador Eduardo Girão se afastou. "Isso é um escárnio. Não vou receber", rechaçou Almeida.
Eduardo Girão tenta entregar feto a Silvio Almeida durante audiência no Senado
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) April 27, 2023
Veja ? pic.twitter.com/tfHkaugdui
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Dizer que somos povo de Deus".
Disse o governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues ao rebater críticas de cunho religioso de opositores e pediu ajuda de aliados para atrair lideranças políticas e o eleitorado evangélico para a campanha petista. A fala, registrada em uma reunião com os caciques e os prefeitos da base aliada, na última quarta-feira (19) em Salvador, cita a prefeita reeleita de Cachoeira, no Recôncavo baiano, Eliana Gonzaga.