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eduardo caricchio
O juiz Eduardo Afonso Maia Caricchio (30ª Vara De Substituições) revelou nesta quarta-feira (19) as expectativas para assumir o cargo de desembargador deixado por Lígia Maria Ramos Cunha, que teve a aposentadoria compulsória determinada.
O magistrado, que assume a função nesta quarta, relembrou em entrevista ao Bahia Notícias sua trajetória e disse que tem em sua história a marca do trabalho e produtividade.
“A estrada é longa. Estou na magistratura há mais de 40 anos e na vida forense há mais de 50 anos. Então é uma estrada longa, de muito trabalho. Eu espero continuar no meu ritmo de trabalho. Eu sou acusado de ter boa produtividade. Me acusam de ter trabalhado demais. Mas eu não sei o que eu faço, mas é meu ritmo. Acabei de conversar com um colega aqui também me dizendo isso, ele me sucedeu numa comarca e, ao chegar lá, não tinham [trabalho] para fazer. Eu não sei se isso é bom ou ruim, mas é meu ritmo. É trabalho com seriedade”, disse Caricchio, que chega ao posto após preencher o critério de antiguidade.
Eduardo ainda tratou sobre as diferenças de uma magistratura de primeiro grau para desembargador. “O trabalho judicante é sempre edificante e leva em conta o fato de que a gente tem que estar de boa-fé, com coragem, com coração limpo, para poder julgar a vida e o interesse das pessoas, dos cidadãos da cidade”, afirmou ao BN.
O novo desembargador ainda comentou sobre sua visão do cenário do judiciário baiano. Segundo Caricchio, é preciso investir no setor baiano. “Isso é um problema sério, por exemplo, eu estou saindo de uma vara em que deixei 238 processos e estou recebendo aqui 3.900 processos. Eu não sei se qualquer empresa da iniciativa privada teria condições de manter isso sem investimento. Para ter um retorno, para ter realmente a movimentação que a sociedade precisa, tem que investir no judiciário”, finalizou.
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"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.