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edinanci silva e argelina do boxe
A polêmica gerada após o término de uma luta de boxe nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, na manhã desta quinta-feira (1), relembrou a história vivida por Edinanci Silva, judoca brasileira. A atlteta viu manchetes estamparem o questionamento "Homem ou mulher: o que você acha?" nos jornais.
A luta entre a argelina Imane Khelif e Angela Carini, da Itália, repercutiu nas redes sociais depois da italiana abandonar a luta aos 46 segundos. A boxeadora explicou a decisão, mas muitos interpretaram como boicote. Isso se daria porque Khelif foi reprovada no teste de gênero e mesmo assim, autorizada a ir para os Jogos Olímpicos.
Nas últimas horas a atleta tem sido alvo de transfobia, contudo, o Cômite Olímpico da Argélia condenou os ataques à Imane, que é cirgênero.
A situação se assemelha à polêmica ocorrida com a judoca brasileira Edinanci Silva, em 1995.
No momento em que a paraibana começou a treinar intensamente para o judô, as características masculinas começaram a aparecer mais no sentido físico, e o treinador da atleta decidiu leva-la investigar a situação.
Os exames mostraram que Edinanci produzia um nível muito alto de testosterona, hormônio masculino, e que, provavelmente, mais tarde, aquilo iria virar um câncer.
No entanto, os exames da brasileira foram vazados e, desde então, Edinanci começou a ouvir comentários ofensivos e transfóbicos na rua.
"Entre 1995 e 1996, minha vida foi o cão. Não podia sair na rua porque ficavam me atacando. Não fisicamente, mas com palavras. Em Guarulhos, quando as pessoas me reconheciam, diziam: 'Isso aí é um homem', usavam palavras chulas para me atacar", disse a judoca.
A histórica Edinanci, além de possuir dois bronzes em Campeonatos Mundiais de judô, a paraibana tem um lugar no hall da fama do Cômite Olímpico Brasileiro como primeira mulher a disputar 4 Olímpiadas (Atlanta 1996, Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Azi
"A redução da jornada de trabalho pode se apresentar como um mecanismo normativo para a preservação da saúde, segurança e bem-estar dos trabalhadores, promovendo o devido equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e o dedicado à vida pessoal".
Disse o relator da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que trata do fim da escala 6x1, deputado federal Paulo Azil (União) ao apresentar um parecer favorável à admissibilidade do projeto durante reunião da Comissão de Constitui'ão e Justiça (CCJ) nesta quarta-feira (15) pela manhã.