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Com 50 anos de trajetória dedicados ao samba, Edil Pacheco não esconde a emoção ao ser lembrado em meio à programação oficial do Carnaval de Salvador. "Para mim foi uma honra. Estou 50 anos fazendo isso e nunca houve uma publicidade, um levantamento, visibilidade", desabafa o sambista, evidenciando uma ausência histórica que começa, ainda que tardiamente, a ser reparada.
A iniciativa de prestigiar o samba na folia momesca é recebida com entusiasmo por Edil, que vê no gesto não apenas um aceno aos artistas do gênero, mas um movimento de valorização da própria identidade musical brasileira. "Precisamos dar mais visibilidade ao samba, porque o samba é o perfil, é a célula maior da música brasileira", afirma.
Para Pacheco, transcende o aspecto mercadológico e toca numa dimensão estrutural da música produzida no país. "Quando a música popular brasileira está em baixa, o samba chega e salva", pontua. "O samba é o pai de todas as vertentes e o pai da música que se faz no Brasil e na Bahia."
"O samba sempre ficou mais atrás", observa o compositor. Agora, amparado por políticas de reconhecimento e pela própria força de sua cena, o ritmo que deu contorno à identidade sonora brasileira começa a ocupar, na Bahia, o protagonismo que nunca deveria ter perdido.
Os sambistas Walmir Lima e Juliana Ribeiro são os convidados especiais da próxima edição do Samba na Varanda, roda de samba comandada por Edil Pacheco, em Salvador.
O evento acontece neste domingo (5), a partir das 15h, no Centro Cultural Samba na Varanda, localizado na Rua Pituaçu, no Imbuí.
Velho parceiro do anfitrião, Walmir é autor da música “Ilha de Maré”, que fez sucesso na voz de Alcione e estará no repertório do encontro. Ele apresentará ao público ainda um novo samba, “Mar Grande da Ilha”.
Juliana Ribeiro, que já participou da roda em outras ocasiões, apresentará um repertório requintado, que contempla também lundus, jongos, batuques e sambas-de-roda, mesclado com peças autorais e clássicos do gênero.
A roda de samba deste domingo terá ainda a participação da banda Cor do Brasil, formada por Du Marques (violão de sete cordas), Lazinho do Banjo (cavaquinho), Cicinho de Assis (acordeon), Esquerdinha (pandeiro), André (percussão), Régis (surdo) e Ivan Solon (repique de mão).
SERVIÇO
O QUÊ: Samba na Varanda
QUANDO: Domingo, 5 de maio, a partir das 13h
ONDE: Centro Cultural Samba na Varanda – Imbuí – Salvador (BA)
VALOR: R$ 20 (primeiro lote, até a véspera) e R$ 25 (no local, antes das apresentações)
Idealizado por Edil Pacheco, o Samba na Varanda terá a participação especial do cantor e compositor Alexandre Leão, neste domingo (7), a partir das 13h.
O evento, que tem como proposta reunir sambistas para celebrar o gênero musical, acontece no Centro Cultural Samba na Varanda, situado na rua Pituaçu, no bairro do Imbuí. O imóvel foi transformado pelo anfitrião em um novo espaço cultural.
Neste domingo, o Samba na Varanda terá ainda o som da banda Cor do Brasil, formada por Du Marques (violão de sete cordas), Lazinho do Banjo (cavaquinho), Cicinho de Assis (acordeon), Esquerdinha (pandeiro), André (percussão), Régis (surdo) e Ivan Solon (repique de mão).
Em edições anteriores do encontro Edil Pacheco recebeu nomes como Juliana Ribeiro, Nélson Rufino, Dora Vergueiro, Roberto Mendes, Lazzo Matumbi, Gerônimo, Zelito Miranda, o maestro Fred Dantas, Margareth Menezes e Armandinho.
SERVIÇO
O QUÊ: Samba na Varanda
QUANDO: Domingo, 7 de abril, às 13h
ONDE: Centro Cultural Samba na Varanda – Rua Pituaçu, 21 – Imbuí (BA)
VALOR: R$ 20 (primeiro lote, até a véspera) e R$ 25 (no local, antes das apresentações)
Completando este ano 70 carnavais, o afoxé Filhos de Gandhy realiza mais uma edição de seu ensaio geral neste domingo (17), em Salvador. O Festival Cultural da Paz acontece a partir das 14h, no Largo do Pelourinho, e contará com apresentação da banda Show Gandhy, além de participações especiais de convidados como Gilberto Gil, Daniela Mercury, Mariene de Castro, Edil Pacheco, Gerônimo e Ilê Aiyê. A entrada é gratuita.
SERVIÇO
O QUÊ: Filhos de Gandhy - Festival Cultural da Paz
QUANDO: Domingo, 17 de fevereiro, a partir das 14h
ONDE: Largo do Pelourinho – Salvador (BA)
VALOR: Gratuito
Para celebrar o Dia do Samba, em 2 de dezembro, o Terreiro de Jesus, no Centro Histórico de Salvador, receberá mais de 20 artistas em shows gratuitos, a partir das 18h. Participam do evento Mariene de Castro, Juliana Ribeiro, Lazzo, Edil Pacheco, Nelson Rufino, Walmir Lima, Roberto Mendes, Gerônimo, Gal do Beco, Claudete Macedo, Guiga de Ogun, Verônica Dumar, Luci Laura, Raimundo Sodré, Roque Bentenquê, Vânia Bárbara, Cláudia Costa, Fred Dantas, Neto Bala, Firmino de Itapuã, Muniz do Garcia e os grupos Bambas de Sampa e Cor do Brasil. Realizado há 45 anos em Salvador, com o objetivo de reafirmar as origens do samba e manter viva a memória nacional, o Dia do Samba tem direção geral de Edil Pacheco, direção de produção de Paulo Dourado, e patrocínio da Prefeitura de Salvador, através da SALTUR.

"Mel da Bahia" é sétimo álbum do artista
O QUÊ: Pocket show de lançamento do disco “Mel da Bahia”, de Edil Pacheco
QUANDO: Terça-feira, 7 de julho, às 19h
ONDE: Livraria Cultura do Salvador Shopping
QUANTO: Gratuito
SERVIÇO
O QUÊ: Encontro de Compositores recebe sambista Edil Pacheco
Segundo amigos, “O Ouro do Samba Baiano”, como era chamado por muitos, começou a sentir dores na região do abdômen ainda na quinta-feira (29) quando foi internado no Hospital Ernesto Simões. O corpo de Gentil deve ser sepultado às 15h deste sábado (31), no Cemitério Campo Santo, na Federação.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hugo Motta
"A PEC da redução da jornada de trabalho 6x1 é uma destas agendas. A tramitação via Proposta de Emenda Constitucional é, ao mesmo tempo, o respeito das prerrogativas da deputada Erika Hilton e do deputado Reginaldo Lopes, que apresentaram seus projetos, e a oportunidade de promover um debate amplo. O equilíbrio e a responsabilidade são essenciais numa matéria de tamanho impacto".
Disse o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) ao comentar sobre a colocação na pauta sobre o fim da escala 6x1 e indicar anteriormente que seria “vender um sonho que não se sustenta”.