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O cantor Ed City ditou o ritmo do pagodão baiano no Circuito Osmar na tarde desta segunda-feira (12). Ele animou o folião pipoca no trio sem cordas, com os hits que marcam a carreira do cantor. Pedindo para “favela” balançar, Ed City arrastou centenas de pessoas.
Além dele, passam pelo Campo Grande nomes como Hiago Danadinho, Psirico e Igor Kannário, ícones do pagode baiano. Antes de Ed City, O Erótico também cruzou a passarela Nelson Maleiro.
Completando 30 anos de carreira, o grupo É O Tchan está prestes a lançar um novo EP para comemorar o aniversário. Desta vez, foram convidados talentos novos e antigos da música baiana.
Até o momento, o EP não tem um nome definido. Oh Polêmico, Márcio Victor e Ed City são alguns dos artistas antigos que tem destaque no cenário musical baiano. A proposta é que a mistura dos artistas da nova e velha guarda possa trazer uma nova sonoridade que agrade os fãs de todas as gerações.
O vocalista da banda Oh Polêmico, Polly, revelou estar muito feliz com o convite. “Me identifiquei bastante e tenho certeza de que a galera vai gostar. Breve, breve vai estar no repertório do Polly”, contou. Polly vai participar da música nomeada "Telefone sem Fio".
Por outro lado, para Márcio Victor essa oportunidade é um momento histórico em sua carreira. "Eu acabei de receber um prêmio da música popular brasileira, mas eu acho que o mais importante para mim, na minha vida, na minha carreira, é estar aqui gravando com Beto e com Compadre. Eu falo pela relação afetiva que a gente tem, mas muito pelo lance de eu ser fã do É o Tchan, de eu lembrar como a música deles me recuperou, me levantou nos momentos mais difíceis da minha vida. Fiquei muito feliz com o convite, fiquei fingindo costume, mas me tremendo todo. A música ficou com um tom massa, o arranjo está ótimo e eu estava ali gravando vendo um filme na minha cabeça".
Ed City revelou que acredita que o EP será uma surpresa. “Acho que vai surpreender muita gente, tanto a galera da velha guarda, por causa dessa junção minha e do É o Tchan, quanto a galera mais jovem, porque é uma música atual também. Tenho certeza de que eles vão gostar bastante".
O EP será lançado mensalmente, uma música por mês. A primeira chega em julho, e vem acompanhada de um projeto audiovisual.
“As músicas já chegaram praticamente prontas. Eles fizeram, mandaram pra gente, a gente escuta e daqui a gente manda para John John. A partir daí é feito o arranjo, John John devolve pra gente, a gente ouve, diz o que a gente gosta, se é para mudar alguma coisa ou não. Por fim, quando a gente vê que ficou bom, ficou a cara do É o Tchan, ficou diferente, então vamos gravar", contou Compadre Washington.
Beto Jamaica explicou a escolha da música e dos convidados. "Cada música foi escolhida com o perfil de cada convidado. A explosão de Márcio, do pagodão. O Ed City já vem na malemolência, na brincadeira, no sambão que ele tem junto e o Oh Polêmico já vem resgatando o samba. Ele vem com o 'samba Polemiquinho' que abriu a nossa mente. Lembrou o 'Gera Samba', a gente fez isso há muito tempo, ele está resgatando isso. Então, a gente decidiu trazer esse garoto pra cá e fazer uma música que é a cara dele e conseguimos isso. A gente acertou nas músicas dos feats", finalizou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.

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