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duduka
O movimento LGBTI+ da cidade de Serrinha está de luto após a morte de Lucas Cruz de Jesus, conhecido como "Duduka", um dos fundadores do Coletivo Flores do Sisal. O jovem de 33 anos foi assassinado a tiros na madrugada desta sexta-feira (20) em sua residência, no bairro Vista Alegre.
Segundo informações da Polícia Civil ao Calila Notícias, parceiro do Bahia Notícias, o crime ocorreu por volta de 01h50. Testemunhas relataram ter ouvido disparos e gritos de socorro. Ao chegar no local, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) constatou que Duduka já estava sem vida.
O corpo da vítima apresentava marcas de tiros na cabeça e no tórax. A Polícia Civil investiga o caso e trabalha com a hipótese de que o crime tenha sido motivado por homofobia, devido ao ativismo de Lucas na comunidade LGBTI+.
O Coletivo Flores do Sisal, do qual Duduka era um dos fundadores, emitiu uma nota de pesar e indignação, pedindo justiça e condenando o crime. "Duduka era um símbolo de luta e resistência por um mundo mais justo para a comunidade LGBTQIA+", diz a nota.
A organização ressalta que a morte de Lucas é mais um exemplo da violência que a comunidade LGBTI+ enfrenta diariamente e exige que as autoridades investiguem o caso com rigor e punam os responsáveis.
A morte de Lucas Cruz é um triste lembrete da luta que a comunidade LGBTI+ ainda enfrenta por respeito e igualdade. Ao todo a Bahia teve um aumento de 8% no número de mortes motivadas pelo preconceito de pessoas LGBTQIAP+, com 257 pessoas mortas somente em 2023, segundo o Grupo Gay da Bahia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.