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A decoradora baiana Duda Mandelli embarcou para a Europa em abril, em uma viagem que misturou compromissos profissionais e tempo livre. O roteiro, iniciado no dia 20 de abril, passou por cidades da Itália e terminou em Barcelona, com foco em referências criativas e experiências culturais.
“Foi uma viagem de férias, mas com um olhar muito direcionado para repertório e vivência criativa. Eu chamo de ‘ócio criativo’”, contou ao BN Hall. A primeira parada foi Milão, durante o Salone del Mobile, considerado um dos principais encontros do setor de mobiliário e design no mundo. Na cidade, ela também acompanhou o circuito do Fuorisalone, com ativações de marcas como Louis Vuitton, Prada, Gucci e Audi, ao lado de dois arquitetos.
Após os compromissos, seguiu para o Lago de Como, onde passou alguns dias voltados ao descanso. A região, conhecida pelas vilas históricas e pela paisagem entre montanhas e água, marcou uma pausa no ritmo mais intenso da viagem.
O roteiro foi encerrado em Barcelona, na região da Catalunha, na Espanha. Segundo Duda, a cidade teve um papel duplo, reunindo interesses profissionais e pessoais. “Teve essa parte do contato com as obras de Gaudí, mas também foi uma experiência mais interna”, disse.
A passagem pela cidade espanhola também marcou um momento inédito: a primeira viagem internacional feita sozinha. “Foi uma experiência que traz ainda mais significado para tudo”, completou.
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A decoradora Duda Mandelli será responsável pela ambientação da festa de 4 anos do BN Hall, marcada para o dia 16 de dezembro, às 20h, no Palacete TiraChapéu, no Centro Histórico de Salvador. Com uma decoração que exaltará elementos autênticos baianos, o evento reunirá cerca de 250 convidados e celebrará a trajetória da coluna social do Bahia Notícias, dedicada a valorizar o melhor do estado.
Para criar o projeto, Duda explicou que partiu do encontro entre o contemporâneo e o histórico. “O conceito central nasceu da união entre a Bahia contemporânea, viva, criativa e plural como o BN Hall, e a Bahia histórica, representada pelo TiraChapéu”, contou. “Quero transmitir pertencimento, acolhimento e orgulho de ser Bahia. Que o convidado sinta imediatamente que está entrando em um espaço que fala da nossa identidade, com sofisticação, poesia e verdade”, destacou.
A identidade do BN Hall também orientou escolhas visuais. A decoradora contou que uma conversa com a jornalista Karina Waxman, editora da coluna, ajudou a definir o caminho. “Ela me disse algo profundo: o BN Hall é um produto que fala sobre a Bahia e para a Bahia. Sua estética é leve, moderna, informativa e conectada ao que se vive culturalmente no estado”, lembrou.

A decoração irá incorporá elementos locais. Foto: Acervo Pessoal
Para traduzir essa essência, ela explicou que a decoração incorpora elementos locais, combinando o rústico e características de sua assinatura. O barro de Maragogipinho aparece como referência à ancestralidade artesanal, acompanhado de folhagens tropicais, frutas típicas, fibras, cestarias e madeiras naturais. As cores transitarão por tons terrosos, verdes, amarelos e laranja, compondo uma estética que dialoga com a arquitetura do Palacete sem competir com ela.
“Trabalhei para que cada elemento dialogasse com o prédio. Minha intenção não é mascarar o espaço, muito pelo contrário, quero realçar sua beleza, trazendo elementos baianos”, destacou.
A expectativa é que os convidados vivam uma experiência de imersão na identidade baiana. “Quero que o público tenha a sensação de viver a Bahia por inteiro, a Bahia refinada, ancestral, criativa, a Bahia que acolhe”, completou.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.