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drik barbosa
A rapper Drik Barbosa, uma das atrações do Lollapalooza 2025 e estrela do catálogo do Lab Fantasma, empresa de Emicida e do irmão, Evandro Fióti, revelou ter sido prejudicada pela crise familiar.
Em um e-mail anexado ao processo movido por Fióti contra Emicida, a rapper, que é empresariada pelo irmão do artista, relatou que teve sua carreira desrespeitada e que deixaria a Lab Fantasma.
"Não me parece que esse contexto foi considerado, e é um dos passos mais importantes da minha carreira e trajetória na LAB. [...] Aquele e-mail que recebi do Leandro, que, como disse, foi uma atitude súbita e me soou um total desrespeito à minha carreira, à minha equipe e ao respeito que tenho pela LAB e por toda a história que você e o Fióti, como meu empresário, construíram. Não vejo como minha carreira pode continuar na Lab dessa forma. Com essas atitudes, depois do show quero encontrar uma forma harmoniosa de encerrar nossa relação."
Além de Drik, a LAB Fantasma representa o rapper Rael e o próprio Emicida.
Na última quinta-feira (3), documentos obtidos pelo Grupo Metrópole apresentam uma nova versão para o caso envolvendo Emicida e o irmão. Os documentos desmentem a acusação de Emicida e mostraram que Fióti comunicou previamente a decisão de antecipar a divisão de lucros da empresa, de forma igualitária, entre ambos.
Emicida não se pronunciou sobre o desdobramento da história.
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Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.