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doutor gimmy
Um levantamento do instituto Índices & Análises, realizado neste mês em Malhada, no Sudoeste baiano, indicou aprovação do prefeito Doutor Gimmy (PT). A amostra também apontou vantagem do governador Jerônimo Rodrigues (PT) para 2026.
A pesquisa também simulou disputas para o Senado e para a Presidência da República. Feito entre os últimos dias 14 e 17 de dezembro, o estudo ouviu 617 eleitores e apresenta margem de erro de 3,2 pontos percentuais.
Segundo os dados, 69% dos entrevistados avaliam a administração municipal como “ótima”, “boa” ou “regular”, enquanto 24% classificam como “ruim” ou “péssima”. Outros 7% não souberam ou preferiram não responder. A avaliação positiva estaria associada, principalmente, à execução de obras, à presença do prefeito nas comunidades e a ações administrativas visíveis.
No cenário de votos válidos para o governo da Bahia, 69,3% dos entrevistados disseram votar na reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT), enquanto 30,7% afirmaram preferência por ACM Neto (União).
Para o Senado, no cenário estimulado em Malhada, Rui Costa (PT) lidera com 35,5%, seguido por Jaques Wagner (PT), com 26,7%, e Angelo Coronel (PSD), com 7,5%. Na sequência aparecem Marcelo Nilo (Republicanos), com 6,3%; João Roma (PL), com 3,2%; e Zé Cocá (PP), com 0,5%. Outros 39,3% declararam indecisão e 4,3% disseram votar em branco ou nulo.
Na disputa presidencial, considerando os votos válidos, o presidente Lula (PT) lidera com 64% das intenções de voto em Malhada. Em seguida aparecem Flávio Bolsonaro (PL), com 23,1%; Ronaldo Caiado (União), com 2,3%; e Ratinho Júnior (PSD), com 1,7%.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hugo Motta
"A PEC da redução da jornada de trabalho 6x1 é uma destas agendas. A tramitação via Proposta de Emenda Constitucional é, ao mesmo tempo, o respeito das prerrogativas da deputada Erika Hilton e do deputado Reginaldo Lopes, que apresentaram seus projetos, e a oportunidade de promover um debate amplo. O equilíbrio e a responsabilidade são essenciais numa matéria de tamanho impacto".
Disse o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) ao comentar sobre a colocação na pauta sobre o fim da escala 6x1 e indicar anteriormente que seria “vender um sonho que não se sustenta”.