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O atleta do salto com vara Thiago Braz, medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016 e bronze nos Jogos de Tóquio 2020, foi suspenso provisoriamente pela Athletics Integrity Unit (Unidade de Integridade do Atletismo), nesta sexta-feira (28), após testar positivo para ostarina, droga utilizada para o aumento de massa muscular.
A agência não informou em que competição Thiago testou positivo e o brasileiro ainda fará uma contraprova. Ele não se manifestou sobre o caso e ainda poderá se defender antes de uma audiência da Federação Internacional de Atletismo.
"Uma suspensão provisória é quando um atleta ou outra pessoa é temporariamente suspensa de participar de qualquer competição ou atividade no atletismo antes de uma decisão final em uma audiência conduzida de acordo com as regras antidoping do atletismo mundial ou o código de conduta de integridade", informou a Athletics Integrity Unit por meio de nota.
De acordo com a AIU, o caso permanecerá em investigação e constará na lista de Processos Pendentes de Primeira Instância. A suspensão provisória é obrigatória de acordo com as Regras Antidoping do Atletismo Mundial. Essa punição inicial "não anula de forma alguma a presunção de inocência e não é uma determinação antecipada de culpa. Pelo contrário, é uma ordem feita por precaução para salvaguardar os interesses do esporte."
A ostarina tem como efeito aumentar a massa muscular e força e é considerada ilegal para o esporte desde 2008. Ela funciona de forma semelhante a anabolizantes, mas costuma ser procurada por não trazer os mesmos efeitos colaterais dos esteroides.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.