Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
dono saf
O investidor norte-americano e dono da SAF do Botafogo, John Textor, será denunciado pela procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Ele não cumpriu determinação do presidente do tribunal, José Perdiz, que o obrigava a entregar provas de um suposto esquema de corrupção envolvendo árbitros do futebol brasileiro. O prazo terminou nesta última quarta-feira (13). As informações são do jornal O Globo.
Textor se recusou a entregar as provas afirmando não reconhecer competência do STJD para investigar o caso. O dirigente chegou a ter suspensão automática decretada, pelo relator do inquérito o auditor Mauro Marcelo, até que o material fosse entregue. No entanto, a decisão não foi referendada pelo pleno tribunal, já que o entendimento da maioria é que a punição só poderia ser aplicada após manifestação da procuradoria.
Em entrevista ao jornal O Globo, John Textor declarou possuir áudios de árbitros reclamando que não haviam recebido o pagamento das propinas. Depois, ele disse que os supostos juízes apitaram partidas de divisões inferiores, isto é, as irregularidades não aconteceram em jogos da Série A do Campeonato Brasileiro.
O norte-americano poderá ser denunciado com base no artigo 223 e a pena pode variar de 90 a 360 dias de suspensão, além do pagamento de multa no valor de R$ 100 mil.
Em 2023, o Botafogo liderou grande parte do Campeonato Brasileiro com boa vantagem sobre os concorrentes. No entanto, o time caiu de rendimento no segundo turno e despencou na tabela encerrando a competição na quinta colocação com 64 pontos, seis a menos do que o campeão Palmeiras.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.