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domingos meirelles
Domingos Meirelles e a Record TV não conseguiram chegar a um acordo no processo trabalhista que foi aberto pelo apresentador. O jornalista pede R$ 3,5 milhões em ação que visa o reconhecimento de vínculo trabalhista, o pagamento de horas extras e o acúmulo de funções.
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A audiência de conciliação foi realizada na última quinta-feira (3), na 59ª Vara do Trabalho de São Paulo, e teve a presença de representantes do canal e do jornalista. Devido a recusa da última proposta conciliatória a juíza marcou o julgamento para 1 de setembro.
Domingos Meirelles alegou ainda que foi contratado para apresentar um programa, mas depois acabou agregando outras funções e passou a cumprir horários de trabalho. Ele também argumenta que o contrato foi feito pela empresa sem que ele tivesse a oportunidade de discutir as cláusulas.
Em comemoração ao Dia do Jornalista, celebrado em 7 de abril, o jornalista, apresentador de TV, historiador e escritor Domingos Meirelles, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), desembarca em Salvador, onde realizará uma palestra. O encontro acontece a partir das 9h, desta sexta-feira (7), na sede da ABI-Bahia, situada no Centro Histórico da capital baiana. Na ocasião, Domingos Meirelles abordará “As relações entre a mídia e o poder, as fronteiras entre a história, o jornalismo e a literatura” e “A censura sobre a Imprensa e o Poder Judiciário". As comemorações do Dia do Jornalista incluem também homenagens a 50 cronistas desportivos que se destacam no exercício da profissão. O evento, que faz parte da programação em homenagem à data maior dos profissionais da escrita, fotografia, comunicação no rádio, TV, blogs, sites e portais é aberto para empresários do setor, políticos e estudantes de Comunicação.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.