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doloroso
O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais nomes da extrema direita global, admitiu publicamente sua derrota nas eleições parlamentares realizadas neste domingo (12). O anúncio marca o encerramento de um governo que se estendia ininterruptamente desde 2010.
"O resultado é claro e doloroso", declarou Orbán durante um breve discurso a apoiadores em Budapeste. Com pouco mais de 60% das urnas apuradas, as projeções indicam uma vitória contundente do partido de oposição Tisza (Respeito e Liberdade), liderado por Péter Magyar.
De acordo com o Órgão Eleitoral Nacional (NVI), o partido Tisza deve conquistar 136 das 199 cadeiras do Parlamento. Já o Fidesz, partido de Orbán, projeta-se com apenas 56 assentos, seguido pelo Mi Hazánk, que teria sete cadeiras.
O pleito registrou uma participação recorde dos eleitores, evidenciando o alto engajamento da população no que foi considerado o pleito mais importante da Europa neste ano.
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Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.