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Família de MC Marcinho e Mr. Catra prestam apoio a Tati Quebra Barraco após polêmica com DJ Marlboro
A família do cantor MC Marcinho se pronunciou nas redes sociais após o desabafo feito pela cantora Tati Quebra Barraco sobre a questão de direitos autorais com DJ Marlboro que a impedem de regravar sucessos da própria carreira.
Em comunicado, a família de Marcinho afirmou que o cantor não conseguiu gravar o DVD em celebração aos 30 anos de carreira por não ter autorização para regravar as próprias músicas.
Marcinho, que morreu em 2023, em decorrência de uma insuficiência cardíaca, também teve propostas de publicidade negadas e direitos negligenciados.
"Nós, herdeiros do MC Marcinho, também queremos expressar nosso apoio às últimas declarações de Tati Quebra Barraco. Nosso pai passou pela mesma situação. Infelizmente morreu sem poder gravar o seu DVD de 30 anos de história no funk porque não podia regravar suas próprias músicas."
A família do cantor afirmou que segue buscando os direitos do pai na Justiça. "Seguimos aqui na luta para buscar prestação de contas e defender os direitos do nosso pai".
Outro pronunciamento envolvendo estrela do funk foi o da família de Mr. Catra. Os herdeiros do funkeiro publicaram um comunicado no qual afirmam ter enfrentado situação semelhante à relatada pela artista, e relataram não ter recebido as prestações de contas relacionadas à exploração das obras do cantor desde a morte do artista.
A questão de Mr. Catra envolve as empresas Link Record, Furacão 2000, Warner Music e Galerão Record.
"Não obtivemos nenhuma resposta satisfatória ou tentativa de regularização da situação. Isso é inaceitável e configura uma grave violação dos direitos autorais e uma injustiça contra a memória e a obra do nosso pai", afirma a declaração.
O músico Dennis DJ se pronunciou publicamente após a acusação feita pela cantora Tati Quebra Barraco sobre os direitos autorais da música 'Barraco II', lançada por ela no início dos anos 2000, e sampleada por Anitta e The Weeknd na faixa 'São Paulo'.
Segundo a artista, Dennis teria ficado com os direitos da música durante cerca de duas décadas, o que fez com que ela não recebesse os valores pela obra.
Em nota enviada ao Bahia Notícias na última segunda-feira (16), o DJ se pronunciou sobre o caso e explicou que o registro equivocado ocorreu na época do lançamento da música, sendo a música atribuida a ele pela equipe da Furacão 2000.
Dennis pontuou que, ao tomar conhecimento da situação, enviou um documento formal à Link Records, empresa ligada ao DJ Marlboro e responsável pela gestão do catálogo, informando que não era o autor da composição, para que os direitos fossem dados aos responsáveis.
O músico afirmou que os créditos da música passaram oficialmente para o nome de Tati Quebra Barraco em 19 de agosto de 2020, e que foi solicitado aos órgãos competentes o repasse do valor que foi dado a ele ao longo dos anos em que o erro ocorreu.
"DENNIS voltou a checar o caso junto à NOWA e também entrou em contato com a UBC (União Brasileira de Compositores), associação da qual Tati Quebra Barraco também é afiliada, para solicitar um levantamento dos valores eventualmente recebidos por ele ao longo dos anos. De acordo com as informações levantadas pelo ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), 75% do valor gerado pela obra antes da regularização dos créditos foram repassados a DENNIS, totalizando R$ 1.203,75. Diante disso, o artista já solicitou formalmente à UBC a devolução integral desse valor, com a devida correção, diretamente para a conta da artista."
Para o artista, o assunto envolvendo Tati Quebra Barraco está resolvido e encerrado. Até o momento, DJ Marlboro, que é o alvo das acusações da funkeira, não se pronunciou sobre o assunto.
A funkeira Tati Quebra Barraco usou as redes sociais para denunciar o DJ Marlboro por ganho inapropriado através de suas canções.
Segundo a artista, não só ele, como Dennis DJ, recebem créditos por suas composições, enquanto ela não fatura nada com a canção. Tati citou o fato da música estar presente em forma de sample na canção 'São Paulo', de The Weeknd com Anitta.
"A música 'Barraco 2' é da minha autoria, sendo que eu não recebo até hoje. São dois DJs que recebem esse dinheiro. Um é o Dennis DJ. Beleza, já passou. Não recebo, vou correr atrás dos meus direitos. 'Bota na boca, bota na cara' também é de minha autoria. Hoje eu ganhei os créditos da música São Paulo (que The Weeknd e Anitta gravaram com trecho de Tati), que tem vários DJs envolvidos", disse.
Parte 2
— Tati Quebra Barraco (@TatiQBOficial) March 15, 2026
Boladona consagrou a minha carreira, pois é comercial.
Porém continuo perdendo publicidade, e até remixes com artistas internacionais e nacionais.
Pois tudo é barrado, pois se eles não lucram eu não posso trabalhar!!!
Estou exausta! pic.twitter.com/nFhAXznErx
Tati relatou que o problema com Marlboro não é novo e que já chegou a ser notificada pelo artista pela faixa 'Boladona', sucesso de Tati nos anos 2000.
"Eu venho sendo massacrada desde sempre, até porque eu era ingênua. (...) Fui notificada pelo DJ Marlboro, porque ele tinha editado a minha música há uns 5 anos, uma música que tem 22 anos. É massacre atrás de massacre. (...) É muita injutiça. Já estou sufocada. Não é de hoje que venho sendo apunhalada."
A funkeira conta que o músico não libera a canção para que ela possa lucrar com publicidade, e apenas ele ganha em cima da faixa.
"Hoje não posso fazer publicidade porque não tem liberação do DJ Malboro. Vocês não tem noção de quanto eu perco de publicidade? É muita coisa. Por causa de quem? Porque a música não é autorizada. Sendo assim, a Tati não pode trabalhar. Só pode trabalhar se é autorizado. 'Boladona' é o carro-chefe da minha vida. Mas não é que me colocou no topo não, tá? Só consagrou minha carreira. É muito fácil você estar com pessoas que só querem sugar."
Em nota enviada ao Bahia Notícias, Dennis, citado pela funkeira, afirma que a situação já havia sido tratada anteriormente e esclareceu que a música "Barraco II" foi atríbuida a ele de forma equivocada e que foi providenciado um documento formal esclarecendo que a obra musical não lhe pertencia, considerando a situação esclarecida.
Ainda conforme a nota, 75% do valor gerado pela obra antes da regularização dos créditos foram repassados a DENNIS, totalizando R$ 1.203,75, segundo dados do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD) e que o artista já havia solicitado à UBC "a devolução integral desse valor, com a devida correção" para a conta da artista.
(Nota atualizada às 18h21 de 16 de março de 2026 para inserção da nota de esclarecimento de DENNIS)
O músico Luiz Mattos da Matta, conhecido como DJ Marlboro, e a emissora de televisão Band foram condenados a pagar R$ 10 mil de indenização por danos morais a uma modelo plus size ofendida durante um quadro do programa “Sem Edição”, em 2019.
Segundo a coluna Outro Canal, do site F5, a decisão foi da 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do TJ-RJ, em segunda instância. Conforme o site, a decisão cabe recurso.
O caso ocorreu durante o programa apresentado por Marlboro, onde, em determinado momento, o DJ afirmou que sentia “cheirinho de bacon voando, pois estava vendo um monte de gordinha queimando”, em referência às modelos pluz size que participavam do programa.
A ação foi iniciada por uma das modelos, que teria ficado ofendida com a afirmação do DJ. Em sua decisão, o desembargador Luciano Rinaldi, relator do caso, afirmou que “a autora não compareceu ao programa para ser ridicularizada, mas para integrar pauta destinada a empoderamento feminino e à divulgação de procedimentos estéticos”.
Em primeira instância, a Justiça determinou o pagamento de R$ 10 mil por danos morais e ofensa à honra. Em sua defesa, a Band alegou que o programa era de produção independente, enquanto o DJ afirmou que o vídeo era montagem em tom de humor.
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.