Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
dj malboro
O músico DJ Marlboro se pronunciou sobre as acusações feitas por Tati Quebra Barraco, que alegou estar passando por irregularidades para receber os direitos autorais de suas músicas por uma complicação com o artista.
Em texto compartilhado nas redes sociais, Marlboro afirmou respeitar a trajetória de Tati e disse que não vê lógica na acusação feita pela cantora, já que se não repassasse os valores devidos aos intérpretes mancharia o próprio nome na música.
"Não pagar os autores é um tiro no próprio pé, pois, não pagando, corre-se o risco de perder as obras e, sem as obras, meu patrimônio acaba, não é inteligente deixar de pagar os direitos. O prejuízo de não pagar os direitos é muito maior do que o valor de apropriação dos direitos alheios. É burrice não pagar os direitos dos autores, um verdadeiro tiro no pé", disse.
Marlboro também explicou a situação com a funkeira e disse que nunca se colocou como autor nas músicas de Tati, nem nunca proibiu que ela utilizasse 'Boladona' em publicidades.
"Eu nunca coloquei meu nome como autor em nenhuma das músicas da Tati, acho isso uma prática errada, ser autor de obras alheias, mas como ela não citou o nome de quem fez, e citou meu nome, ficou parecendo que eu me apropriei das autorias das músicas dela [...] Se somos todos sócios das obras, ganhamos todos juntos quando a obra é comercializada ou publicizada, por que eu impediria a música de ser usada em publicidade? Já estou rico a esse ponto de abrir mão de dinheiro? (...) A não ser que alguém quisesse dar algum calote em alguém que participa do projeto."
De acordo com Tati, toda situação envolvendo Marlboro acontece há mais de cinco anos. "Fui notificada pelo DJ Marlboro, porque ele tinha editado a minha música há uns 5 anos, uma música que tem 22 anos. É massacre atrás de massacre. (...) É muita injustiça. Já estou sufocada. Não é de hoje que venho sendo apunhalada".
A cantora também citou Dennis DJ, que se defendeu, afirmando que tinha feito um redirecionamento com os órgãos competentes para que o valor arrecadado por ele, quando a música 'Barraco II' aparecia creditada a ele, fosse devolvida para a cantora. Tati recebeu o apoio da família de MC Marcinho e Mr. Catra, que relataram situações parecidas vividas pelos artistas.
O DJ Marlboro, batizado como Fernando Luís Mattos da Mata, perdeu a ação movida contra Ludmilla na qual acusava a funkeira de plágio pela música 'Vem Amor', lançada por ela em 2019.
No processo iniciado pela Link Produções e Entretenimento, da qual Marlboro é sócio, contra a empresa de Ludmilla e a Warner Chappell, o artista alegava que a funkeira tinha plagiado a música copiando a canção 'Essa é a Minha Tara', gravada por ele com MC Quebra Tudo e MC Vanessa.
De acordo com a coluna de Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo', o recurso foi negado pela 5ª Câmara de Direito Privado, após o artista recorrer da decisão da 1ª Vara Empresarial, que já havia extinguido o processo por entender que não havia plágio.
Para os desembargadores, a reprodução de trechos pequenos de obras preexistentes não fere os direitos autorais. Na época que o processo se tornou público, a equipe da cantora informou que a notícia foi recebida com surpresa por ela.
"Informamos ainda que a artista recebeu a notícia com surpresa, tendo em vista que Marlboro já fez contato diversas vezes com a equipe de Ludmilla, até mesmo para convidar cordialmente a cantora a fazer uma visita ao DJ na residência do mesmo, mas, por conta de compromissos na agenda, a cantora nunca conseguiu ir. Ressaltamos que em nenhum dos contatos feitos pelo DJ foi levantada tal questão."
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.