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Ainda lutando contra dívida milionário da Neo Química Arena, o Corinthians segue firme buscando recursos financeiros por meio de uma vaquinha. A iniciativa conta com a doação de algumas celebriades, e agora, Serginho Groisman coloca seu nome como um dos 11 maiores doadores da ação até o momento.
Cássio e Emerson Sheik, respectivamente na 15ª e 30ª posições, e o empresário Maurício Chamati, no topo da lista, também marcam presença na lista dos apoiadores do pagamento da dívida de R$ 710 milhões com a Caixa Econômica Federal.
Esta campanha, que não divulga os valores doados individualmente, visa juntar esforços coletivos para quitar o débito. Personalidades como Milton Leite da Silva, deputado estadual de São Paulo, e Pedro Silveira, diretor financeiro do Corinthians, estão entre os doadores, mostrando o tamanho do engajamento do projeto. A Fatal Model, plataforma de anúncio de acompanhantes e patrocinadora de alguns clubes de futebol no Brasil, é a maior financiadora da vaquinha até o momento.
Com o intuito de assegurar a transparência e a correta aplicação dos fundos, uma equipe fiscal independente monitora de perto a mobilização. O Timão não tem acesso direto aos valores recebidos na vaquinha, para evitar a possibilidade de ter esse dinheiro bloqueado ou penhorado na conta da campanha, que pode seguir na ativa até seis meses, com a chance de encerramento antecipado, caso o valor estipulado seja alcançado antes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.