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disputa judicial
Uma disputa judicial envolvendo o atacante Richarlison voltou a ganhar repercussão nas redes sociais após a divulgação de um vídeo sobre um imóvel de alto padrão avaliado em cerca de R$10 milhões.
Segundo a advogada Ana Paula Zantut, autora da publicação, a residência havia sido adquirida por uma empresa ligada ao jogador. No entanto, aproximadamente dois anos depois, a posse do imóvel foi transferida ao advogado Willer Tomaz, apontado como amigo do senador Flávio Bolsonaro, por meio de decisão judicial. O processo foi concluído em junho de 2025, quando o Superior Tribunal de Justiça decidiu favoravelmente à Tomaz.
Nos comentários da publicação, Richarlison confirmou a versão apresentada pela advogada e afirmou ter sofrido prejuízo financeiro. “Realmente gastei em torno de R$10 milhões lá. E simplesmente me tomaram e estou até hoje sem receber a minha grana!", escreveu o atacante.
Após a repercussão do vídeo, o jogador também compartilhou a publicação em seus stories no Instagram e marcou Flávio Bolsonaro, relacionando o senador ao caso.
A cantora Anitta entrou com uma disputa judicial pelo direito de registro e uso da marca “Anitta”. Desde 2023, a artista disputa com a farmacêutica responsável pelo vermífugo “Annita” no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).
Segundo a coluna Daniel Nascimento, do jornal O Dia, a artista não deseja ter seu nome e imagem vinculado ao medicamento e outros produtos que não sejam de sua própria linha.
Além do medicamento antiparasitário, a farmacêutica também possuia propriedade da grafia “Anitta”, assim como o nome artístico da cantora, no setor de cosméticos e outra empresa tem o nome registrado para produção de gin.
Segundo o jornal, a brasileira pede o cancelamento da marca para a bebida alcoólica e disputa a propriedade das outras marcas que podem ser relacionadas a sua imagem.
O atacante Kylian Mbappé abriu uma disputa judicial contra seu ex-clube, o Paris Saint-Germain, cobrando o pagamento de 55 milhões de euros (cerca de R$ 359 milhões). O valor se refere a salários dos últimos três meses de contrato e a um bônus de renovação não quitado.
A informação foi confirmada nesta quinta-feira (10) por Delphine Verheyden, advogada do jogador, durante coletiva em Paris. Segundo ela, o caso será levado simultaneamente aos tribunais civil, trabalhista e penal.
“O processo começou em fevereiro de 2024 e, desde então, o PSG não cumpriu com suas obrigações contratuais”, afirmou.
Além das ações judiciais, os representantes do atleta pediram à UEFA que analise a situação financeira do clube francês e, se for o caso, não autorize sua participação na próxima edição da Liga dos Campeões. A alegação se baseia em uma cláusula do regulamento da entidade que impede a concessão de licença a clubes com pendências salariais com seus atletas.
A cobrança ocorre após a Liga de Futebol Profissional (LFP), órgão que regulamenta o futebol francês, determinar em setembro de 2024 que o PSG deveria efetuar os pagamentos. A diretoria do clube, no entanto, contesta a obrigação, alegando que houve um acordo verbal entre Mbappé e o presidente Nasser Al-Khelaïfi, no qual o jogador teria se comprometido a abrir mão do valor, facilitando sua reintegração ao elenco na época.
Mbappé, atualmente no Real Madrid, nega ter formalizado qualquer renúncia e exige o pagamento integral da quantia. A disputa deve seguir em várias instâncias judiciais e também pode impactar a situação do PSG junto à UEFA.
Em um desfecho inesperado, a disputa familiar entre o empresário Jamel Fares, fundador da Marabraz, e seu filho Abdul Fares chegou ao fim nesta quinta-feira (12). Abdul, noivo da atriz Marina Ruy Barbosa, desistiu do pedido de interdição do pai, optando por um acordo consensual logo após o pedido de afastamento sob sigilo em Simões Filho.
A decisão de Abdul de buscar a interdição de Jamel, alegando incapacidade do pai para gerir os negócios da família, havia gerado grande repercussão na mídia. O processo, que envolvia um patrimônio estimado em R$ 1 bilhão, colocou em evidência as divergências entre pai e filho.
Durante o processo, Jamel contestou as alegações de Abdul, afirmando ter plena capacidade para continuar à frente dos negócios da família. O empresário também criticou o estilo de vida do filho, acusando-o de gastos excessivos.
Com o acordo, a família revelado pelo BP Money, Fares busca agora focar na união e no futuro dos negócios da Marabraz. Os termos do acordo não foram divulgados.
A Justiça da Bahia se pronunciou pela primeira vez sobre a disputa judicial entre Mani Reggo e Davi Brito. O pedido da empreendedora para o bloqueio dos bens do ex-companheiro, feito durante o processo de reconhecimento de união estável, foi negado. O caso foi julgado na 7ª Vara de Família da Comarca de Salvador.
A decisão, proferida pela 7ª Vara de Família da Comarca de Salvador, ressalta a necessidade de ouvir a defesa antes de qualquer medida de bloqueio. "No tocante aos pedidos de antecipação de tutela, reservo-me a apreciar somente após o contraditório", afirmou o juiz responsável.
Imagem do fórum procedente em Salvador | Foto: Reprodução / Google Street View
Apesar da negativa ao bloqueio, foi concedida a gratuidade de Justiça para Mani Reggo, que alegou não ter renda suficiente para custear os procedimentos legais.
Mani Reggo ajuizou o processo para o reconhecimento da união estável com Davi Brito no mês passado, seguido pelo pedido de bloqueio de bens. Ela solicitou que os bens, incluindo 50% do prêmio do reality show, fossem congelados até a conclusão da ação.
O relacionamento de Davi Brito e Mani Reggo durou um ano e meio e chegou ao fim em abril deste ano, após o ex-participante do "BBB 24" fazer uma declaração pública sobre sua nova companheira. Durante o programa, Davi se referia a Mani como esposa, o que era reciprocado por ela, que participou ativamente da torcida do ex-BBB.
"Há exatos 4 anos a EMI lançava o site oficial da banda Legião Urbana, site coletivo que iria receber materiais dos fãs espalhados por todo o Brasil e, além disso, teria a discografia, músicas, fotos, letras, vídeos, depoimentos especiais e muito mais. Essa história tinha começado em 2008, quando a EMI Music Brasil comprou de um fã a titularidade do domínio legiaourbana.com.br", escreveu Taran. "Em 2012 – quando eu ainda cuidava dos assuntos da banda para Dado e Bonfá – ficamos sabendo que a EMI não poderia continuar financiando a manutenção do site. E ficamos sabendo também que, tempo atrás, a EMI tinha transferido a titularidade do domínio oficial da banda para a família do Renato (que o tinha solicitado alegando que seria deles porque eles detinham os direitos sobre a marca Legião Urbana). Isso tudo aconteceu sem que Dado ou Bonfá fossem informados", relatou o empresário.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).