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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou seguimento ao mandado de segurança impetrado por ex-dirigentes estaduais do Partido Novo na Bahia, que buscavam reverter a decisão da Executiva Nacional da sigla que, em agosto, havia destituído a antiga gestão e nomeado uma comissão interventora para o diretório baiano.
A decisão, publicada em 29 de setembro, considerou improcedentes os argumentos apresentados pelo grupo, que alegava que a medida era “arbitrária” e não encontrava respaldo estatutário. Com o julgamento, fica mantida a legitimidade dos atos do Diretório Nacional, responsável por designar a nova direção no estado.
Na ocasião da destituição, os antigos dirigentes alegaram que foram eleitos para mandato até 2027 e acusaram a direção nacional de agir por conveniência política, citando a incorporação de familiares do ex-deputado federal José Carlos Aleluia ao comando estadual do partido. Já a Executiva Nacional justificou a dissolução apontando “baixa produtividade” do diretório baiano em comparação a outras seções estaduais.
Após a decisão do TSE, o Diretório Estadual do Partido Novo divulgou nota em que afirma receber o resultado “com a devida sobriedade” e reforça o início de uma “nova fase do NOVO na Bahia”.
Segundo o comunicado, a Justiça Eleitoral reconheceu a legitimidade dos atos da direção nacional, presidida por Eduardo Ribeiro. “Nosso compromisso é construir um diretório atuante, voltado para atingir o povo real do nosso estado, difundindo as ideias do partido e fomentando uma política responsável, ética e transparente”, diz o texto.
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.