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A Copa do Mundo de 2026 será a maior da história, mas nem mesmo a ampliação de 32 para 48 seleções evitou a ausência de camisas tradicionais no torneio que será disputado nos Estados Unidos, México e Canadá. Depois de um ciclo de Eliminatórias marcado por repescagens, quedas nos pênaltis, campanhas irregulares e impactos extracampo, o Mundial terá uma lista relevante de seleções conhecidas fora da competição.
O caso de maior peso esportivo é o da Itália. Tetracampeã mundial, a Azzurra voltou a fracassar nas Eliminatórias e ficará fora da Copa pela terceira edição consecutiva. Depois de não disputar os Mundiais de 2018 e 2022, a seleção italiana caiu novamente na repescagem europeia, desta vez diante da Bósnia e Herzegovina, após empate por 1 a 1 e derrota por 4 a 1 nos pênaltis. Com o resultado, a Itália se tornou a primeira campeã mundial a ficar fora de três Copas seguidas.
A eliminação amplia uma crise que atravessa gerações. Em 2017, a Itália ficou fora da Copa da Rússia após perder a vaga para a Suécia. Quatro anos depois, para o Mundial do Catar, foi surpreendida pela Macedônia do Norte ainda na semifinal da repescagem. Agora, mesmo com um torneio maior e mais vagas disponíveis, voltou a cair no mata-mata classificatório e verá mais uma Copa pela televisão.
Outra ausência de grande repercussão é a Rússia. Diferentemente das seleções eliminadas em campo, os russos sequer participaram das Eliminatórias. A seleção e os clubes do país seguem suspensos das competições organizadas por Fifa e Uefa desde 2022, após a invasão da Ucrânia. Com isso, a Rússia ficou fora do processo classificatório para 2026 e não teve chance esportiva de buscar vaga no Mundial.
A suspensão russa mantém o futebol do país isolado do circuito competitivo internacional. Em fevereiro de 2026, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, chegou a defender publicamente a revisão da punição, mas a Uefa reiterou que a reintegração depende do fim da guerra na Ucrânia. A ausência da Rússia, portanto, continua sendo um dos principais efeitos políticos no cenário da Copa.
A Ucrânia, por sua vez, ficou fora dentro de campo, mas em um contexto diretamente atravessado pela guerra. A seleção chegou à repescagem europeia, mas foi eliminada pela Suécia na semifinal, após derrota por 3 a 1. Poucas semanas depois, Serhiy Rebrov deixou o comando técnico da equipe, embora tenha permanecido ligado à federação ucraniana em outra função.
A eliminação interrompeu a tentativa ucraniana de voltar ao Mundial depois de duas décadas. A última participação do país em Copas foi em 2006, na Alemanha, quando chegou às quartas de final. Desde então, a seleção acumulou campanhas competitivas, mas sem conseguir transformar boas gerações em uma nova classificação.
Na África, a ausência mais simbólica é a Nigéria. Os Super Eagles, que já foram presença frequente em Copas desde os anos 1990, ficarão fora do Mundial pela segunda edição consecutiva. A seleção terminou a fase de grupos das Eliminatórias Africanas atrás da África do Sul e ainda teve uma segunda chance nos playoffs continentais. Depois de vencer Gabão na semifinal, caiu para a República Democrática do Congo nos pênaltis, após empate por 1 a 1.
A queda nigeriana tira da Copa nomes de peso do futebol europeu, como Victor Osimhen, e reforça o momento instável de uma seleção que, durante décadas, foi uma das principais representantes do continente africano em Mundiais. A Nigéria disputou as Copas de 1994, 1998, 2002, 2010, 2014 e 2018, mas também ficou fora em 2006, 2022 e agora em 2026.
Outra seleção africana tradicional que não estará no torneio é Camarões. Os Leões Indomáveis, presença histórica em Copas e classificados para o Mundial de 2022, também falharam no caminho para 2026. A equipe terminou atrás de Cabo Verde em seu grupo e foi eliminada posteriormente pela própria República Democrática do Congo, que avançou no caminho africano até conquistar vaga.
Na Europa, a Dinamarca aparece entre as ausências de maior peso técnico. A seleção dinamarquesa, que esteve no Catar em 2022 e vinha de ciclos recentes competitivos, foi eliminada pela República Tcheca na final da repescagem europeia. Após empate por 2 a 2, os tchecos venceram por 3 a 1 nos pênaltis e garantiram retorno à Copa depois de 20 anos.
A derrota dinamarquesa também marca o fim de uma sequência de presença em grandes torneios e deixa fora do Mundial jogadores importantes do futebol europeu. A seleção vinha sendo vista nos últimos anos como uma equipe sólida, com bom nível coletivo, mas não conseguiu confirmar o favoritismo na repescagem.
A Polônia também está fora. A seleção de Robert Lewandowski foi eliminada pela Suécia em uma das decisões da repescagem europeia, em derrota por 3 a 2. O resultado tirou do Mundial um dos principais centroavantes da geração e pode ter encerrado as chances do atacante de disputar uma nova Copa.
Outras seleções europeias conhecidas também ficaram pelo caminho, como Sérvia, País de Gales, Hungria, Grécia, Finlândia, Irlanda, Romênia e Eslováquia. A ampliação do torneio aumentou o número de vagas para a Uefa, mas a disputa continental continuou marcada por grupos duros e repescagens de alto risco.
Na América do Sul, quatro seleções ficaram fora: Chile, Peru, Venezuela e Bolívia. O caso chileno chama atenção pelo peso recente da geração bicampeã da Copa América, em 2015 e 2016, mas que voltou a falhar no caminho mundialista. A Roja não disputa uma Copa desde 2014 e completará três edições consecutivas ausente.
A Venezuela, por sua vez, perdeu a chance de disputar a primeira Copa de sua história. Mesmo em um formato ampliado e com maior número de vagas para a América do Sul, a Vinotinto não conseguiu confirmar a classificação direta nem avançar pela repescagem. A Bolívia e o Peru também não conseguiram quebrar seus jejuns.
Na Concacaf, o Mundial terá a presença automática de Estados Unidos, México e Canadá, mas seleções tradicionais da região ficaram fora. Costa Rica, Honduras, Jamaica, Trinidad e Tobago, Guatemala e El Salvador estão entre as ausências mais conhecidas. A Costa Rica, que disputou três das últimas quatro Copas, não repetirá a presença de 2022.
A Jamaica também tinha expectativa de brigar por uma vaga no torneio, especialmente pela ampliação do Mundial e pelo maior número de oportunidades na Concacaf. Ainda assim, a seleção caribenha ficou pelo caminho e verá outras equipes da região ocuparem o espaço aberto pelo novo formato.
Na Ásia, a ausência mais relevante é a China, que novamente não conseguiu transformar investimento e mercado em presença mundialista. A seleção chinesa disputou apenas uma Copa, em 2002, e seguirá fora em 2026. Emirados Árabes Unidos, Omã, Síria, Líbano, Índia, Vietnã e Tailândia também aparecem entre as seleções eliminadas no continente.
A Oceania, por sua vez, terá a Nova Zelândia como representante direta, beneficiada pelo novo formato de distribuição de vagas. Seleções como Ilhas Salomão, Taiti, Fiji, Nova Caledônia, Papua-Nova Guiné, Samoa e Vanuatu ficaram fora da disputa.
Mesmo com 48 participantes, a Copa de 2026 mostra que a expansão não eliminou o peso das Eliminatórias. Para algumas seleções, a ausência veio nos detalhes de uma disputa de pênaltis. Para outras, foi resultado de campanhas abaixo do esperado. No caso da Rússia, a vaga sequer pôde ser buscada em campo.
O novo Mundial terá estreantes, retornos importantes e mais jogos, mas também carregará ausências capazes de moldar a narrativa do torneio antes mesmo da bola rolar. Itália, Rússia, Nigéria, Ucrânia, Dinamarca, Polônia, Camarões e Chile formarão uma espécie de “Copa paralela” de seleções conhecidas que não estarão na maior edição da história.
Dois trens colidiram na Dinamarca na manhã desta quinta-feira (23). O acidente deixou 17 feridos e quatro estão em estado grave, informou o serviço de emergência. Segundo informações preliminares, não houve registro de passageiros presos.
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— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) April 23, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/dpt3KYNhwU
O incidente ocorreu em uma linha férrea que liga as cidades de Hillerød e Kägerup. "São dois trens urbanos que colidiram frontalmente", disse um porta-voz do corpo de bombeiros da Grande Copenhague à agência Reuters.
O principal corpo de bombeiros da Dinamarca afirmou que foram acionados para atender a ocorrência às 6h30 desta quinta-feira."Muitas equipes foram enviadas ao local do acidente. Relata-se que todos os passageiros já saíram dos trens e que há feridos. A coordenação da operação já está reunida no local e trabalha em conjunto no atendimento da ocorrência. O tráfego na Isterødvejen e na Kagerupvej está afetado", afirmou.
O Centro Regional de Operações Leste comunicou que o resgate está em andamento, mas a situação já está sob controle, e todos os feridos foram retirados do local do acidente em ambulâncias e helicóptero.
O meio-campista Alamara Djabi, do Midtjylland, está em condição estável após ser esfaqueado no último fim de semana, na cidade de Herning, na Dinamarca.
De acordo com o clube, o jogador de 19 anos sofreu ferimentos graves e precisou passar por uma cirurgia de emergência logo após o ataque. Posteriormente, foi submetido a um novo procedimento.
“Alamara Djabi esteve inicialmente em estado crítico e passou por uma cirurgia de emergência. Desde então, ele foi submetido a outra operação e, graças ao trabalho profissional dos socorristas e, posteriormente, da equipe hospitalar, seu estado agora é estável. Ele despertou de um coma induzido e está reagindo bem dentro das circunstâncias”, informou o clube em comunicado.
Ainda segundo a equipe dinamarquesa, o atleta segue recebendo apoio institucional, enquanto o clube mantém contato direto com as autoridades responsáveis pela investigação.
Revelado nas categorias de base do Benfica, Djabi chegou ao futebol dinamarquês em 2023 e soma duas partidas pela equipe principal.
De acordo com a imprensa europeia, a polícia já identificou um suspeito pelo ataque. Trata-se de um homem de 20 anos, que está sendo procurado pelas autoridades locais. O Midtjylland ocupa atualmente a segunda colocação do Grupo A da Superliga Dinamarquesa, dois pontos atrás do líder.
O mês de março de 2026 será decisivo para a conclusão do quadro de seleções classificadas para a Copa do Mundo, que será realizada conjuntamente por Canadá, Estados Unidos e México. Restando apenas seis vagas para o torneio, as definições ocorrerão nos dias 26 e 31, por meio das repescagens europeias e da repescagem intercontinental.
No continente europeu, quatro seleções vão garantir classificação. A disputa envolve os 12 segundos colocados de suas respectivas chaves das Eliminatórias, além das quatro equipes mais bem posicionadas na Nations League que não obtiveram vaga direta. Os participantes foram organizados em quatro grupos paralelos, com semifinais e finais disputadas em partidas únicas.
Entre os confrontos, a Itália, tetracampeã mundial, terá de vencer a Irlanda do Norte na semifinal e, caso avance, enfrentar o vencedor do duelo entre País de Gales e Bósnia para assegurar presença no Mundial.
Confrontos das semifinais europeias (26 de março, às 16h45):
Chave 1: Itália x Irlanda do Norte | País de Gales x Bósnia
Chave 2: Ucrânia x Suécia | Polônia x Albânia
Chave 3: Turquia x Romênia | Eslováquia x Kosovo
Chave 4: Dinamarca x Macedônia do Norte | Tchéquia x Irlanda
As finais de cada chave ocorrerão no dia 31 de março, terça-feira, às 15h45.
As duas vagas restantes serão definidas na repescagem intercontinental, programada para ocorrer em campo neutro, no México. A competição reúne Bolívia, Nova Caledônia, Iraque, República Democrática do Congo, Jamaica e Suriname.
O torneio será disputado em dois grupos com formato triangular. Em razão da melhor colocação no ranking da Fifa, República Democrática do Congo e Iraque avançaram diretamente às finais de seus respectivos grupos e aguardam os vencedores das semifinais para a definição dos classificados.
Confrontos da repescagem intercontinental:
Chave 1 (Estádio Akron, Zapopan):
Semifinal: Nova Caledônia x Jamaica (26 de março, às 23h)
Final: Vencedor da Semifinal x RD Congo (31 de março, às 18h)
Chave 2 (Estádio El Gigante de Acero, Guadalupe):
Semifinal: Bolívia x Suriname (26 de março, às 23h)
Final: Vencedor da Semifinal x Iraque (1º de abril, às 00h)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avalia de forma “ativa” com sua equipe de governo a possibilidade de compra da Groenlândia, território que pertence à Dinamarca. A informação foi confirmada pela Casa Branca, que descartou, por ora, qualquer opção militar para a anexação da região, considerada estratégica e rica em recursos naturais.
A declaração ocorre após o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmar a parlamentares que a intenção do presidente é negociar a compra do território, e não promover uma invasão. Segundo ele, há previsão de reunião com representantes do governo dinamarquês na próxima semana para tratar do tema.
“É algo que o presidente e sua equipe de segurança nacional estão debatendo ativamente neste momento”, afirmou a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, ao ser questionada sobre uma possível oferta dos Estados Unidos.
De acordo com Leavitt, Trump avalia que a iniciativa atende aos interesses estratégicos do país. “O presidente considera fundamental conter a influência russa e chinesa na região do Ártico, e por isso sua equipe discute como uma eventual compra poderia ocorrer”, disse.
Questionada sobre a possibilidade de uso da força, a porta-voz negou o cenário. “Isso não é algo que o presidente faça”, afirmou, acrescentando, no entanto, que “todas as opções seguem sobre a mesa”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a afirmar, nesta segunda-feira (22), que os EUA precisam da Groenlândia por razões de segurança nacional. Segundo ele, a presença de navios russos e chineses na região torna o território estratégico para os interesses norte-americanos.
“Precisamos da Groenlândia para a segurança nacional, não por minerais. Se você olhar para a Groenlândia, de ponta a ponta da costa, verá navios russos e chineses por toda parte. Precisamos dela para a segurança nacional. Temos que tê-la”, disse Trump a jornalistas em Palm Beach, na Flórida. As informações são da agência Reuters.
No domingo (21), Trump nomeou o governador da Louisiana, Jeff Landry, como enviado especial para a Groenlândia. A decisão provocou reações negativas tanto do governo da Dinamarca quanto das autoridades groenlandesas. Landry, que governa o estado desde janeiro de 2024, declarou apoio à proposta de anexação.
Em publicação em seu perfil na rede social X, Landry afirmou ser “uma honra servir” em uma posição voluntária para “tornar a Groenlândia parte dos Estados Unidos” e disse que a nomeação não interfere em seu cargo como governador estadual.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou, nesta quarta-feira (26), que vai tomar a Groenlândia. A fala ocorreu durante uma entrevista, ocorrida um dia antes da ida de uma comitiva americana ao local.
"Precisamos da Groenlândia para a segurança internacional. Precisamos dela. Devemos tê-la", disse ele.
"Odeio dizer isso assim, mas vamos ter que tomar posse deste imenso território ártico", declarou ele ao entrevistador do podcast.
Na sexta-feira (28), o vice-presidente dos EUA, J. D. Vance, declara-se animado para acompanhar a delegação de altos funcionários do governo americano em viagem para o território, que atualmente é administrado pela Dinamarca.
"Ansioso para visitar a Groenlândia", escreveu ele, em sua conta no X, antigo Twitter. Em postagem, ele também coloca um vídeo onde declara: "infelizmente, líderes tanto nos Estados Unidos quanto na Dinamarca, eu acho, ignoraram a Groenlândia por tempo demais".
O presidente americano já disse que usará forças para seus objetivos, caso for necessário.
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu deter o que batizou de “loucura transgênero” ainda em seu primeiro dia de segundo mandato como chefe de estado. “Assinarei ordens executivas para acabar com a mutilação sexual infantil e tirar os transgêneros do Exército e das nossas escolas dos ensinos fundamental e médio”, afirmou o político.
A sua fala se deu neste domingo (22), no AmericaFest, conferência para jovens conservadores na cidade de Phoenix, no Arizona. No mesmo evento, Trump prometeu também “manter homens fora dos esportes femininos” e afirmou que “será política oficial do governo dos EUA que haja apenas dois gêneros: masculino e feminino”.
O republicano prometeu uma “nova era” para os Estados Unidos com a sua volta à Casa Branca. “Em 20 de janeiro, os EUA virarão para sempre a página de quatro longos e horríveis anos de fracasso, incompetência e decadência nacional, e inauguraremos uma nova era de paz, prosperidade e grandeza nacional”, afirmou.
COMPRA DA GROENLÂNDIA
Também no domingo, ao anunciar o novo embaixador dos EUA na Dinamarca, Trump comentou em sua rede Truth Social sobre a Groenlândia, parte semiautônoma da Dinamarca e sede de uma grande base da Força Aérea estadunidense: “Para fins de segurança nacional e liberdade em todo o mundo, os EUA sentem que a propriedade e controle da Groenlândia são uma necessidade absoluta”.
Em seu mandato anterior Trump expressou interesse em comprar a região, mas proposta foi recusada pela Dinamarca e pelas autoridades da ilha. Mette Frederiksen, primeira-ministra dinamarquesa qualificou a oferta como “absurda”.
Desde 2009, a ilha de 56 mil habitantes, que depende de transferências orçamentárias significativas de Copenhague, possui o direito de declarar independência da Dinamarca, mas se absteve do direito de fazê-la até hoje.
Ainda no domingo, Trump também ameaçou reafirmar o controle dos EUA sobre o Canal do Panamá, sob acusações de cobrança de taxas excessivas.
Um incêndio atingiu a antiga bolsa de valores de Copenhague, na Dinamarca, na manhã desta terça-feira (16), engolindo sua icônica torre, que acabou desabando. O fogo acabou causando o colapso de mais da metade da estrutura, além de perdas artísticas consideradas irreparáveis.
Partes do telhado desabaram e o fogo se espalhou para vários andares do prédio, conforme contou o chefe dos bombeiros de Copenhague, Jakob Vedsted Andersen, a repórteres. Segundo a polícia local, não há relatos de pessoas feridas nem informações quanto ao que causou o incêndio.
Pessoas foram vistas carregando grandes pinturas e artefatos históricos do local para salvá-los das chamas. Em torno de 90 recrutas da Royal Life Guards, uma unidade do exército, ajudaram a isolar e proteger os objetos de valor. “Tão triste, um edifício icônico que significa muito para todos nós… Nosso próprio momento de Notre Dame”, afirmou o ministro da Defesa, Troels Lund Poulsen, na rede social X, numa referência a catedral francesa atingida por um incêndio em 2019.
O edifício, cujo pináculo foi construído para parecer as caudas de quatro dragões, estava em reforma e revestido por andaimes quando o fogo começou, o que acabou dificultando o deslocamento das equipes pelas chamas. O prédio, construído em estilo renascentista holandês, não abrigava mais a bolsa de valores dinamarquesa desde 1974, mas servia como sede da Câmara de Comércio do país europeu. “Estamos atualmente trabalhando duro para salvar a nossa arte histórica da Bolsa”, escreveu o perfil oficial da Câmara de Comércio no X.
Mais duas seleções se classificaram para as quartas de final da Copa do Mundo Feminina nesta segunda-feira (7). Inglaterra e Austrália seguem na briga pelo título e avançaram para a próxima fase do torneio.
Durante a madrugada, as inglesas sofreram para eliminar a Nigéria. Após 120 minutos sem gols, com direito a expulsão de Lauren James, destaque do selecionado da Terra da Rainha aos 42 minutos do segundo tempo, as europeias levaram a melhor nos pênaltis e venceram as nigerianas por 4 a 2, em Brisbane. Já a anfitriã Austrália venceu a Dinamarca por 2 a 0, com gols de Foord e Raso, em cada tempo, no Estádio Olímpico de Sidney.

Inglaterra x Nigéria | Foto: Divulgação / Seleção da Inglaterra
Austrália e Inglaterra aguardam a definição das oitavas de final para conhecerem seus próximos adversários. As australianas vão enfrentar o vencedor do confronto entre França e Marrocos, que jogam nesta terça (8), às 8h no horário de Brasília, no Hindmarsh. Já as inglesas pegam o ganhador do embate entre Colômbia e Jamaica, também nesta terça, mas às 5h, no estádio Retangular de Melbourne.
Os jogos de Austrália e Inglaterra nas quartas de final acontecem no próximo sábado (12), respectivamente, a partir das 4h e 7h30 no relógio do Brasil.
A Inglaterra carimbou a classificação com o primeiro lugar do Grupo D da Copa do Mundo Feminina, na manhã desta terça-feira (1º). A segunda vaga da chave nas oitavas de final ficou com a Dinamarca.
As inglesas asseguram a liderança com nove pontos e a classificação em grande estilo ao golear a China por 6 a 1, no estádio Hindmarsh. Os gols ingleses foram marcados Russo, Hemp, James, duas vezes, Kelly e Daly, enquanto Wang Shuang anotou o de honra para as chinesas, que ficaram com o terceiro lugar com três. Já a Dinamarca bateu o Haiti por 2 a 0, no Perth Rectangular. Harder e Troelsgaard balançaram as redes para as dinamarquesas, que somaram seis, ocupando a vice-liderança da chave. Zeradas, as haitianas ficaram na lanterna.
Nas oitavas de final, a Inglaterra vai encarar a Nigéria, em Brisbane, na próxima segunda (7), às 4h30 no horário de Brasília. Já a Dinamarca pega a anfitriã Austrália, no estádio Olímpico de Sidney, no mesmo dia, mas às 7h30.
A Inglaterra está muito próxima da classificação para as oitavas de final da Copa do Mundo Feminina. As inglesas bateram a Dinamarca por 1 a 0, na manhã desta sexta-feira (28), no estádio de Sydney, pela segunda rodada do Grupo D. O único gol foi marcado por Lauren James aos seis minutos do primeiro tempo.
Com 100% de aproveitamento, as inglesas somaram aos seis pontos, três a mais do que a Dinamarca, que ocupa a segunda posição. Sem nenhum ponto, China e Haiti, respectivamente, em terceiro e quarta lugares, entram em campo nesta sexta, logo mais às 8h no horário de Brasília, no estádio Hindmarsh, no complemento da rodada.
A terceira jornada terá os dois jogos na próxima terça (1º), às 8h no relógio brasileiro. A Inglaterra pega a China, no Hindmarsh, enquanto Haiti e Dinamarca se enfrentam no Perth Rectangular.
A Dinamarca derrotou a China por 1 a 0, na manhã deste sábado, no estádio Perth Rectangular, no encerramento da primeira rodada do Grupo D da Copa do Mundo Feminina. A estrela de Amalie Vangsgaard brilhou ao sair do banco de reservas para marcar aos 44 minutos do segundo tempo.
Com o resultado, a Dinamarca é a líder da chave com três pontos por levar vantagem sobre a Inglaterra, que tem a mesma pontuação, no critério de cartões. Mais cedo, as inglesas bateram o Haiti também pelo placar mínimo. Sem nenhum ponto, chinesas e haitianas aparecem respectivamente, na terceira e quarta colocações.
Na próxima sexta-feira (28), as quatro seleções voltam ao gramado pela Copa do Mundo. Inglaterra e Dinamarca se enfrentam a partir das 5h30 no horário de Brasília, no estádio de Sydney. Um pouco mais tarde, às 8h, China e Haiti medem forças no Hindmarsh.
Com shows programados em Copenhagen, na Dinamarca, Gilberto Gil cancelou as apresentações, como forma de evitar a proliferação do coronavírus. “Após nos reunirmos com a equipe de produção local hoje, em Copenhagen, na Dinamarca, ficou decidido o cancelamento da gravação do encerramento da turnê OK OK OK no DR Koncerthuset/Copenhagen neste fim de semana”, anunciou a equipe do cantor e compositor baiano.
A produção informou ainda que o artista e seu staff seguem no país nesta sexta-feira (13) e sábado (14) para gravar os bastidores da viagem, retornando no domingo (15), ao Brasil. “ Em breve anunciaremos a nova praça e data do encerramento da turnê OK OK OK, que será Rio de Janeiro ou Salvador”, diz nota oficial.
Um avião privado que transportava o empresário e a equipe da cantora Pink pegou fogo, nesta terça-feira (6), enquanto pousava no aeroporto de Aarhus, na Dinamarca.
O incidente ocorreu algumas horas após um show da turnê mundial “Beautiful Trauma”, em Oslo, na Noruega. Cerca de dez funcionários de Pink viajavam para a cidade de Horsens, na Dinamarca, onde a cantora se apresenta nesta quarta-feira (7).
Em entrevista à Reuters, Rune Lem, promotor da Live Nation, empresa responsável pela turnê de Pink, afirmou que ninguém ficou ferido no acidente. Segundo a agência de notícias, a polícia ainda não informou o motivo do fogo.
Radicada há mais de 30 anos na Dinamarca, a baiana Jacira Mariete Berlowicz conquistou o carinho e ganhou projeção no país onde vive, após participar do “Med Kniven for Struben”, versão local do programa “Kitchen Nightmares”, que no Brasil chegou como “Pesadelo na Cozinha”. Mas antes da exposição na TV, a história de Jacira começou em Salvador. “Nasci no Alto do Peru e me criei na Lapinha”, conta a cozinheira, que se mudou para a Europa após casar-se com o dinamarquês Robert, a quem conheceu quando ainda vivia no Brasil. Foi ele quem buscou a produção do programa, para que a equipe desse uma ajuda ao restaurante “O Tempo”, comandado por Jacira há três anos, em Charlottenlund. “Primeiro fiquei zangada com o meu marido e depois eles foram fazer uma entrevista para saber se iriam me chamar ou não, eles foram bem simpáticos”, lembra ela. “Passei por mais de 10 cozinhas e abri o restaurante em 2014. A dificuldade era falta de clientes nos dias úteis da semana e não ter grana para fazer propaganda”, conta a baiana. “O desafio foi e continua sendo arriscado porque aqui se paga muitos impostos, tenho uma dívida grande no banco, mas espero melhorar logo, logo”, acrescenta.

Thomas Castberg conheceu o restaurante de Jacira e deu conselhos à cozinheira e empresária baiana | Foto: Reprodução / Med Kniven for Struben
“A brasileira Jacira conduziu seu pequeno restaurante, O Tempo, por três anos. E nos três anos ela não recebeu nenhum salário. A questão é se Thomas [chef e apresentador Thomas Castberg] pode salvar o restaurante em apenas cinco dias”, diz o texto promocional do quarto episódio da sexta temporada do “Med Kniven for Struben”. Os dias de intervenção, assim como a exposição na TV, acabaram sendo vantajosos para o empreendimento. “Eles já mostraram o programa sete vezes e os clientes dizem que viram o programa e acharam muito positivo”, conta Jacira, que hoje comemora o crescimento da clientela, formada em sua maioria por dinamarqueses, italianos, portugueses e também pela comunidade brasileira. “Aumentou muito, espero que possa ganhar o meu salário logo”, diz Jacira, revelando que grande parte dos lucros vão para cobrir despesas e impostos.

Restaurante "O Tempo" ganhou pintura especial da equipe do “Med Kniven for Struben” | Foto: Arquivo Pessoal
Dentre as melhorias executadas pelo programa estão a mudança gráfica do cardápio, para uma folha rústica; uma nova pintura nas paredes e a retirada de toalhas bordadas. “Eles queriam uma atmosfera mais rústica”, explica a cozinheira. Já o menu, que prestigia a culinária brasileira e afro-brasileira, com pratos como vatapá, moqueca, churrasco e rabada, foi muito bem avaliado. “Ele [Thomas Castberg] gostou muito da minha comida e do jeito que eu trabalho”, lembra a cozinheira, que diz sentir falta de casa. “Tenho muitas saudades e quando a economia permite vou sempre ao Brasil. Acho que no próximo ano estarei aí”, conta Jacira, que pretende aproveitar a visita não só para rever os entes queridos, mas também para fazer negócios, buscando fornecedores de alguns ingredientes bem específicos. “Talvez ver se consigo fazer acordo com algumas firmas para comprar farinha, carne seca etc. Eu acho quase tudo, menos carne seca, aqui um litro custa R$ 25”, explica.
Depois de escrever sobre a primeira parada d'OQuadro na Europa e o "aquecimento" da banda para o Roskilde, o vocalista do grupo, Rans, fala sobre suas impressões na chegada à Copenhagen, capital da Dinamarca, os prerativos para o show, detalhes sobre a estrutura e a organização do evento, a energia do público, além das pessoas que trabalham para fazer o Roskilde acontecer.
Vale lembrar que nesta sexta-feira (10), o grupo de rap desembarca em Salvador para um show na Praça Tereza Batista, no Pelourinho, junto com o IFÁ Afrobeat. A apresentação tem início a partir das 21h, com ingressos a R$ 20.
Após missão cumprida em Hamburgo, partimos na madruga do dia 01 de julho com destino à cidade de Copenhagen, na Dinamarca, onde ficamos abrigados na casa de um grande amigo brasileiro, que por lá reside há mais de 20 anos. Foi o nosso ponto de concentração para o festival de Roskilde, realizado na cidade homônima, localizada há cerca de 30 km. Com dois dias livres, aproveitamos para conhecer de perto a lendária cidade independente da Cristiania. Uma espécie de experiência anarquista, cravada na capital dinamarquesa, com leis próprias, cujo estilo de vida dos moradores é uma crítica ao modelo econômico capitalista que passou a dar as cartas na Europa após a segunda carta.

OQuadro durante apresentação no Roskilde Festival, na Dinamarca | Foto: Divulgação
Confira abaixo um trecho da apresentação d'OQuadro no Roskilde:
Serviço
O QUÊ: Shows da banda OQuadro e IFÁ Afrobeat
QUANDO: Sexta-feira, 10 de julho, às 21h
ONDE: Praça Tereza Batista, Pelourinho
QUANTO: R$ 20 (Vendas Ticketmix)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.