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A torcida do Vitória vem sendo cada vez mais reconhecida como um adversário indigesto para os oponentes do Leão de Canabrava, principalmente no Barradão. Ao ser perguntado por jornalista da Romário TV, nesta terça-feira (1º), o volante Jorginho Frello, do Flamengo, elegeu a torcida do Rubro-Negro Baiano como a ‘mais chata’ de se enfrentar.
Inicialmente, o meio-campista rapidamente lembrou da torcida do Estudiantes de La Plata, da Argentina, que tem sido um adversário do Flamengo na Copa Libertadores nos últimos anos. Mas falando especificamente do futebol brasileiro, Jorginho elegeu os adeptos do Vitória como os mais difíceis de se enfrentar.
“A torcida do Estudiantes é chata. No Brasil, eu digo que a torcida do Vitória é difícil de enfrentar. Não é uma torcida que me perturbe, particularmente, mas é uma torcida difícil”, disse o volante.
Em 2026, Vitória e Flamengo se enfrentaram no Barradão em duas oportunidades. Primeiro pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro, em fevereiro, quando o Mengo venceu por 2 a 1, e na segunda vez, em maio, pelo jogo de volta da quinta fase da Copa do Brasil, quando o Leão derrotou o time carioca por 2 a 0 e avançou na competição.
Depois que a atriz e cantora Björk revelou ter sido assediada por um diretor dinamarquês durante as filmagens de um filme, a acusação recaiu sobre Lars von Trier. Em nome do cineasta, seu parceiro comercial Peter Aalbaek negou o assédio. "Tanto quanto eu lembro, fomos vítimas. Essa mulher era mais forte do que Lars von Trier e eu e nossa companhia juntos", retrucou em entrevista ao jornal dinamarquês.
O cineasta dirigiu "Dançando no Escuro" (2000), que foi protagonizado por Björk. No relato publicado no domingo (15), no Facebook, a islandesa disse que quando houve o assédio, ela desviou e foi castigada pelo diretor, que instigou na equipe a imagem de que ela era a pessoa "difícil" no estúdio (saiba mais aqui). Primeiro trabalho de Björk no cinema, mesmo com os prêmios e indicações conquistadas, ela prometeu nunca mais voltar a atuar depois do longa-metragem.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Camilla Batista
"Falta vontade política".
Disse a secretária Estadual de Políticas para as Mulheres, Camilla Batista ao comentar a destinação de recursos para a prevenção e o combate à violência contra a mulher esbarra, muitas vezes, na ausência de prioridade dos gestores municipais. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, a secretária foi categórica ao apontar a "falta de vontade política" e usou a capital baiana como exemplo de lacuna na rede de proteção.