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A Fifa definiu os uniformes que serão utilizados pelas seleções nas semifinais da Copa do Mundo de 2026. França e Inglaterra atuarão como mandantes de seus confrontos e entrarão em campo com os uniformes principais, enquanto Espanha e Argentina jogarão com a segunda opção.
A primeira semifinal será disputada nesta terça-feira (14), às 16h, no horário de Brasília, entre França e Espanha. A seleção francesa usará camisa azul, shorts brancos e meiões vermelhos. O goleiro francês vestirá uniforme verde.
Do outro lado, a Espanha atuará com camisa branca, shorts vermelhos e meiões brancos. O goleiro espanhol entrará em campo com uniforme amarelo.
Na segunda semifinal, marcada para quarta-feira (15), também às 16h, Inglaterra e Argentina disputarão a outra vaga na decisão. Os ingleses jogarão com uniforme totalmente branco. O goleiro da Inglaterra usará amarelo.
A Argentina, por sua vez, utilizará o segundo uniforme. A seleção sul-americana entrará em campo com camisa azul escura, shorts pretos e meiões pretos com detalhes em branco. O goleiro argentino vestirá uniforme verde-água com detalhes em azul.
As definições fazem parte do protocolo da Fifa para evitar conflito visual entre as equipes e facilitar a identificação de jogadores, goleiros, arbitragem e público durante as partidas.
As semifinais definirão os dois finalistas da Copa do Mundo. O vencedor de França x Espanha enfrentará quem avançar de Inglaterra x Argentina na decisão do torneio.
No caso da Argentina, a escolha do uniforme também carrega uma outra simbologia. Segundo a ESPN, a federação argentina solicitou à Fifa autorização para utilizar a segunda camisa diante da Inglaterra.
Em Copas do Mundo, a Argentina venceu os dois confrontos contra os ingleses em que atuou de azul. Em 1986, derrotou a Inglaterra por 2 a 1 nas quartas de final, em jogo marcado pelos dois gols de Diego Maradona. Em 1998, pelas oitavas, voltou a jogar de azul e avançou nos pênaltis após empate por 2 a 2.
Confira abaixo as combinações:

A semifinal da Copa do Mundo de 2026 entre Argentina e Inglaterra mobilizou as autoridades de segurança dos Estados Unidos. A polícia de Atlanta está em estado de alerta diante da possibilidade de conflitos entre torcedores das duas seleções, protagonistas de uma das rivalidades mais intensas do futebol mundial. A informação é de Leonardo Baran, correspondente do Bahia Notícias.
Argentinos e ingleses se enfrentam nesta quarta-feira (15), às 16h, no horário de Brasília, no Atlanta Stadium, nome utilizado pela Fifa para o Mercedes-Benz Stadium durante a competição. A partida vale uma vaga na decisão do Mundial.
A expectativa é de que aproximadamente 75 mil pessoas acompanhem o confronto no estádio, com uma divisão equilibrada entre torcedores argentinos e ingleses. Um dos principais pontos de preocupação é a limitada separação das duas torcidas nas arquibancadas.
Em jogos da Copa do Mundo, apenas os ingressos distribuídos diretamente às federações costumam ocupar setores específicos. Os bilhetes adquiridos por meio das vendas gerais e da plataforma de revenda da Fifa podem colocar torcedores das duas seleções lado a lado.
Diante do cenário, o Departamento de Polícia de Atlanta aumentou o efetivo e os recursos destinados à segurança nas áreas de maior circulação da cidade, especialmente nos arredores do estádio e nos pontos de concentração dos torcedores. As autoridades querem impedir que provocações relacionadas à rivalidade histórica se transformem em confrontos físicos.
Apesar de o comportamento dos ingleses ter sido considerado positivo ao longo do Mundial, registros isolados de confusões envolvendo torcedores das duas nacionalidades elevaram o nível de atenção. A presença expressiva de comunidades argentinas e britânicas nos Estados Unidos também deve aumentar o público nas ruas de Atlanta antes e depois da partida.
A rivalidade entre Argentina e Inglaterra ultrapassa as quatro linhas. O conflito político entre os países foi intensificado pela Guerra das Malvinas, chamada de Falklands War pelos britânicos, travada em 1982 pelo controle do arquipélago localizado no Atlântico Sul.
Quatro anos depois, as seleções se encontraram nas quartas de final da Copa do Mundo de 1986, no México. Diego Maradona marcou os dois gols da vitória argentina por 2 a 1. O primeiro foi anotado com a mão e validado pela arbitragem, em um lance que ficou conhecido mundialmente como a "Mão de Deus".
Poucos minutos depois, Maradona atravessou o campo, passou por jogadores ingleses e marcou o gol posteriormente eleito pela Fifa como o mais bonito da história das Copas. Para os argentinos, a vitória ganhou um significado que foi além do futebol em razão da guerra ocorrida quatro anos antes.
A tensão entre as seleções, no entanto, já existia desde a Copa de 1966. Na ocasião, a Inglaterra venceu a Argentina por 1 a 0 nas quartas de final, em Wembley, em uma partida marcada pela expulsão do capitão argentino Antonio Rattín. A confusão provocada pela falta de uma sinalização clara da arbitragem contribuiu posteriormente para a criação dos cartões amarelo e vermelho.
Os países voltaram a se enfrentar nas oitavas de final do Mundial de 1998. Após empate por 2 a 2, a Argentina avançou nos pênaltis em um jogo marcado pela expulsão de David Beckham. Quatro anos depois, Beckham marcou de pênalti o gol da vitória inglesa por 1 a 0 na fase de grupos da Copa de 2002.
O último encontro entre as seleções ocorreu em um amistoso disputado em 2005, vencido pela Inglaterra por 3 a 2. Já o confronto desta quarta será o primeiro entre argentinos e ingleses em uma Copa do Mundo em 24 anos.
Na tentativa de diminuir a tensão antes da semifinal, o técnico argentino Lionel Scaloni afirmou que o duelo deve ser tratado apenas como uma partida de futebol. Jogadores da seleção argentina também defenderam que as questões políticas e históricas não sejam levadas para dentro do estádio.
Em campo, a Argentina chegou à semifinal após vencer a Suíça por 3 a 1, na prorrogação. A Inglaterra avançou ao superar a Noruega por 2 a 1. O vencedor enfrentará França ou Espanha na final da Copa do Mundo, marcada para domingo (19), no New York New Jersey Stadium.
A jogadora Linda Caicedo, do Real Madrid, desenvolveu uma jogada, no último sábado (8), que remeteu ao gol feito por Diego Maradona. A atleta conseguiu uma arrancada da intermediária de defesa até a área adversária e balançou as redes na partida contra o Alhama.
???? El gol maradoniano de ???????????????????? ????????????????????????????#LigaFMoeve | @Linda__caicedo pic.twitter.com/YtJ7Pd2CYh
— Liga F (@LigaF_oficial) November 8, 2025
O lance em questão é similar à jogada do argentino na partida contra a Inglaterra durante a Copa do Mundo de 1986. A jogada da colombiana sacramentou a vitória do clube Merengue pelo placar de 5 a 0, aos 49 minutos do segundo tempo.
México 1986
— Plassans (@LectorDClasicos) June 22, 2024
4tos de Final
Estadio Azteca
A 4 años de la Guerra de Malvinas, Argentina e Inglaterra se enfrentaban en un partido de fútbol que era más que eso. En ese contexto, Diego Maradona hacía la jugada de todos los tiempos y el mejor gol en la historia de los mundiales. pic.twitter.com/y0H5RJtRhm
Linda Caicedo estreou no futebol profissional pelo América de Cali, aos 14 anos, em 2019. A jovem atleta é uma das grandes revelações do esporte feminino mundial.
Em 2023, após ter se destacado na Seleção da Colômbia aos 17 anos, foi destaque da campanha da equipe na Copa do Mundo da Austrália e Nova Zelândia. Na ocasião, as colombianas chegaram pela primeira vez às quartas de final da competição.
O julgamento da morte de Diego Maradona teve um novo desdobramento na última terça-feira (25), com a prisão de Julio César Coria, ex-segurança do astro argentino. A detenção ocorreu durante uma audiência no Terceiro Juizado Penal de San Isidro, na Área Metropolitana de Buenos Aires, após um pedido do promotor de acusação Patricio Ferrari.
Coria foi acusado de prestar falso testemunho e apresentar declarações contraditórias em diversas ocasiões. Segundo os juízes responsáveis pelo caso, o Ministério Público apresentou evidências claras de que o ex-segurança teria mentido em depoimento.
De acordo com a agência AFP, Coria deixou o tribunal algemado e permanecerá preso por um dia, além de responder judicialmente pelo crime de falso testemunho. Caso seja considerado culpado, ele poderá cumprir até cinco anos de prisão.
Durante a audiência, o ex-segurança afirmou nunca ter conversado com Leopoldo Luque, médico pessoal de Maradona e um dos principais acusados no caso. No entanto, advogados da família do ex-jogador apresentaram mensagens trocadas entre os dois, incluindo uma conversa em que Luque e Coria combinavam um churrasco logo após a morte do ídolo argentino. Questionado sobre as evidências, Coria alegou que não se lembrava das mensagens.
ENTENDA O CASO
O julgamento envolve sete profissionais da área da saúde, acusados de negligência no atendimento prestado a Diego Maradona. Eles respondem pelo crime de homicídio simples com dolo eventual, que se configura quando há conhecimento do risco de morte, mesmo sem intenção direta de causar o óbito. As penas podem chegar a 25 anos de prisão.
Maradona faleceu em novembro de 2020, aos 60 anos, após uma parada cardiorrespiratória, enquanto se recuperava de uma cirurgia para remover um hematoma subdural. As investigações apontam que a morte poderia ter sido evitada caso a equipe médica tivesse tomado medidas adequadas.
Segundo o Ministério Público, a equipe responsável pelo ex-jogador ofereceu atendimento precário e inadequado, sem suporte médico necessário para seu estado de saúde. A acusação sustenta que os profissionais isolaram Maradona da família, omitiram informações importantes e deixaram sua recuperação "relegada à sorte".
Entre os réus do processo estão:
- Leopoldo Luque (neurocirurgião e médico pessoal de Maradona);
- Agustina Cosachov (psiquiatra);
- Ricardo Almirón (enfermeiro);
- Nancy Forlino (médica da Swiss Medical);
- Mariano Perroni (chefe de enfermagem);
- Carlos Díaz (psicólogo);
- Pedro Di Spagna (médico clínico);
- Uma oitava acusada, que será julgada separadamente por um júri popular.
O julgamento, que deve se estender até julho, contará com três audiências semanais e o depoimento de mais de 190 testemunhas. As provas incluem exames médicos, mensagens de celular e gravações de áudio, que serão analisadas ao longo do processo.
O novo documentário sobre a vida de Diego Maradona não tem agradado o jogador. Ele pediu para que as pessoas não assistam quando estrear. Os cartazes do longa que aborda o polêmico argentino dizem: "Diego Maradona - Rebelde, Herói, Vigarista e Deus". De acordo com a Reuters, o campeão mundial não gostou de ser descrito como "vigarista".
"Joguei futebol e ganhei meu dinheiro correndo atrás da bola. Não extorqui ninguém", disse Maradona em uma entrevista à rede Univisión, nesta terça-feira (21). "Se eles querem atrair o público assim, estão equivocados... O título não me agrada, e se o título não me agrada, o filme não me agradará. Não vão vê-lo", continuou.

O diretor Asif Kapadia, responsável por dirigir os documentários premiados "Senna" e "Amy", anteriormente já tinha dito que Maradona não havia assistido ao filme e reconheceu que estava curioso em saber a reação do jogador quando o visse. "Estamos lidando com arquivos muito antigos, haverá muitas imagens que ele mesmo não viu de si mesmo, de sua família, de seus filhos", disse Kapadia. "Então acho que será muito comovente para ele".
Maradona, atual técnico do Dorados, do México, não compareceu a pré-estreia do longa no Festival Internacional de Cinema de Cannes no domingo. A produção do filme informou que o atleta estava com "uma lesão no ombro que requer atenção médica".
Segundo a agência, as primeiras críticas foram variadas. Algumas pessoas disseram que o filme é baseado em diversos vídeos pessoais de Maradona e que mostra cenas coloridas, mas que carece de impacto. "Não importa a quantidade de noticiários que nos mostrem ou o quão fascinantes sejam, toda essa realidade fragmentada não consegue ajudar a revelar o que há dentro do homem em seu centro", escreveu a revista Variety.
O documentário irá estrear no Reino Unido em 14 de junho e ainda não tem data prevista para estrear no Brasil. Confira o trailer do filme:
O documentário "Diego Maradona", que contará a história do jogador ganhou seu primeiro trailer nesta terça-feira (23).
O longa tem direção de Asif Kapadia ("Senna") e foi desenvolvido a partir de mais de 500 horas de filmagens e com material do arquivo pessoal do atleta.
O documentário foca no período em que Maradona atuou no clube italiano Napoli, entre 1984 e 1991. Durante aqueles anos, o jogador liderou a equipe na conquista de títulos importantes como Campeonato Italiano enquanto as polêmicas surgiam fora dos campos.
Confira o trailer:
A comemoração "dramática" de Diego Maradona, que chamou a atenção dos telespectadores após a Argentina fazer um gol na partida contra a Nigéria nesta terça-feira (26), foi motivada pelas filmagens do documentário sobre a vida do ex-jogador. De acordo com informações do Daily Mail, as reações de Maradona durante o jogo foram filmadas para a cinebiografia dirigida pelo cineasta Asif Kapadia, responsável pelo documentário do piloto brasileiro de Fórmula 1 Ayrton Senna e o da cantora Amy Winehouse. As cenas “protagonizadas” pelo ex-jogador durante a partida entre Argentina e Nigéria, como os momentos em que ele interagiu com outros torcedores, ou fez caras e bocas para lances do jogo, já irão servir para material de divulgação do documentário. A produção do documentário já começou e ele deve chegar aos cinemas em 2019. Segundo o site, Maradona irá falar na obra sobre como bebia e consumia cocaína dias antes de suas partidas pelo Napoli, da Itália.
O documenrário abordará os tempos de guerrilha de Mujica e a agenda liberal que ele tem implantado em sua gestão, incluindo a legalização da maconha, disse um produtor próximo ao projeto. As filmagens vão começar ao final de 2013 em Washington, quando o presidente uruguaio de 78 anos tem marcada uma reunião com o presidente dos EUA, Barack Obama. Kusturica voará a Montevidéu em dezembro para entrevistar Mujica, disse à Reuters na quinta-feira (8) o produtor Marcelo Carrasco, que fez o contato entre o cineasta e o presidente.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.