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Fernanda Tripode, advogada de Dado Dolabella, negou ter coagido Marcela Tomaszewski a não registrar queixa contra o ator. A profissional divulgou nota nessa segunda-feira (27) afirmando estar na Itália há mais de um mês e que tomou conhecimento do caso apenas pela mídia.
A advogada contestou as alegações feitas por Diego Cândido, representante legal de Marcela, Miss Gramado. Tripode classificou as acusações de coação como falsas e anunciou que não representará Dolabella neste caso específico.
"Encontro-me na Itália há mais de um mês, onde tomei conhecimento, unicamente por meio da mídia, dos fatos envolvendo o Sr. Carlos Eduardo Dolabella", afirmou Tripode na nota. A advogada descreveu as acusações de coação como "absolutamente inverídica e desprovida de qualquer fundamento".
A decisão de não atuar no caso foi tomada considerando as acusações contra ela e as "informações conflitantes apresentadas pelo casal", conforme explicou a advogada. Tripode ressaltou que todos os registros e comunicações relacionados ao episódio estão arquivados e poderão ser utilizados para medidas legais, se necessário.
O caso ganhou repercussão após Diego Cândido, advogado da Miss Gramado, alegar que houve tentativa de coação para que sua cliente não prestasse queixa contra o ator, cujo nome completo é Carlos Eduardo Dolabella.
Daniel Brandão, atual advogado de Dado, quando procurado pelo portal Splash, disse que "não houve agressão" e afirmou desconhecer que Marcela tenha um representante legal. "Entendo que isso é um assunto de casal e não de 'tribunal da internet' quando sem ouvir as partes já decidem por condenar alguém", declarou Brandão.
Até o momento, não há informações sobre se Marcela formalizará uma queixa contra Dado, nem sobre os próximos desdobramentos legais do caso."
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.