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Celebrado em 13 de julho, o Dia Mundial do Rock só existe no Brasil. A data foi criada despretensiosamente no início da década de 1990, a partir da iniciativa de rádios paulistanas, e desde então a comemoração passou a ser festejada anualmente por grupos e artistas brasileiros.
De acordo com O Globo, o 13 de julho foi escolhido porque neste dia, em 1985, o astro Phil Collins tentou emplacar a proposta diante de uma plateia internacional, mas sem sucesso. Durante o Live Aid, mega evento que reuniu grandes nomes do gênero para shows simultâneos na Inglaterra e nos Estados Unidos, o cantor e baterista britânico sugeriu que, dali em diante, 13 de julho fosse considerado o Dia Mundial do Rock. Mas só as duas rádios roqueiras de São Paulo levaram a ideia a sério.
O evento foi realizado para levantar dinheiro para o combate à fome na Etiópia. Participaram do evento grandes nomes do rock como Queen, Paul McCartney, David Bowie, U2, Mick Jagger, Keith Richards, Ronnie Wood, The Who, Madonna, Led Zeppelin, entre outros.
Em outros países, o Dia do Rock é comemorado em diferentes datas. Nos EUA, uma pequena parcela costuma dedicar tributos ao gênero musical no dia 9 de julho, em referência ao programa de televisão "American Bandstand", do apresentador e produtor Dick Clark, que ajudou a popularizar a música no país.
Mas, especialistas alegam que as homenagens deveriam ser feitas em outras datas, como 5 de julho (nesse dia, em 1954, Elvis Presley gravou uma famosa versão de "That's all right") e 9 de fevereiro (nesse dia, os Beatles apresentaram seu primeiro show nos EUA).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).