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di flora
O ex-secretário de Comunicação do governo da Bahia, Marcus Di Flora, já tem planos para um novo desafio na política após deixar o cargo.
Segundo publicação da colunista Milena Teixeira, do portal Metrópoles, Di Flora vai assumir a coordenação de comunicação da campanha da deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ), que disputa uma vaga ao Senado nas eleições deste ano.
A saída de Di Flora da Secom foi noticiada previamente pelo Bahia Notícias e confirmada na última quinta-feira (23) pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), que aceitou o pedido de exoneração motivado por questões pessoais. Segundo nota divulgada pelo governo à época, a transição já vinha sendo tratada de forma alinhada entre as partes desde o início de julho.
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) confirmou nesta quinta-feira (23) o pedido de exoneração do secretário de Comunicação do Estado da Bahia, Marcus Di Flora, motivado por questões pessoais. Segundo nota divulgada pelo governo, a saída vinha sendo tratada de forma alinhada entre as partes desde o início de julho.
Na mesma nota, o governo informou que o chefe de gabinete Luciano Suedde vai responder interinamente pela Secretaria de Comunicação até a definição de um novo titular. O texto também destacou o reconhecimento do governador pela dedicação e pelos serviços prestados por Di Flora ao longo de sua gestão à frente da pasta.
Além da saída de Di Flora, o governo confirmou a nomeação de Eracy de La Fuente, atual presidente da Companhia de Transportes do Estado da Bahia, para assumir a Secretaria da Casa Civil. Ele substitui o deputado federal Afonso Florence (PT), que precisou se descompatibilizar do cargo para poder concorrer à reeleição em 2026.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.