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Uma menina de 10 anos, com síndrome de Down, teria sido discriminada e impedida de brincar no espaço infantil de um shopping do Distrito Federal, no Lago Norte, no último domingo (16). Segundo o Metrópoles (parceiro do Bahia Notícias), o episódio ganhou repercussão na imprensa depois que a mãe da criança, Melina Sales dos Santos, de 43 anos, denunciou o fato nas redes sociais.
Melina, que é presidente da Associação DFDown, conta que a filha estava animada com as férias, então elas resolveram ir ao shopping tomar um sorvete e, ao chegar no local, se depararam com a atração e resolveram brincar, como de costume.
“Habituada a frequentar esse tipo de brinquedo, quando viu me pediu para brincar. Estava aguardando uma amiga que está com a mãe hospitalizada para nos encontrar e achei que seria uma boa oportunidade para ela brincar e conversar com mais tranquilidade com essa amiga, mas ao chegar na entrada a moça olhou para minha filha e sem fazer qualquer pergunta sobre a autonomia dela, disse que ela não poderia entrar sem responsável ao lado”, denunciou a mãe.
De acordo com Melina, a atração aceita receber crianças a partir de 5 anos desacompanhadas, mas crianças com deficiência, mesmo com total autonomia, é exigido a presença de um responsável. “Argumentei diversas vezes, inclusive citando a lei brasileira da inclusão. A atendente foi extremamente hostil e disse que se eu tivesse um problema com isso, que acionasse o SAC”, acrescenta.
Ainda segundo a presidente da DFDown, a família já enfrentou problemas semelhantes em outros shoppings no DF. “vamos registrar um boletim de ocorrência por discriminação à pessoa com deficiência. O que a gente espera é que desse caso infeliz saia algum aprendizado para que esse tipo de situação não se repita mais. Não se pode partir do pressuposto de incapacidade quando se trata de uma pessoa com deficiência”, finaliza.
Assista o vídeo:
Criança com síndrome de Down é impedida de usar brinquedo em shopping do Distrito Federal
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 18, 2023
Saiba mais ?? https://t.co/dkzC2AtAzz pic.twitter.com/Svb8KQhfOL
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.