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deyverson no podpah
O atacante Deyverson encerrou 2024 em alta, mesmo com um final de temporada frustrante para o Atlético-MG, e em um momento conturbado no Cuiabá no início do ano. Durante uma entrevista ao podcast “Podpah”, no YouTube, nesta quinta-feira (12), o jogador relembrou um episódio curioso de sua trajetória: o momento em que tentou jogar no Vasco, clube do coração, enquanto atuava pelo Belenenses, de Portugal, entre 2013 e 2014.
Ao ser questionado se sentiu algum incômodo ao marcar o gol que deu o título brasileiro ao Palmeiras, em 2018, contra o Vasco, Deyverson contou que se mostrou profissonal. Ao contar uma parte do início da sua carreira, quando jogou em Portugal, o centroavante falou sobre a recusa que recebeu do Vasco, seu time de coração.
“Não (doeu) porque sou profissional, né? Estou defendendo as cores do clube que abre as portas para mim. É louca a vida, porque quando estava no Belenenses, eu pedi para vir jogar no Vasco. E uma pessoa falou: ‘Quem é Deyverson?’ Não lembro dessa pessoa que estava lá no Vasco. Eu não estava jogando tão bem no Belenenses, pedi para vir para o Vasco, time do meu coração. Falei: ‘Pô, vê lá se o Vasco me quer’. Aí a pessoa que estava trabalhando comigo ligou para lá, e o cara falou assim: ‘Não conheço Deyverson’”, revelou o atacante.
Revelado pelo Mangaratibense, Deyverson teve passagem pela base do Vasco, mas não conseguiu se firmar no clube. O atacante rodou pela Europa, defendendo equipes como o Levante, Alavés e Belenenses, antes de retornar ao Brasil para brilhar no Palmeiras, onde conquistou títulos importantes, incluindo o Campeonato Brasileiro, a Libertadores e a Recopa Sul-Americana.
Após passagem pelo Cuiabá, no segundo semestre de 2022, assinou com o Atlético-MG em agosto de 2024 depois de altos e baixos no Dourado, consolidando-se como uma peça importante do elenco no final da temporada. Vale lembrar que em um dos momentos, o atacante colocou o Galo na final da Libertadores com dois gols sobre o River Plate.
Natural do Rio de Janeiro, Deyverson cresceu torcendo pelo Vasco, por influência de seu pai, Carlos Roberto da Silva. Ele revelou que quase cedeu à pressão familiar para se tornar flamenguista, mas um pedido da mãe, que observava o sofrimento do marido com as derrotas do Vasco, foi decisivo para que o atacante seguisse o clube de coração paterno.
“Foi meu pai que me fez ser vascaíno. Todo mundo na família torcia para o Flamengo, menos ele. Minha mãe falou: ‘Acompanha seu pai, para ele não ficar sozinho sofrendo.’ Aí comecei a torcer pelo Vasco, e o amor foi crescendo", concluiu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.