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O esquiador brasileiro Lucas Pinheiro, medalhista de ouro no slalom gigante dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, aproveita dias de descanso no Brasil ao lado da namorada, a atriz Isadora Cruz. Durante a estadia, o casal visitou os Estúdios Globo, onde conheceu a cidade cenográfica da novela Coração Acelerado. A informação foi veiculada inicialmente pelo ge.globom
A passagem pelo local também incluiu uma entrevista ao Fantástico, exibida no próximo domingo (1). Em conversa com o repórter André Gallindo, o atleta comentou, em tom descontraído, vídeos de foliões fantasiados de esquiadores durante o Carnaval.
"Agora estou vendo vídeos do Carnaval, das pessoas esquiando na praia. Que isso? Para mim esse vídeo foi tudo. Esqui alpino virar fantasia do Carnaval me deixa muito feliz", disse.
A medalha de ouro conquistada por Lucas Pinheiro marcou a primeira do Brasil na história das Olimpíadas de Inverno. Nascido em Oslo, na Noruega, o atleta é filho de mãe brasileira e passou a representar o país em competições internacionais a partir de 2024. Antes do título olímpico, ele já havia alcançado resultados expressivos em etapas da Copa do Mundo, consolidando-se como um dos principais nomes do esqui alpino brasileiro.
A Federação Brasil Da Esperança ingressou nesta sexta-feira (20) com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por propaganda eleitoral antecipada. A Federação, que reúne as siglas PT, PV e PCdoB, afirma que o senador promoveu campanha eleitoral antecipada negativa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e pediu a remoção dos conteúdos.
Segundo o texto da ação, o vídeo de Flávio Bolsonaro teria sido feito com As imagens geradas por inteligência artificial, e mostram o presidente Lula e a primeira-dama Janja com roupas de presidiários em uma cadeia e legendas como "Bloco do Luladrão". Além de Flávio, o vídeo em questão foi publicado pela deputada Bia Kicis (PL-DF) e pelo senadores Marcos Rogério (PL-RO) e Rogério Marinho (PL-RN).
Os partidos da Federação Brasil Da Esperança alegam que a divulgação do vídeo por Flávio Bolsonaro não apenas busca prejudicar a imagem de Lula, mas também configura uma tentativa de influenciar o cenário político de forma antecipada. A representação cita ainda resolução do TSE que prevê que “não será tolerada propaganda que caluniar, difamar ou injuriar qualquer pessoa”.
“Não há dúvidas de que os Representados promoveram campanha eleitoral antecipada negativa, na medida em que realizaram publicação de imagem manipulada nas redes sociais com a desqualificação da imagem e da honra, principalmente, de Luiz Inácio Lula da Silva, com a divulgação de fatos sabidamente inverídicos, com o único intuito de influir, negativamente, na formação da opinião dos eleitores”, diz trecho da ação.
Nos conteúdos divulgados pelo senador do PL, também há uma paródia de samba-enredo com acusações a Lula e a integrantes do governo, com menções a fake news veiculadas em momentos anteriores da gestão, como a de taxação do Pix. Imagens de IA dos ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) também são usadas nos vídeos.
A ação do PT, PV e PCdoB foi apresentada um dia depois de o Partido Liberal (PL) protocolar um pedido de produção antecipada de provas no TSE contra o presidente Lula, a quem a sigla acusa de abuso de poder político e econômico no desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, na Marquês de Sapucaí, no Carnaval de 2026.
A legenda sustenta que a apresentação, que teve enredo em homenagem a Lula, se transformou em um “ato político-eleitoral” em ano de eleição presidencial, bancado majoritariamente com recursos públicos e com ingerência direta do Palácio do Planalto. No texto, o partido afirma que o desfile da Acadêmicos de Niterói extrapolou os limites da manifestação cultural e se converteu em “peça de marketing político-biográfico”, com exaltação do presidente e ataque a adversários.
Os casos estão agora nas mãos dos ministros do TSE, que deverão avaliar tanto o desfile da Acadêmicos de Niterói quanto se a publicação do vídeo de Flávio Bolsonaro realmente configura propaganda eleitoral antecipada e quais medidas poderão ser tomadas em resposta à ação.
Segundo a coluna Radar da revista Veja que chegou às bancas nesta sexta-feira (20), um diretor de instituto de pesquisas teria confidenciado que, depois da má repercussão do desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, haveria chances reais de as próximas pesquisas, no início do mês de março, já trazerem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na liderança da disputa presidencial.
A coluna, comandada pelo jornalista Robson Bonin, ouviu pessoas do governo federal que avaliaram que a ala das “famílias em conserva”, com menção de deboche aos evangélicos e conservadores, teria irritado até quem estava inerte na briga eleitoral. “Nem todo conservador era contra Lula. Agora não se sabe”, disse a fonte ouvida pela coluna Radar.
Esses mesmos interlocutores afirmaram que o fato de a escola de samba ter ironizado principalmente as famílias evangélicas acabou dando munição extra a quem já vinha anunciando ações sobre possibilidade de propaganda eleitoral antecipada com a homenagem ao presidente Lula. “Derramado o leite, a dúvida é quanto tempo esse desgaste durará”, disse um auxiliar do Palácio do Planalto à coluna.
Ainda sobre o desfile da Acadêmicos de Niterói, pessoas próximas ao presidente disseram à revista Veja que a culpa principal sobre o desgaste que ocorreu para a imagem do governo recai principalmente nos ombros da primeira-dama Janja Lula da Silva. “Foi ela que pressionou para realizar o sonho de desfilar na Sapucaí”, disse um ministro em off à revista.
Na conversa com a coluna, entretanto, essas fontes acreditam que não há, por enquanto, risco de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tornar o presidente Lula inelegível nas eleições de outubro deste ano.
A partir da próxima semana, quando o Senado retomar seus trabalhos, o Carnaval e, particularmente, o desfile realizado pela escola de samba Acadêmicos de Niterói em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, serão discutidos a partir de proposições apresentadas por parlamentares de diversos partidos.
Um dos projetos relacionados ao desfile da Acadêmicos de Niterói foi protocolado pelo senador Bruno Bonetti, do PL do Rio de Janeiro. A proposta tem como objetivo proibir a homenagem a autoridades políticas ou a ocupantes de cargos políticos no exercício do mandato por entidades culturais que receberem verbas federais.
Na justificativa do seu projeto, o senador Bruno Bonetti lembrou que neste ano, a Embratur, ligada ao governo federal, destinou R$ 12 milhões distribuídos igualmente entre todas as escolas de samba do Rio de Janeiro, inclusive a Acadêmicos de Niterói. Em entrevista à Rádio Senado, o senador disse que a ideia é reforçar a necessidade de se observar os princípios da moralidade pública.
“Essa é a maneira que o nosso mandato encontrou para que se faça justiça e não haja um desequilíbrio na relação de forças eleitorais, tendo em vista que o atual presidente já se colocou como candidato à reeleição. Há algum sentido em dinheiro público financiar a divulgação do seu nome? Isso é um escárnio e desequilibra a correlação de forças, além de ser totalmente antiético e sem propósito”, disse Bonetti.
Pelo projeto, a entidade que receber dinheiro público e desrespeitar as regras estará sujeita à suspensão do repasse dos valores remanescentes, devolução do que já foi transferido e proibição de receber dinheiro e celebrar parcerias com a União por cinco anos.
Um outro projeto nesta linha foi apresentado pelo senador Cleitinho (Republicanos-MG), pré-candidato ao governo de Minas Gerais. A proposta prevê a proibição de financiamento público a escolas de samba e blocos carnavalescos que promoverem apologia ao crime, ao tráfico de drogas, à intolerância religiosa ou a qualquer outra prática que contrarie os princípios da ordem pública e da convivência pacífica na sociedade.
O texto do senador Cleitinho prevê sanções como suspensão de repasses financeiros e aplicação de multas para as agremiações que descumprirem as regras. A proposta aguarda despacho do presidente Davi Alcolumbre (União-AP) para começar a tramitar nas comissões temáticas antes de eventual votação em plenário.
Segundo o senador mineiro, o objetivo da sua proposta é buscar assegurar responsabilidade na aplicação do dinheiro público sem interferir na criatividade artística ou na crítica social tradicionalmente presente no carnaval.
“É importante destacar que o projeto não limita a liberdade de expressão artística, mas estabelece um limite claro para o financiamento de práticas que podem incitar comportamentos ilegais ou promover a intolerância religiosa. Ou seja, a proposta busca garantir que os recursos públicos destinados à cultura, seja para o fomento ao Carnaval ou a outras manifestações artísticas, sejam utilizados de maneira ética e responsável”, diz o senador Cleitinho.
Há também a proposta protocolada pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), pré-candidato ao governo cearense. Girão apresentou projeto de lei complementar proibindo o uso de recursos públicos federais, estaduais e municipais para financiar festas carnavalescas.
O senador critica o fato de que o governo federal, por meio da Embratur, tenha financiado carnavais em diversos estados do Brasil. Girão faz críticas também a emendas parlamentares que bancam cachês milionários de cantores e artistas.
“O dinheiro público precisa financiar prioridades como saúde, educação e segurança”, defende o senador Girão.
Não ligada à questão do desfile da Acadêmicos de Niterói, mas com relação ao uso de dinheiro público em festas populares está a proposta apresentada na semana passada pelo senador Angelo Coronel (sem partido - BA). O parlamentar baiano apresentou um projeto de lei para limitar os gastos dos municípios com festas populares.
Na justificativa do seu projeto, Coronel destaca que as festas populares são eventos fundamentais para manutenção da cultura, fomento do turismo e potencialização da economia local, e uma prova disse seria os festejos de São João na região Nordeste. Para o senador, muito mais do que uma celebração, toda a comunidade ganharia de alguma forma com o evento.
“Por isso, todo ano é esperado que o Poder Público, especialmente as prefeituras, invistam nessas festas, que movimentam a economia do município, indo muito além do aspecto cultural e social. Ocorre que os custos dessas festas têm crescido absurdamente nos últimos anos, talvez porque empresários e artistas saibam que a população espera que as prefeituras promovam a festa de toda forma e acabam inflacionando os cachês”, argumenta Angelo Coronel.
O senador lembra que municípios da Bahia e do Ceará lideram o movimento para que exista um limite ao valor que pode ser pago a artistas quando exista dinheiro público envolvido. Dentro dessa realidade, Angelo Coronel propôs fixar um limite ao valor pago a bandas, duplas e demais artistas que são contratados pelo Poder Público.
A proposta coloca que esse limite dependerá do potencial financeiro do município, sendo de no máximo R$ 700 mil ou 0,1% da chamada Receita Corrente Líquida, que é aquilo que o município arrecada durante o ano.
“Com essa medida, as prefeituras poderão continuar investindo nessas festas, mas não ficarão nas mãos de artistas e empresários mais gananciosos, resguardando o cofre da prefeitura para investir em outras áreas fundamentais como saúde e educação”, explica o senador baiano.
Uma pesquisa realizada pelo instituto Ideia revelou o tamanho do incômodo do segmento evangélico da população brasileira com o desfile realizado no último domingo (15) pela escola de samba Acadêmicos de Niterói. Na homenagem feita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Sambódromo do Rio de Janeiro, a agremiação apresentou uma ala chamada “família em conserva”, que fazia a representação de pessoas evangélicas dentro de latas em conserva.
Segundo a pesquisa, 61,1% dos entrevistados consideraram que os evangélicos foram retratados no desfile de forma preconceituosa, além de enxergar ofensa à liberdade religiosa. Outros 11% dos entrevistados entenderam a ala como uma crítica artística legítima, algumas com referência religiosa. Já 8,7% veem como uma sátira aceitável, e 19,2% não souberam opinar.
Em outro recorte da pesquisa do Instituto Ideia, um total de 48,3% dos entrevistados avalia que o desfile da Acadêmicos de Niterói gerou um aumento da polarização religiosa e política ou normaliza a discriminação simbólica. Por outro lado, 38,2% acreditam que a ala provoca reflexão crítica ou amplia o debate público, e 13,4% afirmam entender que o desfile não gera impacto relevante.
Os dados da pesquisa Ideia revelam também que três quartos do segmento tomaram conhecimento da ala. Segundo a pesquisa, apenas 23,9% dos evangélicos não viram ou ouviram falar sobre, enquanto 19,1% assistiram ao desfile ou vídeos dele e 45,9% entraram em contato por reportagens ou postagens nas redes sociais.
Mais de um terço dos evangélicos (35,1%) também acreditam que a reação seria mais intensa caso outro grupo religioso fosse retratado daquela forma, enquanto 14,8% pensam o contrário. Já 29,3% afirmam que seria igual, e 20,9% não sabem.
As entrevistas do Instituto Ideia foram realizadas pela internet no dia 18 de fevereiro, com 656 pessoas que se autodeclaram protestantes ou evangélicas de 315 municípios. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Sem se pronunciar diretamente sobre o rebaixamento da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que neste carnaval de 2026 desfilou fazendo uma homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a primeira-dama Janja Lula da Silva compartilhou nos stories de sua conta no Instagram uma postagem da agremiação sobre o resultado da apuração no Rio de Janeiro.
A postagem replicada por Janja apresenta uma imagem do carro alegórico que tinha um boneco gigante do presidente Lula, com a frase “A arte não é para os covardes”. A escola também mandou um recado para os seus integrantes: “Comunidade, vocês foram gigantes”.
Em uma outra publicação também compartilhada por Janja na noite desta quarta-feira (18), uma imagem do desfile da Acadêmicos de Niterói é mostra junto com um trecho do samba-enredo que fala sobre Rubens Paiva e a necessidade de resistir:
“No Brasil de Rubens Paiva,
Lute pra vencer,
Aceite se perder,
Se o ideal valer,
Nunca desista,
Não é digno fugir”
Havia a previsão de que a primeira-dama Janja participasse do desfile da Acadêmicos de Niterói, como componente do último carro alegórico da escola. A presença da primeira-dama gerou forte debate interno no Palácio do Planalto, após ações terem sido apresentadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alegando a possibilidade de crime eleitoral no desfile.
Janja havia sido liberada para participar do desfile, após avaliação de assessores jurídicos do governo de que não haveria problema na participação da primeira-dama, uma vez que ela não é formalmente uma autoridade nem ocupa nenhum cargo público. Na última hora, porém, a primeira-dama decidiu não participar, e a escola colocou a cantora Fafá de Belém em seu lugar como destaque do último carro alegórico.
Em nota divulgada na última segunda (16), Janja Lula da Silva, afirmou que desistiu de desfilar na Sapucaí para evitar a “possibilidade de perseguição’ ao presidente Lula e à escola de samba Acadêmicos de Niterói, autora da homenagem.
Na nota, Janja disse que foi à concentração da escola momentos antes do desfile para manifestar apoio e que, depois, decidiu assistir à homenagem ao lado de Lula, no camarote. A primeira-dama disse que a decisão foi tomada mesmo havendo segurança jurídica.
“Mesmo com toda segurança jurídica de que a primeira-dama, Janja Lula da Silva, poderia desfilar, diante da possibilidade de perseguição à escola e ao presidente Lula por receber uma das maiores honrarias que um brasileiro pode ter, que é ser homenageado por uma Escola de Samba, Janja optou por não desfilar para estar ao lado da pessoa que ela mais ama na vida”, diz um trecho da nota enviada pelo Palácio do Planalto à imprensa.
Informações obtidas pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, a partir de pesquisas internas e trackings realizados pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, indicam que o desfile da Acadêmicos de Niterói em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria sido “um desastre”.
Um estudo da agência Ativaweb divulgado nesta quarta-feira (19) confirma os números apurados pelo Palácio do Planalto e revelam que a passagem da escola de samba pelo Sambódromo do Rio de Janeiro teria sido “catastrófica” para o governo. O desfile foi realizado na noite do último domingo (15).
Segundo Lauro Jardim, a apuração feita pela equipe de comunicação do governo revelou que o principal foco de críticas ao desfile teve como alvo a ala que representou a “família tradicional” dentro de uma lata de conservas. Além de ter se tornado o “símbolo do desastre” para a imagem do presidente Lula, as fantasias da “família em conserva” acabaram, na visão de fontes do colunista, criando um forte atrito com um grupo que o governo vinha tentando atrair - os evangélicos.
“Todo um trabalho de aproximação com os evangélicos foi jogado fora”, disse um líder petista ao jornalista Lauro Jardim.
A mesma impressão de “desastre” foi corroborada pelo estudo da agência Ativaweb realizado entre a segunda (16) e a terça-feira (17). O levantamento da agência contabilizou 28,9 milhões de menções nas redes sociais às imagens da chamada “família em conserva”, surgidas após o desfile da Acadêmicos de Niterói.
A análise da Ativaweb, feita em publicações no Instagram, Facebook e a rede X, apontou que 70,7% das menções ao assunto foram classificadas como negativas, associadas a críticas à representação simbólica e à percepção de ataque a valores culturais, religiosos e familiares.
Conteúdos positivos, em defesa da liberdade artística e da sátira política, representaram 21,8%. Outros 7,5% foram considerados neutros. O estudo mostrou presença simultânea em todas as regiões do país e múltiplos polos de propagação, incluindo influenciadores políticos, usuários comuns e redes ideológicas organizadas.
De acordo com a análise da Ativaweb, o que começou como crítica foi apropriado por usuários e lideranças associadas ao campo conservador, que passaram a produzir, com uso de inteligência artificial, imagens próprias de “famílias conservadoras” dentro de latas metálicas. O movimento incluiu políticos da oposição a Lula, que compartilharam ilustrações em suas redes sociais.
A impressão de que o desfile da Acadêmicos de Niterói foi um "desastre" é compartilhada por aliados do pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (P-RJ). Segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, o desfile deu munição aos adversários ao satirizar a parcela conservadora e evangélica da população. Para eles, foi um tiro no pé que vem sendo explorado nas redes bolsonaristas, especialmente a ala que usou uma fantasia de família em lata de conserva.
O próprio Flávio Bolsonaro aproveitou a enxurrada de críticas ao desfile nas redes sociais e gravou um vídeo dirigido a quem não se diz nem de esquerda nem de direita, com foco na questão do ataque aos conservadores.
"Quero me dirigir a você, que não é simpatizante nem de Bolsonaro nem de Lula. Você ficou feliz de ver o dinheiro dos seus impostos sendo usado para fazer campanha antecipada para o Lula? Você, que é cristão, ficou feliz de ver a escola de samba do Lula fazer chacota com a sua fé?", disse Flávio.
Em meio à polêmica após o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, no Rio de Janeiro, em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que gerou fortes críticas da oposição e de partidos de direita, uma “trend” em defesa das famílas conservadoras começou a ganhar força nas redes sociais desde esta segunda-feira (16) de Carnaval.
Políticos e influenciadores de oposição passaram a postar em suas redes ilustrações geradas por inteligência artificial em defesa das famílias conservadoras. O movimento surgiu em reação a uma ala apresentada no desfile da Acadêmicos de Niterói, no último domingo (15), que ridicularizava as “famílias em conserva”, uma crítica a esse segmento da sociedade.
A ala foi chamada pela escola de samba de “neoconservadores em conserva”. A fantasia dos componentes era uma lata com o desenho de uma família formada por pai, mãe e duas crianças. A Acadêmicos de Niterói retratou, com fantasias, o que chamou de representantes dos “grupos que levantam a bandeira do neoconservadorismo”: o agronegócio, uma mulher de classe alta, defensores da ditadura militar e evangélicos.
Um dia após o desfile em homenagem ao presidente Lula na Marquês de Sapucaí, parlamentares e partidos de oposição anunciaram uma enxurrada de ações judiciais para contestar o desfile. Além de denúncias sobre propaganda eleitoral antecipada, abuso de poder político e uso indevido de recursos públicos, diversas ações alegam preconceito e intolerância religiosa contra evangélicos retratados no enredo.
O candidato a presidente e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi um dos que anunciou que iria protocolar ação “contra os crimes do PT na Sapucaí com dinheiro público”. O senador disse nas suas redes sociais que o Brasil “vive uma depravação moral generalizada”, e que a escola de samba atacou “o maior projeto de Deus na Terra: a família”.
Um dos parlamentares que fez fortes críticas à forma como as famílias conservadoras foram retratadas no desfile foi o deputado federal baiano Capitão Alden (PL). Em postagem nas redes sociais acompanhando a “trend”, o deputado do PL da Bahia disse não trocar convicções ou fundamentos de vida por tendências passageiras ou aplausos.
“Nem tudo o que é novo constrói. Nem tudo o que viraliza sustenta. Há uma segurança que só existe quando a vida está ancorada na verdade e verdade não muda conforme a cultura decide. Eu não troco fundamentos eternos por tendências passageiras. Não negocio convicções por aplausos. Não substituo direção por aprovação social”, afirmou.
Capitão Alden, que postou uma imagem gerada por IA junto com sua família em uma lata de conserva, explicou o que para ele significava aquela representação:
“Eu prefiro que a minha família seja como uma boa conserva: bem guardada, bem selada, protegida do que corrói por fora. Não é isolamento, é preservação. Essa ´lata´ que nos envolve não é medo do mundo. É a vontade de Deus revelada na Sua Palavra. É ali que existem limites que protegem, valores que não vencem com o tempo, princípios que não apodrecem ao sabor das modas. Chamam de antiquado. Eu chamo de estrutura. Chamam de fechado. Eu chamo de firme”, colocou Capitão Alden.
Quem também entrou na “trend” foi um dos líderes da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), que assumiu recentemente a coordenação nacional da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. Na sua postagem, Marinho faz críticas ao desfile e disse que a esquerda zomba das famílias brasileiras.
“A esquerda zomba da família, alicerce do Brasil, e evidencia a perda da sintonia com o povo que trabalha, crê em Deus e educa seus filhos. É por isso que Lula e o PT perderam as ruas, e é por isso que a direita conservadora voltará a representar o Brasil real, com Flávio Bolsonaro na Presidência da República!”, disse.
O ex-deputado e pré-candidato a senador pelo estado do Paraná, Deltan Dallagnol (Novo), também entrou na “trend”, e ironizou o fato de a escola ter “transformado em piada” a opção de segmentos da população pelo conservadorismo. “Quem vive sabe o valor. Para alguns é fantasia, para outros é fundamento. Melhor ´conserva´ do que ladrão”, afirmou o ex-procurador.
O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, realizado na noite deste domingo (15) na Marquês de Sapucaí no Rio de Janeiro, deve motivar uma enxurrada de ações no TSE e também na justiça comum, com acusações de cometimento de crimes como propaganda eleitoral antecipada, abuso de poder e intolerância religiosa, entre outros.
Um dos que prometem ingressar na justiça contra o desfile é o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). O pré-candidato a presidente criticou especificamente uma ala da escola que, segundo ele, teria ridicularizado os evangélicos.
A ala citada por Zema em vídeo gravado nas suas redes sociais era chamada de “conservadores em conserva”, com fantasias que traziam uma lata com o desenho de uma família. A ala de número 22 [mesmo número de urna do Partido Liberal], foi pensada para retratar os chamados "neoconservadores" como um grupo que se posiciona contra Lula e defende pautas como privatizações e mudanças nas regras de trabalho.
Nessa ala, a escola apresentou quatro personagens associados ao neconservadorismo: representantes do agronegócio, uma mulher de classe alta, defensores da ditadura militar e evangélicos.
Para Zema, essa ala da Acadêmicos de Niterói teria ridicularizado os evangélicos, o que, para ele, configura desrespeito e crime de preconceito religioso.
“Chega a ser constrangedor e inacreditável o que foi feito no Carnaval do Rio. Levarei esse crime para a justiça”, disse o governador mineiro.
No vídeo publicado ainda na noite deste domingo, Romeu Zema fez críticas à forma como os evangélicos foram caracterizados no desfile. Para ele, divergências políticas são legítimas, mas pessoas que professam uma religião não podem ser ridicularizadas.
“O Brasil tem milhões de evangélicos, pessoas que trabalham, criam seus filhos, pagam seus impostos. Agora, colocar essas pessoas dentro de uma lata, como se fosse caricatura, isso é desrespeito”, afirmou o presidenciável, reforçando que vai ingressar na Justiça.
A escola de samba Acadêmicos de Niterói estreou no Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro com o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, em homenagem ao presidente Lula. Na apresentação, acompanhada por Lula em um camarote da Prefeitura da cidade, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi representado duas vezes: na comissão de frente, com um ator vestido de Palhaço Bozo, fazendo “arminhas” com as mãos e flexões; e em um carro alegórico, em que um palhaço aparece preso e com uma tornozeleira eletrônica.
As celebrações da Independência do Brasil na Bahia começam na próxima quarta-feira (2) e contará com diversas atividades artísticas e culturais. Contudo, apesar do Dois de Julho ser comemorado apenas na próxima semana, a prefeitura de Salvador montou uma programação que já se inicia neste sábado (28), indo até o dia 13 de julho.
Nesse período, a população poderá aproveitar desfile de fanfarras, concurso de fachadas decoradas, homenagem aos heróis da Independência, cerimônias cívicas, encontro de filarmônicas, espetáculo de dança, teatro e shows musicais.
A programação completa foi divulgada nesta sexta-feira (27) pela vice-prefeita e secretária municipal de Cultura e Turismo (Secult), Ana Paula Matos (PDT), e pelo presidente da Fundação Gregório de Mattos (FGM), Fernando Guerreiro.
A programação da festa foi organizada pela FGM. Guerreiro, afirmou que as atividades irão ampliar a comemoração na data magna do estado, movimentando diferentes regiões da cidade.
“A programação extrapola a data do 2 de Julho e é sempre montada com o pensamento no pertencimento. Seja dança, música, teatro, tudo tem relação direta com a linguagem e a identidade da festa. Neste ano, nós voltamos a ter grandes espetáculos de dança e teatro, além das filarmônicas, os shows, a apresentação do cortejo afro, a volta do Caboclo, exposições e grafites. É uma festa que envolve várias linguagens e que nos coloca como centro brasileiro da independência”, completou o gestor.
PROGRAMAÇÃO
As festividades começam neste sábado (28) com o espetáculo de dança “Ao Pé do Caboclo”, que será apresentado às 19h, no Campo Grande, com reapresentação no domingo (29).
A segunda-feira (30) será marcada pela tradicional saída do Fogo Simbólico das cidades de Cachoeira e de Mata de São João (que representam os Recôncavos Leste e Norte) em direção a Pirajá, um percurso que simboliza a chama da liberdade. Além disto, o Pátio 2 de Julho será aberto no Forte de São Pedro, com apresentações musicais.
Na terça (1º), a programação se intensifica com a celebração do Te Deum na Catedral da Sé, a união dos Fogos Simbólicos em Simões Filho e a Cerimônia Cívica de Chegada do Fogo Simbólico no Largo de Pirajá, onde autoridades vão realizar o hasteamento das bandeiras, acender a pira e depositar flores no túmulo do General Labatut. O Hino Nacional será executado pela Banda de Música da Polícia Militar da Bahia. Um show do Cortejo Afro encerrará a noite em Pirajá.
O ponto alto das celebrações será na quarta-feira (2), quando a alvorada com queima de fogos no Largo da Lapinha dará início às festividades. A organização do Cortejo Cívico está marcada para 9h e será seguida por cerimônias de hasteamento de bandeiras e execução do hino nacional.
O desfile cívico contará com a participação dos Caboclos de Itaparica, fanfarras, filarmônicas e grupos populares, percorrendo da Lapinha até a Praça Thomé de Souza. O trajeto será palco do Concurso de Fachadas decoradas e de paradas para homenagens aos heróis da Independência e a instituições históricas como o Convento da Soledade e a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.
À tarde, a partir das 16h, os carros dos Caboclos chegarão ao Campo Grande, onde haverá novas cerimônias cívicas com a execução do hino nacional por diversas bandas militares e a execução do hino ao 2 de Julho. A noite se encerrará com um Encontro de Filarmônicas sob a regência do maestro Fred Dantas.
As celebrações continuam na quinta-feira (3), com apresentações do Coral da Cidade do Salvador, show do cantor Gerônimo e o Baile da Independência com a orquestra do maestro Fred Dantas. As atrações se apresentarão na Praça do Campo Grande. Na sexta-feira (4), o show do cantor Gerônimo, novamente na Praça do Campo Grande, vai manter o clima festivo.
Já o sábado (5) será marcado pela volta dos Caboclos do Campo Grande ao Pavilhão da Lapinha. O dia ainda contará com a inauguração de uma placa em homenagem aos ancestrais de São João do Cabrito/Plataforma, na praça central de São João do Cabrito.
A programação se estenderá com a Festa de Labatut em Pirajá, de 11 a 13 de julho, e o 3º Festival de Fanfarras e Balizas na Avenida Sete de Setembro, no dia 12 de julho. A programação será encerrada no dia 13 de julho, com a missa na Igreja de São Bartolomeu, em Pirajá.
PROGRAMAÇÃO DETALHADA:
28 e 29/06 (sábado e domingo)
- 19h – Apresentação do Espetáculo de Dança “Ao Pé do Caboclo”, na Praça Dois de Julho, no Campo Grande
30/06 (segunda-feira)
- 7h – Saída do Fogo Simbólico do Recôncavo Leste de Cachoeira e do Recôncavo Norte de Mata de São João em direção a Pirajá
- 17h – Inauguração do “Pátio 2 de Julho”, no Forte de São Pedro, no Campo Grande, com apresentação musical da Banda de Música da 6º Região Militar e do Colégio Militar de Salvador
01/07 (terça-feira)
- 9h – Celebração do Te Deum com Participação do Coral da Basílica do Bonfim – Igreja da Catedral da Sé, no Terreiro de Jesus
- 12h – Encontro dos Fogos Simbólicos do Recôncavo Leste e Recôncavo Norte, em Simões Filho
- 16h – Cerimônia Cívica de Chegada do Fogo Simbólico, no Largo de Pirajá com Hasteamento das Bandeiras por Autoridades e Execução do Hino Nacional pela Banda de Música da Polícia Militar da Bahia; Acendimento da Pira e Colocação de Flores no túmulo do General Labatut, pelas autoridades presentes
- 17h – Show do Cortejo Afro, no Palco Largo de Pirajá
02/07 (quarta-feira)
- 06h – Alvorada com queima de fogos no Largo da Lapinha
- 07h – Organização do cortejo cívico na Lapinha
- 08h – Cerimônias cívicas – hasteamento das bandeiras por autoridades, com execução do hino nacional pela banda de música da Marinha do Brasil
- 09h – Início do desfile cívico com participação dos Caboclos de Itaparica, fanfarras municipais, estaduais e da Região Metropolitana de Salvador, filarmónicas estaduais e grupos populares
- Concurso de fachadas decoradas no percurso compreendido entre o Largo da Lapinha e o Terreiro de Jesus
- Homenagem aos Heróis da Independência - breve parada em frente ao Convento da Soledade
- Homenagem da Ordem Terceira do Carmo - breve parada em frente a Ordem para pronunciamento de um membro da instituição
- Homenagem da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos – breve parada em frente à igreja
- 11h30 – Recolhimento dos carros emblemáticos dos Caboclos nos caramanchões da Praça Thomé de Souza
- 13h – Concentração do cortejo cívico
- 13h30 – Início do desfile cívico com participação dos Caboclos de Itaparica, Museu Vivo na Cidade, fanfarras municipais e estaduais. Breve parada em frente ao Instituto Geográfico e Histórico da Bahia
- 15h – Cerimônia cívica no 2º Distrito Naval
- 16h – Cerimônias cívicas no Campo Grande: chegada dos Carros dos Caboclos; hasteamento das bandeiras por autoridades; execução do hino nacional pelas bandas de música da Marinha, Exército e Aeronáutica; colocação de coroas de flores no Monumento ao Dois de Julho pelas autoridades presentes; acendimento da pira do Fogo Simbólico; execução do Hino ao Dois de Julho: Coral da PM/BA com acompanhamento da Banda de Música Wanderley, da Polícia Militar da Bahia
- 17h30 às 21h30 – Encontro de filarmônicas com maestro Fred Dantas
03/07 (quinta-feira)
- 18h – Apresentação do Coral da Cidade do Salvador
- 19h – Baile da Independência com orquestra do maestro Fred Dantas e convidados, no Palco Campo Grande
04/07 (sexta-feira)
- 19h – Show do cantor Gerônimo, no palco Campo Grande
05/07 (sábado)
- 9h – Inauguração da placa em homenagem aos ancestrais de São João do Cabrito/Plataforma, na praça central de São João do Cabrito
- 18h – Volta da Cabocla - retorno dos carros dos Caboclos do Campo Grande para o Pavilhão da Lapinha, com a participação da orquestra do maestro Reginaldo de Xangô
De 11 a 13/07
- Festa de Labatut, no final de Linha de Pirajá
12/07 (Sábado)
- 3º Festival de Fanfarras e Balizas, na Avenida Sete de Setembro
13/07 (Domingo)
- 8h - Missa na Igreja de São Bartolomeu, Pirajá
O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), foi agredido na madrugada deste domingo (23) no Sambão do Povo, durante o desfile da escola de samba Mocidade Unida da Glória (MUG). Apesar do susto, o prefeito não precisou de atendimento médico e continuou acompanhando o desfile.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que uma mulher atinge o rosto do prefeito com um pano, fazendo com que ele caia de costas. A confusão começou quando Pazolini decidiu filmar um homem que, segundo ele, portava uma arma de fogo em local visível e teria agredido uma mulher que trabalhava na segurança do evento.
"O prefeito visualizou um homem sem camisa, com uma pistola presa na parte de trás da bermuda, e decidiu registrar a cena em vídeo para documentar que o indivíduo apontado como agressor estava armado. Ao perceber que estava sendo filmado, o homem subtraiu o celular das mãos do prefeito", diz nota da assessoria de Pazolini.
Após a confusão, o folião foi imobilizado pelos seguranças do prefeito e retirado do Sambão do Povo. A mulher que agrediu Pazolini seria esposa do homem, identificado como Coronel da Polícia Militar do Espírito Santo, Sérgio Luiz Anechini. As informações são do portal Metrópoles.
O incidente ocorreu em um dos momentos mais aguardados da folia do estado, levantando questionamentos sobre a segurança durante os desfiles da cidade, que tem investido na folia na tentativa de atrair turistas. Autoridades locais prometem reforçar o policiamento para evitar novos episódios semelhantes nos próximos dias de festa.
Veja o momento da agressão:
Mais de 30 grupos de afoxés vão desfilar nas ruas do Pelourinho nesta sexta-feira (5), a partir das 15h. O evento estava marcado para acontecer em dezembro, mas precisou ser adiado por causa das fortes chuvas na capital baiana. O projeto é realizado pelo Grêmio Comunitário Cultural Olorum Baba Mi, em parceria com o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC).
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A ação, que integra o projeto “Afoxé Cultura Ancestral”, visa trazer preservação e reconhecimento cultural para os grupos, ressaltando a importância histórica dessas manifestações culturais.
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Além disso, a iniciativa procura colocar em prática o plano de salvaguarda para proteger e fortalecer estes desfiles, que já são reconhecidos como patrimônio imaterial do Estado da Bahia, por meio do Decreto Nº 12.484, de 2010.
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“Eu quero é botar meu bloco na rua, brincar, botar pra gemer. Eu quero é botar meu bloco na rua, gingar, pra dar e vender…” o verso de ‘Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua’, de Sérgio Sampaio, traduz o sentimento dos apaixonados pela folia e empresários do entretenimento a cada quarta-feira de Cinzas: a vontade de colocar o bloco para desfilar nos circuitos da folia. Afinal, é no final de um Carnaval que se é planejado a festa do ano seguinte.
Mas a brincadeira de fazer a fantasia se tornar eterna nos circuitos da folia, pelo menos em Salvador, custa caro aos bolsos dos empresários do ramo do entretenimento e pesa no bolso do folião, se o abadá não for comprado de forma planejada ou até mesmo se a camisa for daquelas mais caras.
A menos de cem dias da folia momesca, uma dúvida surge na cabeça de quem tem curiosidade sobre os bastidores de uma das maiores festas de rua do mundo: quanto custa botar um bloco na rua?
Já prepare o bolso, porque diferente do que Tim Maia canta em ‘Eu Só Quero Amar’, música que também se tornou hit na folia, para desfilar na festa precisa querer dinheiro além do amor, e a brincadeira passa da casa dos milhões. Ao Bahia Notícias, o empresário Joaquim Nery, sócio da Central do Carnaval e presidente do Conselho Municipal do Carnaval (Comcar) falou sobre o investimento feito para desfilar na folia baiana.

“Existem blocos que podem ser colocados na rua a valores e custos bem reduzidos, obviamente terão uma banda de menor valor, um trio elétrico de menor qualidade, um abadá também de menor qualidade. Não é algo que dá para quantificar de forma fácil. Tem blocos de maior estrutura, que requer um investimento maior com trio elétrico, banda, são equipamentos de última geração, e tem também as questões das negociações individuais”, afirmou.
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Segundo o empresário, o investimento tem correlação com todos os gastos envolvidos para o desfile dos blocos, desde a corda que divide o folião da pipoca ao que é servido para o artista no camarim do trio elétrico. “Existe uma correlação direta entre um valor que se cobra por um abadá e o custo que se coloca na rua”, afirmou.
A opinião de Joaquim Nery complementa a fala do empresário Washington Paganelli, sócio do bloco As Muquiranas, e vice-presidente do Comcar. Ao site, Paganelli estimou os custos para um bloco de médio porte que irá desfilar em um dos 6 dias da festa.
“Depende o público que você quer atingir, ao que você se propõe, qual será a atração a se apresentar, o trio que você pretende alugar, qual equipe de segurança vai atender aquele determinado bloco, o serviço que você vai prestar e entregar. Um trio de primeira hoje custa mais de R$ 100 mil por dia, um carro de apoio vai de R$ 40 a R$ 50 mil. Você vai investir R$ 400 mil de segurança, vai investir mais de R$ 500 mil em publicidade, fora o abadá, as taxas, os impostos. Ai a pessoa vai por ‘Ah quero botar um bloquinho de quinta, bandinha de percussão’, você não vai gastar, menos de R$ 200 mil, seja lá qual for o tamanho. É muito complexo.”

Nery, que é um dos sócios do Bloco Camaleão, um dos mais tradicionais da festa, que desfila três dias no Carnaval sendo puxado por Bell Marques, afirmou o investimento no bloco passa da casa dos milhões, no entanto, optou por não detalhar o valor por questões contratuais. “É mais de um milhão, com certeza. Muito mais. Uma banda de grande porte para tocar no Carnaval por três dias tem cachês muito maiores do que isso”, pontua.
Segundo o empresário, atualmente o Camaleão tem 3,5 mil associados por dia de desfile. Em uma conta rápida, só com a arrecadação dos abadás, tendo em vista os valores de R$ 1.490 no domingo, R$ 1.390 na segunda e R$ 1.290 na terça, o bloco levanta R$ 14.595.000 dos associados.
No caso do bloco As Muquiranas, Paganelli aproximou o valor mínimo do investimento no bloco, R$ 3 milhões. A mesma conta feita com o Camaleão resultou em uma arrecadação de R$ 1.325.000 com a venda das fantasias, que até a publicação desta matéria estava custando R$530 em uma promoção da Black Friday. Segundo o empresário, ao todo são 2.5 mil associados.

“Para colocar As Muquiranas na rua o investimento mínimo é de R$ 3 milhões. O pessoal cobra novidades, qualidade, atrações, trio, eles querem tudo da melhor maneira possível. E no caso das Muquiranas, temos uma fantasia, então ela custa bem mais caro. Um abadá hoje custa por volta de R$10 a R$15, para fazer a fantasia das Muquiranas você gasta 10x, 20x mais que isso, porque tem meia, sunga, adereços, sacolas.”
Ambos os blocos estão com vendas abertas e confirmados para desfilar no Carnaval de Salvador em 2024. A sorte, no entanto, não é para todos. Nesta semana, os foliões foram pegos de surpresa com a informação de que o bloco Timbalada não será atração na folia no próximo ano.
Joaquim Nery avalia o cenário como uma dinâmica “comum”, apesar de triste, na folia baiana. Para o empresário, o bloco Timbalada fará falta, porém, ele acredita que não seja uma mudança definitiva.
“Historicamente sempre teve essa dinâmica de saída e entrada de bloco muito grande, essa pulsação de artistas e blocos aumenta e diminui com certa frequência, e depende muito da contingência. Ano passado tivemos o retorno de Tomate com o Fissura, por exemplo, que já está confirmado para 2024. A Timbalada não sair é uma perda significativa para o Carnaval, em compensação, temos novos blocos surgindo também.”

O empresário ainda cita a desistência de Gusttavo Lima, como um exemplo da constante mudança no consumo do público durante o Carnaval. “Respeito a força que o sertanejo tem, mas é algo que nunca funcionou no Carnaval de Salvador. Eu entendo Gusttavo Lima ter desistido de investir, foram poucos os que conseguiram se firmar aqui. Safadão uma vez fez um bloco bacana, mas é até difícil para quem é de fora entender essa dinâmica”.
Já Paganelli avalia o cenário para o próximo ano de festa promissor. “O Carnaval é como todo comércio. O bloco é uma empresa que você lança e espera o sucesso. Eu vejo um cenário favorável para os blocos. Olha o Grupo Eva que vai desfilar mais um dia de festa, Durval que voltou com dois dias de Me Abraça, o Coruja com Ivete que também vai desfilar mais um dia. Vejo um cenário favorável, tanto é que o número de blocos que pretendem sair esse ano aumentou”.
O evento Moda Kids reuniu mais de 150 crianças na passarela de um desfile que apresentou as tendências da moda primavera/verão de 2024, com peças destinadas para o público infantil. A ocasião ocorreu na sexta-feira (20), na Praça Central do Salvador Shopping, localizada no Piso L1. A 7ª edição do evento contou com a abertura das marcas Flor de Mim, Bibi, Stelle, Puket e Malwee Kids, que mostraram roupas casuais e modernas, caracterizadas por muita cor e brilho.

O desfile foi apresentado pela estilista Samantha Urban, que ainda realizou consultoria para as lojas, além da participação do grupo de dança Kika Tocchetto, responsável por entreter o público durante a ocasião. Segundo Humberto Paiva, proprietário da loja Cambalhota e vice-presidente da Associação de Lojistas do centro de compras, o evento é uma vitrine para as lojas infantis mostrarem as novidades.

“É uma ótima oportunidade para mostrar as novidades da nossa loja nesse projeto autêntico que escolhe pessoas que usam a nossa marca para desfilar. O evento é um momento único, divertido e esperamos que as crianças saiam felizes e realizadas”, afirmou o empresário.
Entre as crianças que participaram do desfile, estava a digital influencer mirim, Nyara Souza, de 6 anos, que foi convidada para desfilar pela marca Flor de Mim. A pequena já acumula em suas redes sociais mais de 20 mil seguidores e este é o seu segundo ano no evento. Mariana Muniz, gerente de marketing do Salvador Shopping, afirmou que o Moda Kids é um dos principais destaques do mês de outubro, sendo um entretenimento não só para o público infantil, mas para todos aqueles que prestigiam o evento.

Os desfiles seguirão até esse sábado (21), com a apresentação das lojas Tip Top, Alphabeto, Cambalhota, Milon e Abacaxi Club. A expectativa é que com este segundo dia, mais de 300 crianças participem do Moda Kids.

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A influenciadora e dançarina Lore Improta acompanhou o desfile da grife Diesel na Milan Fashion Week, na Itália, nesta quarta-feira (20). Na ocasião, a marca apresentou a próxima coleção da temporada de primavera/verão 2024.
Além do desfile da marca italiana, Lore também irá comparecer a um jantar de gala que reunirá algumas das maiores personalidades da indústria da moda mundial, incluindo a presença do estilista Philipp Plein.
"Foi uma experiência incrível assistir ao desfile da Diesel durante a Milan Fashion Week. A energia e criatividade que permearam o evento foram simplesmente cativantes. Cada look apresentado era uma obra de arte em si, e a atmosfera estava carregada de inovação e estilo. Sem dúvida, uma experiência que ficará gravada na minha memória por muito tempo”, escreveu a influenciadora nas redes sociais.
Veja fotos:

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O desfile cívico-militar do 7 de Setembro em Brasília foi encerrado por volta das 11 horas, com uma apresentação da Esquadrilha da Fumaça. Logo após o encerramento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou o palanque que recebeu cerca de 200 autoridades.
Inicialmente eram esperadas cerca de 30 mil pessoas nas celebrações do dia da Independência do Brasil. Entretanto, segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, cerca de 50 mil pessoas compareceram ao evento na Esplanada dos Ministérios nesta quinta-feira (7).
O evento contou com a participação de tropas militares, escolas, desfile de blindados e aeronaves. No total, mais de 100 veículos e aeronaves foram exibidos, tanto por terra quanto pelo ar, representando a Marinha, o Exército e a Força Aérea.
Em um dos momentos mais aplaudidos pelas pessoas que assistiam ao desfile nas arquibancadas, o personagem Zé Gotinha, mascote da campanha de vacinação no país, desfilou em cima de um carro do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal.
Na tribuna de honra, além do presidente Lula e da primeira-dama Janja, estavam o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Rosa Weber, e o vice-presidente da República Geraldo Alckmin.
Também estiveram presentes no desfile ministros como Márcio França (Micro e Pequena Empresa); Margareth Menezes (Cultura); Cida Gonçalves (Mulheres); Nísia Trindade (Saúde); Marina Silva (Meio Ambiente); José Múcio (Defesa); Camilo Santana (Educação); Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome); Rui Costa (Casa Civil); Paulo Pimenta (Secretaria de Comunicação Social); Alexandre Padilha (Secretaria de Relações Institucionais); Sonia Guajajara (Povos Indígenas); e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), além do governador do DF, Ibaneis Rocha, e o advogado-geral da União, Jorge Messias.
Em aceno às Forças Armadas, Lula posou de mãos dadas com o ministro José Múcio e com os chefes das Forças Armadas: o comandante do Exército, Tomás Ribeiro Paiva; o comandante da Aeronáutica, Marcelo Kanitz Damasceno; e o comandante da Marinha, Marcos Sampaio Olsen.
Lula optou por não discursar durante as festividades do 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios. O desfile cívico-militar foi curto, com duração de 2h, e não foi palco de manifestações contrárias ou violentas.
Com a Esplanada dos Ministérios exibindo faixas contendo o slogan do governo “Democracia, soberania e união”, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desfilou em carro aberto antes do início do tradicional desfile cívico-militar deste 7 de setembro, em Brasília, principal evento comemorativo da Semana da Pátria. Lula chegou ao desfile acompanhado da primeira-dama, Janja. O presidente usava a faixa presidencial recebida na posse em janeiro, e Janja, um vestido vermelho.
Ao chegar à tribuna de honra, o casal acenou para o público que desde cedo lotou as arquibancadas montadas na Esplanada. Cerca de 200 autoridades estão presentes no desfile, entre elas: o vice-presidente Geraldo Alckmin; a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Rosa Weber; o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco; o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha; a ministra da Cultura, Margareth Menezes; a ministra da Saúde, Nisia Trindade; a ministra da Igualdade Racial, Aniele Franco; a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara; a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves; o ministro das Micro e Pequenas Empresas, Márcio França.
O desfile de 7 de setembro deve reunir cerca de 30 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, segundo expectativa do governo federal. O evento teve início às 9h, com previsão de durar cerca de 2 horas. O público começou a chegar por volta das 7h da manhã. Para entrar na Esplanada dos Ministérios, era preciso passar por uma revista da Polícia Militar. Por volta das 8h30, as arquibancadas lotaram e o acesso foi limitado.
A cerimônia foi aberta pela Fanfarra do 1º Regimento da Cavalaria de Guardas, os Dragões da Independência, e o coral dos alunos do Colégio Militar de Brasília, que executaram o Hino Nacional e o Hino da Independência. Em seguida, o comandante militar do Planalto, general de divisão Ricardo Piai Carmona, apresentou a tropa ao presidente da República e solicitou autorização para dar início ao desfile.
Com a autorização dada pelo presidente, coube ao medalhista de ouro no boxe nas Olimpíadas de Tóquio 2020, o terceiro sargento Hebert Conceição, dar início ao desfile. Ele conduziu o fogo simbólico da pátria, acompanhado por esportistas e alunos dos colégios militares de Brasília.
Para comemorar a Independência do Brasil, foram mobilizados mais de dois mil militares das Forças, além de estudantes do Distrito Federal. A Marinha levará ao evento um total de 14 viaturas, além de aeronaves. O Exército desfilará com 88 viaturas e 12 aeronaves. Já a Força Aérea escalou sete aeronaves para a parada.
Neste ano de 2023, o desfile da Independência terá quatro eixos temáticos: paz e soberania; ciência e tecnologia; saúde e vacinação; defesa da Amazônia.
O prefeito Bruno Reis classificou os desfiles dos blocos afro em novembro como uma "prévia" do Carnaval de 2024. Na manhã desta quinta-feira (31), o gestor anunciou a programação do “Novembro Salvador Capital Afro”, iniciativa que contará com uma série de eventos na cidade em celebração ao mês da Consciência Negra.
No último sábado do mês, os principais blocos afro da cidade farão o percurso entre o Campo Grande e Praça Castro Alves, mesmo trajeto do tradicional Circuito Osmar durante a festa momesca.
"Nós vamos ter no dia 25 de novembro um evento onde todos os blocos afros vão se apresentar. Aqueles que saem do Pelourinho, ou aqueles que saem do Campo Grande e vão se encontrar todos na Praça Castro Alves, com isso teremos uma prévia do que será o desfile dos blocos afro no Carnaval de 2024", disse Reis durante conversa com a imprensa.
"Não são só eventos de natureza musical, vamos ter muito conteúdo da cultura africana. Pessoas do Brasil e do mundo que quiserem conhecer como a população começou as suas origens, poderão vir a Salvador que encontrarão aqui muito conteúdo e muita informação", acrescentou o prefeito.
Ao longo de todo o mês, a capital baiana será palco de festivais de música e cinema negro, atrações nacionais e internacionais, apresentações de afoxés e blocos Afro, desfiles de moda e exposições em museus.
Mais uma data deve entrar no calendário de festas de Salvador a partir de 2023. Para celebrar o mês da Consciência Negra, prefeitura da capital baiana organiza um dia de desfile em novembro com os principais blocos afro da cidade no percurso entre o Campo Grande e Praça Castro Alves, o mesmo trajeto do tradicional Circuito Osmar durante o Carnaval.
A novidade foi apresentada na manhã desta quinta-feira (31), durante evento que marcou o anúncio da programação do “Novembro Salvador Capital Afro”. Segundo o presidente da Saltur, Isaac Edington, a ideia é de que novembro passe a ser um mês extraordinário de oportunidades.
"Vamos ter um dia inteiro dedicado aos blocos afro e as principais entidades de matriz africana da nossa cidade. Vamos ter um desfile no Centro, do Campo Grande até a Praça Castro Alves. A ideia é que dentro dessa programação de novembro, todo o ano a gene tenha essa atividade na cidade. Com essa programação do Salvador Capital Afro estaremos posicionando Salvador como destino do afro turismo nacional e ao mesmo tempo fortalecendo nossa cultura de matriz africana", destacou Edington.
Durante a apresentação, o secretário municipal de Cultura, Pedro Tourinho, anunciou que os desfiles vão acontecer todos os anos sempre no último sábado do mês. Entre os blocos já confirmados estão Ilê Aiyê, Olodum, Malê Debalê e Didá.
A capital baiana terá, ao longo de todo o mês, festivais de música e cinema negro, atrações nacionais e internacionais, apresentações de afoxés e blocos Afro, desfiles de moda e exposições em museus. (Atualizada às 10h48)
Desde a sua fundação, na década de 1970, o Ilê Aiyê, primeiro bloco afro do Carnaval do Brasil, só permite a entrada de pessoas pretas em seus desfiles. Essa restrição, no entanto, tende a mudar a partir do próximo ano.
Conforme publicou o jornalista Osmar Marrom Martins, do jornal Correio, a informação foi confirmada pelo próprio presidente da agremiação da Senzala do Barro Preto, Antônio Carlos dos Santos, o Vovô.
A mudança acontece no mesmo ano em que é celebrado o aniversário de 50 anos do Ilê. A expectativa do dirigente, apurou Marrom, é de que mais pessoas possam apoiar a iniciativa - não apenas durante a folia mas durante todo o ano.
A dupla Thiago Mattos e Fernando Costa, donos da loja Mesckla, participaram do desfile do estilista Eduardo Amarante, ocorrido na noite de segunda-feira (25), no JK Iguatemi, em São Paulo.
O desfile apresentou a nova coleção do Amarante e contou com diversas personalidades, como Maíra Cardi, Fernanda Lacerda, Pétala Barreiros, a cantora MIA, Dani Duf, entre outros.
O público ainda aproveitou o som do DJ Breno Rocha e o samba enredo da Gaviões da Fiel bem no fim do desfile.
Diversos registros da ocasião foram publicados pelos sócios da Mesckla. Em dois deles, Fernando aparece com a influenciadora Julia Sampaio e com a curadora Laura Soares, além do próprio Eduardo Amarante.
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O Teatro Moliére Aliança Francesa, localizado na Ladeira da Barra, em Salvador, receberá a segunda edição do Black Week, desfile com 15 modelos negros que estão sendo lançados no mercado de trabalho no mundo da moda.
O projeto "Black Week Estilo & Entretenimento" é realizado pela ACFBA (Associação Civil Filhos de Bárbara), no comando do Pai Roberto de Iansã, e beneficiará 15 mulheres senhoras bordadeiras do bairro de Pirajá, em na capital baiana.
Serão três dias de desfiles de moda negra, com muita renda bordada e diferentes estilos. Confira programação:
Dia 18/04 – No primeiro dia será: Moda Praia, Moda de Rua e Cabelo Afro.
Dia 19/04 – No segundo dia será: Reichilieu e Bordados Desfiados.
Dia 20/04 – No terceiro dia será: Moda de Terreiro de Orixás.
O desfile terá convidados do mundo da moda e personalidades baianas e será aberto para o público em geral.
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A ginasta brasileira Rebeca Andrade, que garantiu ao país uma marca inédita com um ouro e uma prata nas Olimpíadas de Tóquio (relembre), será convidada para desfilar em uma escola de samba carioca no Carnaval.
De acordo com informações da coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, o carnavalesco Wagner Gonçalves vai chamar a atleta para subir no carro “Festa na Favela”, do Grêmio Recreativo Escola de Samba Estácio de Sá.
A ideia remete à apresentação de Rebeca, ao som do funk “Baile de Favela”, do MC João.
Os Palhaços do Rio Vermelho celebram 10 anos de existência em 2020, consagrando o espírito lúdico da infância através da figura do palhaço. Neste ano, o grupo desfila neste sábado (8), com concentração às 17h, na Quadra Esportiva na Rua da Paciência e saída às 19h.
Para o desfile, os Palhaços vão intensificar ainda mais a sua atuação, ampliando as intervenções artístico-cultural no bairro. O Movimento vai aproximar várias linguagens artísticas como artes plásticas, circenses e teatrais, através de ações que vão transformar o Rio Vermelho em um picadeiro cultural. O desfile ganha uma nova ala batizada do Rei da Coringada, que será acompanhada do grupo percussivo Toca Tambor.
“A expectativa é bem grande, ano passado foi um público que a gente não imaginava e sempre vem aumentando. Um público que vem fantasiado, com grupos de amigos e família, é sempre prazeroso. O nosso objetivo sempre foi isso, é uma retomada desse carnaval do povo para o povo, sem amarras, sem cordas”, explica Ruy Santana, um dos fundadores do movimento.
Para Bruno Leal, produtor do projeto, o desfile deixou de ser alegórico. “Trata-se da manutenção das principais manifestações folclóricas e culturais de todo o estado da Bahia. Aos poucos nos tornamos visibilidade para que o interior seja percebido pela população da capital e dos turistas que por aqui estão. Próximo passo é fixarmos o dia do nosso desfile no calendário anual das festas populares do município e do estado. É irreversível!”, conclui.
Em homenagem ao Dia da Abolição da Escravatura, a agência Xtreme Model, em parceria com o estilista baiano Jorge Andrade, realizará o desfile 'Quilombo', neste sábado (11), no Hotel Sol Barra, às 19h. Com apresentação de André Luiz, o desfile contará com 30 modelos, entre femininos e masculinos, que irão usar peças do estilista Jorge Andrade, desenvolvidas exclusivamente para a ocasião.
“O desfile é uma forma de promover a conscientização, buscando ressignificar o 13 de Maio como um momento de valorizar a cultura negra e reforçar o protagonismo do negro na história do Brasil. Há necessidade de um debate na sociedade sobre como a abolição da escravidão não garantiu o reconhecimento real dos negros na construção de uma nação”, pontua o produtor e empresário Jomar Sousa.
SERVIÇO
O QUÊ: Desfile Quilombo
QUANDO: Sábado, 11 de maio, às 19h
ONDE: Hotel Sol Barra, Barra
VALOR: Gratuito
Com o objetivo de preservar o bairro boêmio e brincar o pré-carnaval de forma democrática, o Movimento Cultural Palhaços do Rio Vermelho desfila pelas ruas, neste sábado (16). A concentração acontece às 17h, na Quadra Esportiva na Rua da Paciência, e saída será às 19h, sem cordas.
O evento prevê manifestações artísticas variadas, com a presença de maquiadores, pernas de pau, malabaristas, palhaços, baianas, grupos folclóricos e culturais. Participam do desfile o Banda Marmelada, Grupo Folclórico Zambiapunga de Taperoá, Os Enlatados de Madre de Deus (Bloco da Latinha), Ala das Baianas, Bagunçaço dos Alagados, As Xicas, Pau de Fita (da Cia de Danças e Folguedos da Boca do Rio), Grupo Siribeira do Sítio do Conde, Trupes de Palhaços, SSA – Som Soteropolitano Ambulante, entre outras manifestações.
“A expectativa é bem grande, ano passado foi um público que a gente não imaginava e sempre vem aumentando. Um público que vem fantasiado, com grupos de amigos e família, é sempre prazeroso. O nosso objetivo sempre foi isso, é uma retomada desse carnaval do povo para o povo, sem amarras, sem cordas”, explica Ruy Santana, um dos fundadores do movimento.
Brasileira radicada na Alemanha há cerca de 10 anos, a estilista Aline Celi incluiu protestos contra Jair Bolsonaro em um desfile de sua grife na Berlin Fashion Week, nesta segunda-feira (14). Na passarela, modelos seguravam cartazes com frases emblemáticas do presidente eleito traduzidas para o inglês, dentre as quais "o erro da ditadura foi torturar e não matar" e "ela não merece ser estuprada porque é muito feia".
A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, também foi alvo do protesto, lembrada pela controversa declaração de que "meninos usam azul e meninas usam rosa". "Isso é para lembrar que, mesmo eu não morando no Brasil, eu faço parte dessa cultura e para mostrar que, mesmo estando do outro lado do mundo, não concordo com o que está acontecendo no Brasil", destacou Celi, em entrevista à DW. A estilista brasileira já é conhecida por incluir em seus desfiles crítica social e política. "Moda não é superficial, moda não é só glamour. Com moda também podemos passar uma mensagem, moda também é política, moda também é economia", afirmou.
A marca italiana Dolce & Gabana pediu desculpas ao público chinês, nesta sexta-feira (23), após a polêmica pela publicação de um vídeo considerado racista contra a China, que fez com que um desfile da firma em Xangai fosse cancelado (lembre aqui).
"Sentimos muito e queremos pedir desculpas aos chineses no mundo todo", dizem Stefano Gabbana e Domenico Dolce no vídeo de desculpas publicado em uma rede social.
Na terça-feira (20), a Dolce & Gabbana foi obrigada a cancelar seu desfile que iria acontecer na cidade de Xangai, após a polêmica que surgiu por causa dos vídeos publicitários da marca, nos quais uma mulher chinesa aparece tentando comer com dificuldade comida italiana utilizando hachi, que foram considerados racistas.
No vídeo, os criadores admitem que "pensaram seriamente" e que estão "muito impactados por todo o acontecido" e o dano que causaram.
"Na nossa família nos ensinaram a respeitar a diversidade de todas as culturas do mundo, e nos desculpamos se cometemos o erro de interpretar vocês assim [...] Amamos a cultura chinesa, visitamos o país muitas vezes", diz Gabbana.
"Não acontecerá mais", afirma Dolce, que pede perdão "de todo coração" e suplica ao público chinês que aceite suas desculpas.
O ativismo político passou pela passarela da São Paulo Fashion Week na noite desta terça-feira (23), com o desfile de roupas sem gênero do estilista mineiro Célio Dias. De acordo com informações da Folha de S. Paulo, no fim da apresentação ele apareceu com uma camiseta com “#EleNão”, hashtag da campanha contrária à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), pelo fato de o presidenciável atacar as minorias, sobretudo LGBTs, e os direitos humanos. Atrás da camisa de Célia havia ainda a frase “bichas resistam”. "Acho que toda a moda tem de se posicionar. Como uma marca jovem, sei que tenho maior liberdade de falar o que penso, mas não é mais sobre isso. Posicionar-se, agora, é uma questão de humanidade", destacou o estilista.
Em busca de modelos não profissionais para compor o casting do Afro Fashion Day 2018, uma seletiva será realizada na próxima quinta-feira (4), das 14h às 17h, no Centro Cultural Plataforma. O desfile, que será no dia 24 de novembro, visa apresentar a diversidade de corpos e perfis negros no Mês da Consciência Negra.
Plataforma é o segundo bairro a receber a seletiva. O primeiro foi o Curuzu, na Senzala do Barro Preto. Na sequência, a seleção será feita em Tancredo Neves, no dia 11, no Pelourinho, no dia 18, e em Itapuã, no dia 25 de outubro. O objetivo é escolher "new faces" que ainda não sejam agenciados para assim colocá-los pela primeira vez numa grande passarela.
Para participar, os interessados precisam ser jovens de 13 a 24, moradores de Salvador e Região Metropolitana (RMS) e devem realizar a inscrição prévia e gratuita (clique aqui).
Realizado pelo Jornal Correio, com apoio da Casa Salvador, Califórnia Media House e Salvador Shopping, o Afro Fashion Day celebra o Mês da Consciência Negra com visibilidade para modelos negros, cultura afrobrasileira e os trabalhos de marcas locais.
Entre os dias 28 e 31 de agosto, irá ocorrer a 1ª edição da Semana LGBTQ+, no Shopping da Bahia. O evento contará com ciclos de palestras, desfile de moda e ações que irão dar visibilidade à causa LGBTQ+. Temas como a política brasileira de prevenção ao HIV, mercado de trabalho para as pessoas transexuais e descoberta de um filho LGBTQ+ serão abordados durante a semana. Bate-papos e palestras irão acontecer na Praça Divaldo Franco, 2º piso, com atividades fixas às 14h, 16h, 18h e 20h. Todas as atividades do evento serão gratuitas. Confira a programação completa abaixo:
DIA 28 (terça-feira)
14h – Comissão da diversidade da OAB Bahia - Gustavo Miranda Coutinho
15h – Sexualidade gay/lésbica adolescente em Salvador
- Caio Cerqueira – Escritor, Mestre , doutorando – Professor do Instituto Federal do Rio Grande do Sul
- Pessoas LGBTQ com deficiências – Alon Mauricio – Psicólogo e intérprete de Libras – UFBA
16h –"Adoção por casais LGBT" - Denise Ferreira
18h – Desfile de Jorge Andrade
DIA 29 (quarta-feira)
14h – Os números da AIDS e as formas de prevenção em Salvador – Secretaria Municipal de Saúde – Helena Lima
15h – Os LGBTQ+ e o Mercado de Trabalho – Milena Passos Secretaria política das Mulheres
16h – Transfobia e Denúncia - Paulett Furacão Educadora Social – Integrante do Fórum Estadual de Politicas Publicas para população transgênero
17h – O Mercado e desafios para os empreendedores LGBTQ no Mercado
- Stylos Acessórios – Fabio Almeida
- Luiz Ramon Abdon - Blog Audácia Baiana
- Paulo Senna - Boys Excluive Colletions
19h – A descoberta de um filho LGBTQ+: Como lidar com essa descoberta - Famílias Pela Diversidade
DIA 30 (quinta-feira)
14h – PeP e PreP - HIV/AIDS – CEDAP Miralba Freire de C. Ribeiro da Silva / Agnaldo Junior
16h – Mulheres lésbicas e suas lutas – Bárbara Alves – Raissa Alves Gira
17h – LGBTQ e Ativismo em Redes – Beth Dantas
19h – Os LGBTQ e a Mídia – Tedson Souza – Jornalista e Mestre e doutorando em Antropologia
DIA 31 (sexta-feira)
14h – Reconhecimento das novas formações familiares no ponto legal - Doutora Lize Borges Galvão
15h – Relatos de Experiências: GAPA Bahia e IBCM
17h – "Ideologia de Gênero" Elder Luan – UFBA
18h – Desfile e encerramento com Rainha Loulou
O Programa Avançar, mantido pela Santa Casa da Bahia no Bairro da Paz, realiza uma programação especial nesta quarta-feira (22), das 14h às 15h30, para celebrar o Dia do Folclore. Voltado para as crianças e adolescentes integrantes dos projetos sociais desenvolvidos no espaço, o evento contará com desfile de fantasias, brincadeiras, além de uma apresentação de alunos e professores do Núcleo de Prática Orquestral e Coral, mantido pela Santa Casa em parceria com o Neojiba, no local. No repertório, músicas como Sítio do Picapau Amarelo, o Cravo e a Rosa e Marcha Soldado.
SERVIÇO
O QUÊ: Dia do Folclore no Programa Avançar
QUANDO: Quarta-feira, 22 de agosto, das 14h às 15h30
ONDE: Bairro da Paz
VALOR: Entrada gratuita
Com o tema "Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?", a escola de samba Paraíso do Tuiuti desfilou no Rio de Janeiro, na noite deste domingo (11), com muita irreverência e crítica social e política. Fazendo um paralelo entre o sentido literal da escravidão histórica no país e as novas formas de escravidão expressas na atualidade, a agremiação levou à avenida grandes fantoches representando manifestantes paneleiros com camisas do Brasil, patos de borracha, carteiras de trabalho queimadas e até um vampiro neoliberalista com a faixa presidencial, em referência a Michel Temer. O desfile da Tuiuti ganhou repercussão nas redes sociais.
Eis nosso vampirão, mais conhecido como Presidente Michel Temer, em destaque no desfile histórico dessa noite na Tuiuti. Ele suga nossos direitos e quer transformar a aposentadoria em pó! Xô Vampirão! pic.twitter.com/PA9UVPKeO6
— Mídia NINJA (@MidiaNINJA) 12 de fevereiro de 2018
Tem um vampiro neoliberalista com faixa presidencial acompanhando uns patos de borracha e uns paneleiros manipulados no desfile da #Tuiuti. pic.twitter.com/OMpeTsBMSR
— Mariana (@maritramontina) 12 de fevereiro de 2018
A Globo não comentou nada sobre o último carro da Tuiuti...
— Carioca #FORATEMER (@Whackybus) 12 de fevereiro de 2018
Tinha vampiro, pato, paneleiro, fantoches...
Milton Cunha ainda tentou, mas foi cortado de cara!!!
Eu explico:
Paneleiros manipulados pela própria Globo!#Globeleza
Esse desfile da Paraíso da Tuiuti foi uma porrada. De explodir o peito e arrancar lágrimas.
— Maufalavigna (@Maufalavigna) 12 de fevereiro de 2018
O vampiro no carro alegórico carrega a faixa presidencial. Dá-lhe, Temer! Batedores de panelas aparecem manipulados, como fantoches. Idem os patos _da Fiesp, é claro. A #Tuiuti tem mais coragem do que quem cala sobre o conteúdo real do seu enredo!
— Mário Magalhães (@mariomagalhaes_) 12 de fevereiro de 2018
Teve escravagismo, Vampiro neoliberalista, manifestante coxinha com pato da Fiesp, paneleiros em fúria, “Guerreiros CLTistas”... Critica histórico-social e tapa na cara dos pulhas. Parabéns @Tuiutioficial, que fez carnaval metendo dedo na ferida #ParaisoDoTuiuti #Tuiuti pic.twitter.com/hSmsNUdVks
— Mauro Cezar (@maurocezar) 12 de fevereiro de 2018
"jÁ PENsOu Se eSSa MuLTiDÃO em vez De pulAr cARnaVal FizESSE MAnIFeStação?!?"
— Thiago Mota (@tlmota) 12 de fevereiro de 2018
*paraíso da tuiuti literalmente traz a manifestação política popular pra dentro do centro nevrálgico do carnaval brasileiro*
"nada a VEr FaZer Política no dESFiLe E OfeNDeNdo QuEm ApOiou ImpEAcHmEnt"
Se rebaixarem a Tuiuti, é pra ninguém voltar ano que vem. Carnaval é pra emocionar. Missão cumprida
— Leonardo Bertozzi (@lbertozzi) 12 de fevereiro de 2018
Após o desfile da Paraíso do Tuiuti o MBL vai apresentar o projeto "Carnaval Sem Partido" e vai sair filmando, agredindo e intimidando os integrantes das escolas de samba
— Marcos Oliveira ???? (@MarkosOliveira) 12 de fevereiro de 2018
O homem não consegue dormir, tuíta frenética e furiosamente após o desfile da Tuiuti. Quer que a escola seja rebaixada. Engula essa aí, ou então arrume uma pesquisa e afogue as mágoas no Excel. Que comédia ????????????????????
— Mauro Cezar (@maurocezar) 12 de fevereiro de 2018
O momento culminante da crítica social na avenida: o presidente-vampiro da Tuiuti. pic.twitter.com/c5My1XYxWF
— Blog do Noblat (@BlogdoNoblat) 12 de fevereiro de 2018
Paraíso do Tuiuti tem paneleiro-fantoche e "Fora Temer" no último carro. #G1Rio pic.twitter.com/D92Wq4a38o
— Gabriel Barreira (@barreiragabriel) 12 de fevereiro de 2018
O cantor e compositor paulista Jorge Vercillo, que recentemente fez declarações polêmicas criticando o que chamou de “nível baixíssimo” das músicas atuais (clique aqui e entenda), confirmou sua presença no carnaval de Salvador. Convidado dos Filhos de Gandhi, o artista desfilará no dia 12, ao lado de Carlinhos Brown; e no dia 13, com Gerônimo Santana e Gilberto Gil. “Eu adoro os Filhos de Gandhi e adoro o Ijexá, para mim é um dos ritmos mais bonitos e desfilar com eles é como visitar a ‘mãe África’”, comentou Jorge Vercillo.
Após conquistar a marca de primeiro prefeito da história a não participar do desfile das escolas de samba no Rio de Janeiro, em 2017, Marcelo Crivella decidiu que este ano vai participar do carnaval na cidade. De acordo com informações do jornal O Globo, a mudança de atitude do gestor municipal se deu após consulta com assessores e a cúpula da Igreja Universal do Reino de Deus, da qual ele é bispo licenciado. Ainda segundo a publicação, a iniciativa é parte da estratégia de melhorar sua imagem após um primeiro ano controverso, marcado por polêmicas, como aumento do IPTU, baixo orçamento para saúde e a guerra travada com o setor da cultural, sobretudo com relação ao carnaval. As tensões entre ele e os artistas, como o corte pela metade do apoio dado às agremiações para o desfile, viraram enredos de blocos e escolas de samba. “Vou à Sapucaí, para verificar toda a infraestrutura que a prefeitura tem colocado lá. Estamos investindo R$ 20 milhões. Quero deixar avisado: depois não vão dizer que o Crivella não gosta de carnaval porque ele é crente. Eu irei. Não para sambar. Vou lá para verificar as coisas que estamos trabalhando com muito carinho e muito amor para evitar acidentes e para que o carnaval seja muito bonito”, disse ele à publicação. “Em 2017, ficou a impressão que o prefeito não quis se indispor com seu eleitorado tradicional, formado por evangélicos. Mas essa atitude o afastou de outros eleitores, que só votaram em Crivella para comandar a cidade porque a disputa no segundo turno foi uma eleição polarizada entre as candidaturas dele e de Marcelo Freixo (PSOL). Não dá para afirmar se essa nova estratégia vai dar certo. O fato é que, pelo segundo ano consecutivo, a presença ou não do prefeito na Sapucaí virou um fato político”, avaliou Darlan Campos, especialista em comunicação e marketing político.
A cantora Pabllo Vittar revelou que este ano irá desfilar em um trio no Carnaval de Salvador, na terça-feira (13). O anúncio foi feito pela própria artista em um vídeo compartilhado via stories no Instagram do prefeito ACM Neto. “Netinho meu amor, aqui é Pabllo Vittar. Quero te agradecer o carinho que você está tendo comigo e com meu 'bloco' em Salvador. Dia 13 quero te ver lá pra gente arrasar muito”, disse Pabllo.
Comemorando 20 anos em 2018, o Cortejo Afro anunciou que por falta de patrocínio e visando a continuidade da saída dos blocos Afro durante o carnaval, eles realizaram uma vaquinha online, e possuem como meta o valor de R$ 30 mil. No decorrer do texto explicando o objetivo da vaquinha o cortejo escreveu: “Já pensou o bloco Corteo Afro não desfilar no carnaval por falta de patrocínio? INACEITÁVEL! ”. Em seguida explicou a importância das doações para que o bloco participe do desfile: “Esse é um ano emblemático! São 20 anos de Cortejo e queremos comemorar desfilando e contando nossos enredos, preservando a memória cultural afro-brasileira, elevando o sentimento de pertencimento e a valorização das origens étnicas e raciais”. Buscando entender melhor a situação do Cortejo Afro, o Bahia Notícias tentou entrar em contato com a assessoria do instituto, mas até o momento de publicação da nota não obteve resposta. Com o valor mínimo de R$ 10, qualquer pessoa pode realizar a doação acessando o site (veja aqui).
Pabllo Vittar desfilará como destaque na Beija-Flor de Nilópolis, durante o carnaval do Rio de Janeiro, em 2018, a convite de Gabriel David, filho mais novo do presidente escola de samba. De acordo com informações divulgadas por Leo Dias em sua coluna desta quarta-feira (8), a cantora estará no penúltimo carro, que terá como tema a intolerância. Ainda segundo o colunista, quem tem mediado a negociação é Preta Gil.
Além de ser conhecido como o “mês das crianças”, outubro é também o mês em que as festas ganham um tema específico: o Halloween. Neste clima, Salvador recebe a segunda edição do "Calafrio". Com palestras, bate-papos, sorteios de brindes e a participação de produtores do gênero "terror", o evento gratuito acontece às 17h, da próxima quarta-feira (11), no Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura, do Salvador Shopping.
Entre os convidados estão o organizador do Cine Horror, Val Oliveira, o escritor Saulo Dourado e Márcio Liolly, da Ciaxa do Medo. O evento vai contar ainda com "Desfile Cosplay" temático para premiar a melhor fantasia de halloween.
A abertura do Rock in Rio 2017, que acontece nesta sexta-feira (15) no Rio de Janeiro, contará com uma participação de peso: Gisele Bündchen. De acordo com informações da coluna Gente Boa, assinada por Cleo Guimarães no jornal O Globo, a supermodelo desfilará no Palco Mundo empunhando uma bandeira gigante do Amazonia Live. Através deste projeto social, o Rock in Rio pretende replantar um milhão de árvores em 400 hectares de área desmatada da Floresta Amazônica, além das nascentes e cabeceiras do Rio Xungu. Ainda segundo a colunista, antes do desfile de Gisele, a abertura do festival contará com uma apresentação especial da Esquadrilha da Fumaça.
De acordo com a Folha de S. Paulo, Patrícia decidiu falar sobre Cuba pela recente abertura política do país. "O Obama foi para lá. A Chanel está indo para lá", exemplificou. A estilista decidiu deixar de lado o histórico comunista do pais. "Não pensei na Cuba política. Pensei na sua beleza e nas suas mulheres. Não quero que o Brasil se transforme em uma Cuba. Trabalho com liberdade. A moda precisa de liberdade. A imprensa precisa de liberdade. A criatividade precisa de liberdade. A imprensa precisa de liberdade. A criatividade precisa de liberdade. Apesar de nunca ter sido muito política, este momento pede posicionamento", defende. Para Patrícia, a saída da presidente do governo vai contribuir para o progresso do Brasil. "Estou apaixonada pelo Sergio Moro. Eu casaria com o Moro amanhã. E eu me apaixonei pelo Cunha no dia da votação do impeachment. Temos de dar um basta nisso", enfatizou.
Os grupos “O Bagunçado”, “Zambiapunga de Taperoá”, “Grupo Cultural” e “O Povo Pediu” serão responsáveis por puxar o cortejo. Além de uma trupe circense de malabaristas e pernas de pau do "Tudo X Transforma", um carro alegórico com o homenageado Cacau do Pandeiro e os reis dos palhaços, Sylvia Patrícia e o cantor Magary Lord, também participam da festa. O "Palhaços do Rio" pretende levar 10 mil pessoas às ruas do bairro.
Aberto ao público, o desfile tem participação gratuita e os participantes são convidados a se caracterizar de palhaço. Durante a concentração, maquiadores cênicos estarão disponíveis para atender aos interessados. A Transalvador e a Polícia Militar estarão presentes para monitorar o evento.
Desfile dos Palhaços do Rio Vermelho
Atrações: Banda Marmelada, Zambiapunga de Taperoá, Bagunçaço, O Povo Pediu, Tudo X Transforma, trupe circense e carro alegórico com Magary Lord, Sylvia Patrícia e Cacau do Pandeiro
Data: 23 de janeiro (sábado), com concentração a partir das 17h e saída às 19h
Roteiro: saída da rua Fonte do Boi com destino ao Largo de Santana, passando pelas ruas Osvaldo Cruz e João Gomes
Participação: Gratuito
*Camisa opcional à venda no restaurante Pós Tudo, Boteco do França e Dona Xica
Com forte caráter religioso, as celebrações buscam conservar a tradição que já existe há mais de 400 anos, em Cairu. Nas ruas, a população se fantasia de rei e rainha, com vestimentas adornadas com miçangas e lantejoulas. Os negros relembram seus antepassados através da dança e da simulação de combate entre mouros e cristãos. “Esta é uma das festas mais importantes da cidade. Rica em simbologia, religiosidade, cultura e, com isso, resgata a autoestima da população local”, avalia Fernando Brito, prefeito de Cairu.
Entre as atrações musicais que se apresentam na Praça Teixeira de Freitas estão Kolé I Pan, Thierry e Xamegarte, no sábado, e Guig Ghetto, Samba Connós e ainda É Massa É Dez, no domingo. Para concluir a festa, a Barquinha - manifestação cultural local - desfila na segunda-feira (11) com o barco sendo arrastado pelas ruas da cidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.