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desembargadora do trabalho
A juíza Maria Elisa Gonçalves é a mais nova desembargadora no Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA). A promoção se deu pelo critério de merecimento. O nome da magistrada foi aprovado pelo Tribunal Pleno no dia 12 de junho. Ela figurou pela terceira vez consecutiva nessa lista de promoção, sendo o seu nome ratificado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O merecimento, critério utilizado para a promoção de Maria Elisa, é “aferido pelo desempenho do juiz, pelos critérios objetivos de produtividade e presteza no exercício da jurisdição e pela frequência e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeiçoamento”.
Maria Elisa Gonçalves tomou posse no cargo de juíza do Trabalho substituta no TRT-19 em 26 de março de 1993. Foi promovida a titularidade em 23 de julho de 1993. Chegou ao TRT-BA em 11 de fevereiro de 1994, em redistribuição por reciprocidade. No TRT baiano foi titular das Varas do Trabalho (VT) de Paulo Afonso; de Ipiaú; de Santo Amaro; das 1ª, 4ª, 30ª e 28ª VT de Salvador. A magistrada também atuou como juíza convocada no 2º Grau.
A cerimônia de posse foi realizada no último dia 6 de julho, no gabinete da presidência do TRT-BA, no Fórum Ministro Coqueijo Costa, em Nazaré, Salvador.
Durante a cerimônia, Maria Elisa lembrou que trabalha há 30 anos na magistratura e que, desde 2006, atua como juíza convocada no 2º Grau. “São 17 anos substituindo no Tribunal. Imaginem a minha alegria. Hoje eu estou muito emocionada e feliz”, falou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.