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desculpa
Kylian Mbappé pediu desculpas nesta terça-feira (27) após gerar polêmica na China por rir de um meme que o retrata como Mao Tsé-Tung, líder do país entre 1949 e 1976. A repercussão levou empresas chinesas a romperem patrocínios com o atacante, enquanto a LaLiga se pronunciou para esclarecer que as declarações não representam a entidade.
A polêmica começou durante uma entrevista ao programa The Bridge, do canal ESN, no YouTube. Em uma dinâmica de perguntas rápidas, o francês apontou como seu meme favorito um vídeo que associa sua imagem à de Mao. Entre as empresas que encerraram parcerias com o jogador estão a Mengniu, do setor de laticínios, e a Dongpeng, de bebidas. Segundo o Global Times, a emissora estatal CCTV também anunciou que deixará de transmitir jogos da LaLiga.
Em comunicado publicado em inglês, francês e chinês, Mbappé reconheceu o impacto de suas declarações. "Durante uma entrevista recente, reagi a uma imagem minha. Meu comentário foi imprudente, e agora compreendo que ele feriu muitas pessoas na China e em comunidades chinesas ao redor do mundo. Peço desculpas a todos que se sentiram ofendidos pelas minhas palavras. Essa, de forma alguma, foi a minha intenção. Tenho profundo respeito pelo povo chinês e por sua história, e sinto muito, sinceramente", publicou.
A LaLiga lamentou a repercussão e afirmou manter contato com parceiros institucionais na China. "A LaLiga lamenta profundamente a ofensa que os recentes comentários de Kylian Mbappé causaram entre os torcedores chineses. Esses comentários foram feitos a título pessoal e não representam a LaLiga. Na medida da nossa responsabilidade institucional, pedimos desculpas em nome da LaLiga e de todos os seus clubes.
O futebol espanhol defende o respeito, a convivência e a união entre pessoas de todas as culturas. Transmitimos o nosso respeito à China, às suas instituições e ao seu povo, e valorizamos profundamente o apoio dos milhões de torcedores que nos seguem a cada semana. Reafirmamos o nosso compromisso com uma relação construída ao longo de anos", diz a nota.
O zagueiro Fabrício Bruno reconheceu os erros cometidos na derrota da seleção brasileira por 3 a 2 para o Japão, nesta terça-feira (14), em Tóquio. O defensor teve participação direta nos dois primeiros gols japoneses e assumiu a responsabilidade pelo resultado.
“Um lance de infelicidade minha. Gostaria de pedir desculpas. Ressaltar que não me define como jogador. Toda a minha carreira até aqui, sempre passei por dificuldade. O pé de apoio ficou longe, acabei ficando sem força. Erro meu. Assumo responsabilidade e peço desculpa ao torcedor brasileiro”, declarou o jogador.
O Brasil abriu vantagem com gols de Paulo Henrique e Martinelli, mas viu o Japão reagir no segundo tempo. Aos seis minutos, Fabrício Bruno errou na saída de bola, e Minamino descontou. Pouco depois, um desvio do próprio zagueiro em chute de Nakamura resultou no empate. Ueda marcou o gol da virada.
Apesar do revés, Fabrício Bruno afirmou que recebeu apoio dos companheiros e agradeceu o suporte emocional da família.
“Filtrar o momento, sentir a dor, mas manter cabeça erguida para seguir em frente. Sou grato a todos que me ajudaram, o pessoal do vestiário que me deu confiança nesse momento difícil. O jogador nunca está disposto a falar. Hoje foi meu dia. Pedir desculpa e seguir adiante”, disse.
O zagueiro ainda se emocionou ao mencionar a mensagem de incentivo enviada pela esposa logo após o jogo.
“Quem me acompanha desde lá de trás sabe tudo o que passei para estar aqui hoje. Minha família, minha esposa, meus filhos, meu pai, minha mãe, meu irmão... São pessoas que estão sempre no meu dia a dia dando força e confiança. Quando chego ao vestiário, a primeira mensagem que pego é da minha esposa me dando confiança e, acima de tudo, me jogando para cima (Fabrício chora). Aconteceu”, concluiu.
Masi Oka, um dos produtores da adaptação da Netflix do anime “Death Note”, deu uma desculpa um tanto quanto frágil para justificar a escolha do elenco do longa-metragem. No novo filme os protagonistas L (Lakeith Stanfield) e Light (Nat Wolff) são interpretados por atores ocidentais, e não japoneses, como na produção original, o que gerou muitas críticas. "Fizemos uma extensa pesquisa, mas não conseguimos encontrar nenhum ator asiático que falasse inglês fluentemente", declarou o produtor, em entrevista ao Buzzfeed. Após novos questionamentos, ele ainda tentou melhorar sua fala: "Eu quis dizer atores que realmente nasceram na Ásia. Ao mesmo tempo, imaginei que as pessoas entenderiam que ao sair do Japão e fazendo um filme nos EUA ele se tornaria mais global". O novo filme estreia nesta sexta-feira (25).
Assista ao vídeo abaixo:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Erika Hilton
"Fica cada dia mais evidente que Flávio Bolsonaro não concorreu à presidência para liderar esse país. Flávio Bolsonaro zerou o Código Penal, estava na máfia do Vorcaro, protegia milicianos e defendia um assassino de criança".
Disse a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) ao anunciar em suas redes sociais, nesta terça-feira (27), que deve ingressar na Procuradoria-Geral da República (PGR) e no Supremo Tribunal Federal (STF) com pedidos de bloqueio de bens do senador Flávio Bolsonaro (PL). A deputada vai requer o bloqueio das contas bancárias do ex-candidato a presidente e também da esposa dele.