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desafio de video
O futebol brasileiro contará com uma nova tecnologia nos próximos dias. As semifinais da Copa Paulista terá, pela primeira vez, o desafio de vídeo disponível para utilização dos treinadores e árbitros, como acontece no vôlei, tênis e NBA.
A novidade foi uma iniciativa da Federação Paulista de Futebol (FPF), e já foi comunicada aos quatro clubes que vão disputar a fase da Copa: XV de Piracicaba, Comercial, Primavera e Grêmio Prudente, durante o Conselho Técnico que aconteceu nesta segunda-feira (15).
O modelo já foi testado anteriormente durante a Copa do Mundo Feminina Sub-20 de 2024. O nome do artifício se chama Football Video Support e permite que os treinadores solicitem a revisão de lances quando acharem que houve um erro nas seguintes situações: gol, pênalti, cartão vermelho direto e cartão aplicado ao jogador errado.
COMO FUNCIONA
A partir do apito inicial da partida, cada técnico terá direito a dois pedidos de revisão por vídeo. O gesto que o comandante deverá fazer para sinalizar a utilização do artifício será um dedo girando no ar, além de ter que entregar ao quarto árbitro um cartão de solicitação.
Após o pedido, o juiz vai até a cabine para analisar o lance com um operador de replay. Assim como o VAR, o árbitro poderá manter ou alterar a decisão de campo.
A primeira partida da semifinal será disputada no dia 19 de setembro entre XV de Piracicaba e Comercial. Do outro lado da chave, Primavera e Grêmio Prudente se encontram no dia 20 de setembro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.