Artigos
Imprensa em Risco, Desde 2018
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Presidente da Comissão de Cultura da CMS avalia Plano Municipal de Cultura de Salvador e diz: “Temos bons termos”
desacordo
A UEFA informou neste domingo (15) o cancelamento da Finalíssima de 2026, confronto que reuniria os campeões da Copa América e da Eurocopa. A partida colocaria frente a frente as seleções de Argentina e Espanha.
Inicialmente, o jogo seria disputado no Catar, mas precisou ser adiado após o agravamento do conflito entre Estados Unidos e Irã. Segundo a entidade europeia, divergências com a Associação do Futebol Argentino acabaram inviabilizando a realização da partida em outra data ou local.
Em comunicado oficial, a Uefa afirmou: "Com forte determinação em salvar a importante partida, e apesar das compreensíveis dificuldades de realocar um jogo de tamanha importância em um prazo extremamente curto, a Uefa explorou outras alternativas viáveis, mas todas se mostraram inaceitáveis para a Federação Argentina de Futebol".
O confronto estava previsto para 27 de março, em partida única. Após a impossibilidade de manter o Catar como sede, a entidade passou a discutir novas opções com as federações envolvidas.
Entre as propostas apresentadas estava a realização do jogo no Estádio Santiago Bernabéu, em Madri, com divisão igual de ingressos entre torcedores argentinos e espanhóis. Outra alternativa sugerida foi a disputa em dois jogos, com uma partida na Argentina e outra na Espanha.
De acordo com a Uefa, ambas as possibilidades foram recusadas pela equipe liderada por Lionel Messi. A última tentativa foi manter o duelo em campo neutro no dia 27 de março, como previsto inicialmente, ou transferi-lo para 30 de março.
Ainda segundo a entidade, a Argentina propôs que a Finalíssima fosse realizada apenas após a próxima Copa do Mundo, sugestão que acabou rejeitada pela organização do evento.
Depois de Cannes não ter incluído dois filmes da Netflix na competição pela Palma de Ouro, há um ano, a empresa de streaming boicotou a nova edição do prêmio. A razão da retirada da Netflix de todas as seleções de Cannes, que vai começar nesta terça-feira (8), acontece por falta de acordos sobre as normas de difusão francesas.
A nova regra estabelecida pelos organizadores de Cannes determina que qualquer filme em competição deverá ser exibido na grande tela. A Netflix, que tem 125 milhões de assinantes em todo o mundo, disse que está aberta a fazer isso, mas não garante o prazo de três anos. “Queremos que nossos filmes estejam em pé de igualdade com os demais”, declarou o diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, acrescentando também que o festival precisa se modernizar. “É uma pena”, lamentou o diretor do festival Thierry Frémaux, convidando a Netflix para negociação.
De acordo com O Globo, o festival se recusou a apresentar dois filmes da plataforma, e a Netflix já não aparece mais na famosa vitrine de Cannes. Os organizadores não revelaram o filme que competia pela Palma de Ouro, mas divulgou que o segundo era “The other side of the wind”, obra inacabada de Orson Welles, cuja pós-produção foi financiada pela Netflix.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Solange Almeida
"Cuidar de mim".
Disse a cantora Solange Almeida ao surgir com um novo visual nas redes sociais e chamou atenção dos seguidores. A mudança feita pela cantora veio através de um procedimento estético.