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deputados federais baianos
Os reembolsos com os gastos de saúde dos deputados federais baianos da última legislatura chegaram ao valor de R$ 1.272.234,06, de acordo com informações obtidas pelo Bahia Notícias através da Lei de Acesso à informação (LAI). A quantia leva em consideração os valores dos reembolsos médicos e odontológicos de janeiro de 2019 até dezembro de 2022.
O deputado Claudio Cajado (PP) foi, de forma isolada, o baiano que mais foi ressarcido por gastos médicos entre 2019 e 2022. Ao todo, o parlamentar recebeu R$ 311.578,88. Do montante, mais de R$ 222 mil foram gastos apenas em 2019. Neste ano, o deputado pediu uma licença da Câmara para “tratamento de complexidade elevada” de 22 de maio a 4 de junho.
Na última legislatura, o ano em que os deputados tiveram os maiores gastos de saúde foi em 2021, quando os parlamentares receberam R$ 548.221,48. Na ocasião, Elmar Nascimento (União) liderou os custos com R$ 124,8 mil. Logo em seguida aparece o deputado Arthur Maia (União), que foi ressarcido em R$ 122.033,24.
A Câmara informou que tem disponível apenas os valores ressarcidos a partir de 1996. Somando todos os gastos de 1996 até 2022, os deputados baianos gastaram mais de R$ 9 milhões, levando em consideração as correções inflacionárias do período.
Vale lembrar que os parlamentares não possuem plano de saúde, mas têm o direito de solicitar da Câmara dos Deputados um reembolso com gastos médico-hospitalares mesmo após o fim de seus mandatos.
QUEM FORAM OS DEPUTADOS QUE RECEBERAM REEMBOLSO?
Entre 2019 e 2022, 30 dos 39 deputados federais baianos receberam reembolso por conta de despesas médicas.
Confira:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Mansur
"Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita".
Disse o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) ao listar uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.