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deputado paulo magalhaes
O deputado baiano Paulo Magalhães (PSD) foi chamado, nesta quarta-feira (2), de "desgraçado" por uma mulher que acompanhava a sessão do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara no momento em que dava seu voto, em relação à cassação do mandato do deputado Glauber Braga (Psol). Ele está tendo seu mandato cassado por expulsar um militante do MBL (Movimento Brasil Livre) de dentro da casa legislativa a chutes e xingamentos.
O baiano é o relator da representação, que foi apresentada pelo partido Novo.
O presidente do Conselho de Eica, Leur Lomanto Júnior (União Brasil-BA), exigiu a expulsão da mulher de dentro da sessão e que não vai tolerar ofensas, “seja da esquerda, da direita ou qualquer um”.
A presidenta do partido de Glauber, Psol, Paula Coradi, classificou o relatório e a possível punição como desproporcional.
“O Conselho de Ética engaveta inúmeros processos, como os dos golpistas de 8 de janeiro, e age assim contra um deputado de esquerda, do PSOL. É um absurdo. Não há motivo para propor uma punição dessa natureza. O PSOL vê essa ação desproporcional com a mais absoluta indignação e surpresa”, comentou Paula.
Veja o vídeo:
? VÍDEO: Em meio ao tumulto gerado pela cassação de Glauber Braga, deputado baiano é chamado de "desgraçado
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) April 2, 2025
Confira ? pic.twitter.com/Mbq9maMDq4
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Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.